Da veneziana que escurece o quarto e do filho deitado do meu lado. De acordar e beijar meus filhos, enquanto eles espreguiçam com olhares de “já?!”. Caminhar por um corredor para poder ver tv – chega uma hora que ter tudo do seu lado cansa. Dar bom dia para alguém com o cabelo desarrumado, seja na cama ou no banheiro. Acordar em meio à risadas ou carinhos e beijinhos. A falta de uma companhia para tomar o lanche da tarde ou assistir a novela.
Disputar espaço no sofá com os filhos, as sobrinhas, a família. Ver a filha jogando água em si mesma. Sentir o cheiro de preguiça do filho. Fazer cócegas na matriarca e morrer de rir com seu desespero. Pular na cama antes de dormir. Bater papo com a irmã. Subir algumas quadras para comer pão de queijo e conversar na cozinha. Cheirar cremes, olhar esmaltes e discutir dietas com o nariz mais cobiçado da região.
Entrar correndo no prédio com o lindo sorrindo atrás. Dar um beijo no elevador e novamente correr até o quarto. Raspar o pé no lençol recém-colocado. “Bom dia começa com alegria!”. Onde está a alegria? Continua aqui, mas não completa. Chega uma hora que a falta traz cansaço e pesar e saudosismo até mesmo nos bons momentos. Lembre-se, menina, são só mais 3 dias. 1+2. 1+1. 1+0. 0.Ah, se a matemática fosse humana…




Eu adorei esse post…:D
Parabéns Pá.
Bjus