Por Francielly Camilo
Dia 07 de setembro comemora-se o Dia da Pátria, mas para muitos é também um dia de luta, de mostrar que não basta uma independência politicamente formal, a verdadeira independência passa pela soberania da nação. É neste intuito que desde de 1995 este dia foi escolhido para as manifestações do Grito dos Excluídos.
Segundo a secretaria nacional do grito, esta manifestação popular é “carregada de simbolismo, é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos”, além disso busca chamar a atenção da sociedade para a crescente exclusão social brasileira.
As atividades realizadas pelo país são diversas e de acordo com a realidade de cada uma. Em Londrina é costume se fazer uma marcha com uma intervensão no desfile cívico de 7 de setembro não programada pela organização do mesmo. Segundo um dos organizadores do fórum do grito dos excluídos na cidade Renato Munhoz, a programação começa com a acolhida e café da manhã da comunicade Rainha dos Apóstolos e Pastorais da Arquidiocese. “Depois celebramos e conclamos a marcha, caminhamos e em seguida temos uma grande partilha de alimentos. Vale a pena conferir esse momento”, explicou.
Este ano o grito refletirá o tema “Pela vida grita a terra, por direito todos nós”, que caminha, de acordo com Munhoz, por duas vertentes de discussão, a primeira em sintonia com a Campanha da Fraternidade 2011, “queremos lutar pelos direitos da vida da Terra que também garante a nossa vida”, diz. A segunda temática é a luta pelos direitos básicos do homem “fazendo uma análise de conjuntura da atual condição brasileira vemos que a luta por direitos precisa vir da organização polular, porque se formos esperar do governo provavelmente será subjulgada a interesses privados e individuais” explica Munhoz.
O Grito foi concebido para ser um processo de construção coletiva, neste mutirão estão juntos Pastorais Sociais, Semana Social Brasileira, Movimentos Populares, sociais e sindical, Campanha Jubileu, Grito Continental, Igrejas, Mutirão contra a Miséria e a Fome e pessoas da sociedade civil que acredita neste outro mundo possível. “Assim como o povo gritou no deserto e Deus ouviu, gritamos com força, para que a Libertação aconteça” conclui Renato Munhoz, convidando a todos para fazer parte desta contrução popular.
Serviço
Grito dos Excluídos
Dia: 07 de setembro de 2011
Local: Paróquia Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos
(Av. Tiradentes, 43- Jd. Shangri-lá A)
Horário: 8h00
*Levar algum alimento para ser partilhado

PROPOSTA PARA FAZER UMA REFORMA POLÍTICA EMBASADA NO PRINCÍPIO DA IGUALDADE ENTRE OS CANDIDATOS E OS PARTIDOS POLÍTICOS
DAS CONVENÇÕES PARA ESCOLHER OS CANDIDATOS
1 – Ao invés de convenções, pois esse sistema tem carta marcada e é nocivo para o povo (…), cada partido político será obrigado a fazer uma prova objetiva com 100 questões abordando as funções desde do cargo de vereador ao de presidente da república entre os seus afiliados interessados em sair candidatos. O primeiro colocado sairá candidato a presidente da república e o segundo a vice-presidente. Em cada estado o que obtiver a maior nota sairá candidato a governador e os demais numa ordem decrescente sairão preenchendo as candidaturas de vice-governador, senadores, deputados federais e deputados estaduais. Depois de preenchidas as vagas, dentre os demais que sobraram, aqueles que tiverem as maiores notas irão preencher numa ordem decrescente as vagas das suplências necessárias;
2 – No pleito das eleições municipais, o primeiro colocado na prova em cada cidade sairá candidato a prefeito e os demais numa ordem decrescente preencherão as candidaturas de vice-prefeito e das de vereadores e por último, as das suplências necessárias;
3 – Não será exigido grau de escolaridade para fazer essas provas, em respeito à Carta Magna, basta não ser analfabeto e todo material para estudo serão gratuito e ficarão disponíveis na internet;
4 – As provas serão elaboradas pelo Superior Tribunal Eleitoral, ou outros órgãos competentes e fiscalizadas pelo o próprio partido e a polícia, caso faça necessário;
5 – Para desempatar os candidatos com notas igual serão usado os seguintes critérios: aquele com grau de escolaridade maior do que o outro ganhará a vaga em sua frente; se tendo o mesmo grau ou nenhum grau de escolaridade, ganhara o candidato mais velho e assim outros critérios serão usados para o desempate;
6 – Os meios de comunicações serão obrigados a fazerem uma campanha conscientizando ao povo a se afiliar em um partido e fazerem essas provas para concorrerem aos cargos políticos.
O POVO VOTANDO NO PARTIDO
1 – Ao invés de votar nos candidatos, pois os mesmos sempre estão em pé de desigualdades (…), o cidadão vai votar somente no partido político, onde os votos, conforme o coeficiente, serão distribuído para eleger os candidatos conforme a sua classificação no partido;
2 – O cidadão antes de votar já está consciente dos candidatos que integram cada partido político como também das propostas governamentais de cada partido, que serão repassadas no período das propagandas políticas;
3 – O cidadão pode votar em presidente da república e para governador e noutros cargos políticos votando em partidos diferentes;
4 – O mandato irá pertencer ao partido político. O candidato eleito que durante a sua gestão se desfiliar do partido perde automaticamente o mandato e, em seu lugar, assumirá o seu suplente;
5 – O povo deve lutar para que o voto não seja mais obrigatório, onde o cidadão só deve sair de sua casa para votar se tiver consciente em que partido vai votar, para não votar em partido político que vai de em contra aos seus interesses, como hoje em dia muitos votam inconscientemente em políticos que contrariam os seus interesses, é como apontassem uma arma em direção a sua própria cabeça, de forma inocente, e apertasse o gatilho.
DAS COLIGAÇÕES
1 – Não haverá mais coligações. Esse sistema faz com que muitos partidos se corrompam, tornem-se partido de aluguel para vender os seus horários políticos, por de baixo dos panos, como também muitos desses partidos, principalmente a maioria desses pequenos, conhecidos como partidos anãos, se coligam com os mais fortes em troca de receberem cargos políticos, ou até mesmo propinas das grandes empresas, ou de outras fontes licitas ou ilícitas, quer dizer, do poder econômico que governam esse país por trás dos bastidores (…);
2 – Cada partido político terá que ter candidaturas próprias, caso contrário, ficarão de fora de disputarem as eleições. As coligações deixam os partidos coligados fortes e superiores aqueles que estão sozinhos, porque não tem o apoio do poder econômico e de outros meios de angariar recursos (…), como também contrariam e desvirtuam os ideais partidários, e no final das contas o povão é quem sai perdendo (…).
DAS CAMPANHAS POLÍTICAS
1 – Nenhum candidato vai fazer campanha política e nem tão pouco gastar um centavo do seu bolso. Toda campanha política serão elaborada e feita pelo partido político. Cada um deles terá comitês a nível nacional, estadual e municipal para fazerem as suas campanhas políticas gratuitas nos meios de comunicações, onde terão o tempo de horários políticos iguais para divulgarem as suas propostas de governos. Não terá mais campanha política pedindo voto ao candidato “a” e “b”. O voto será do partido. Quem governa o país são os partidos que estão nos poderes (…). Lembre-se que o cidadão só vai poder votar somente no partido;
2 – Os meios de comunicações terão liberdades plenas de abordarem quaisquer temas polêmicos aos partidos, onde os mesmos terão que responder e fundamentar por que é contra ou a favor, como, por exemplo, a questão da menor idade penal, a questão da reforma agrária, a questão da pena de morte, a questão da taxação do imposto sobre grande fortuna, a questão da violência, desemprego, falta de moradia e de outros temas do interesse da população (…). Portanto, a pergunta que qualquer meio de comunicação fizer a um comitê político tem que fazer também a todos, para deixarem os mesmos em pé de igualdade e garantir o direito de resposta;
3 – Será proibido propaganda em carro de som, distribuir folheto, pintar muro e de outras formas não permitidas. O povo vai votar somente no partido. O Tribunal Superior Eleitoral, ou o Tribunal Regional Eleitoral, conforme o pleito, deve fazer uma licitação entre os jornais inscritos para aquele que ganhar na licitação distribuir semanalmente para a população um jornal político contendo as propostas políticas e as respostas das perguntas feitas pelo os meios de comunicações aos partidos políticos, como também os nomes e as biografias dos candidatos que integram cada partido político e sua classificação na legenda. A população receberá semanalmente esse jornal político, de forma gratuita, como também terão conhecimento das propostas políticas, pelo os meios de comunicação no horário político, para que no dia da eleição esteja consciente em que partido vai votar;
4 – Os debates políticos ao cargo de presidente da república, por exemplo, têm que ser feito entre todos os comitês políticos a nível nacional. Cada comitê desses será composto pelo o candidato a presidente da republica mais um número “x” de afiliados, que sejam capacitados para fazerem parte nesse debate. As perguntas feitas não serão direcionadas ao candidato e sim, ao comitê, e, dentre eles, os afiliados ao partido, o mais preparado responde ou faz a pergunta, onde um consulta o outro para se sair bem no debate. Os candidatos sozinhos em debate ficam em pé de desigualdade e não é bom para a população, pois é comum que aquele que domina a arte da oratória convença o povo a segui-lo, mesmo contrariando os interesses do próprio povo. Saiba também que o sino faz muita zuada, porém é oco por dentro. Lembre-se que Adolfo Rither foi um dos maiores oradores e convenceu o povo Alemão a apoia-lo e veja o que ele fez com a humanidade (…);
5 – Fica proibido o partido político contratar artista, jogador de futebol e outros tipos de pessoas bastante conhecidas para persuadir o povo a votar naquele partido. Toda campanha serão feita pelos os comitês políticos e todas as pessoas aqui mencionadas podem fazer parte desses comitês políticos, desde que estejam afiliados aos mesmos.
DO FUNDO PARTIDÁRIO
1 – Todo recurso repassado aos partidos políticos tem que ser advindo do fundo partidário que será custeado pelo governo;
2 – Uma parte do dinheiro do fundo partidário será distribuída de forma igualitária para todos os partidos políticos, para os mesmos poderem custear comitês a nível nacional, estadual e municipal, e a outra parte para o TSE ou TRE custear o jornais políticos, já mencionados, para divulgarem as campanhas políticas de todos os partidos políticos e distribuídos semanalmente para a população de forma gratuita;
3 – Quaisquer pessoas, seja ela física ou jurídica, podem de forma desinteressada repassar dinheiro ao fundo partidário, não ao partido em particular, para ajudá-los no processo de democratização.
COMO COLOCAR EM PRÁTICA ESSE NOVO IDEAL?
1 – Os grandes partidos políticos que estão nos poderes com apoio do poder econômico que governa esse país por debaixo dos bastidores, dificilmente vai aceitar esse tipo de reforma política, porque a mesma vai de em contra aos seus interesses (…);
2 – Agora, os partidos pequenos que querem chegar aos poderes chegaram à vez deles. Nessa próxima eleição de 2012 para prefeito e vereadores os dirigentes dos mesmos devem usa da inteligência e fazer uma prova ao invés de convenções em todas as cidades, onde pode ser feita até mesmo pela internet entre os seus afiliados, para escolher os seus candidatos e elaborar um jornal político para cada cidade com os planos e propostas de governo local, constando a biografia de cada candidato juntamente com a sua classificação e distribuir semanalmente para a população e, junto ao TSE ou ao TRE tentar o direito da urna eletrônica não constar os números dos candidatos do seu partido e sim, votando para prefeito basta votar somente no número do partido e para vereador também. Isso com os consentimentos dos respectivos candidatos que ao fazer a prova já está ciente desse sistema. No horário político apresenta a proposta do partido e pede para o cidadão votar no número do mesmo;
3 – Deve o partido político que tiver aderindo a essa nova modalidade política conscientizar o povo na campanha política que não vote nos políticos e nem nos partidos que não aderiu a essa nova modalidade, pois isso prova que eles são inimigos n° 1 do povo e não querem o seu bem estar, a não ser a miséria social que os levam aos poderes.
CONCLUSÃO
Os partidos políticos escolhendo entre os seus afiliados, através de provas objetivas, como já foi explicado, aqueles que vão sair candidatos, como também não podendo mais se coligar e ser obrigado a ter candidatura própria e ficarem em pé de igualdade para fazerem as suas campanhas políticas, onde o povo só poderá votar no partido, esse novo modelo político vai varrer dos poderes aqueles que estão perpetuados e passando o poder de pai para filho, e que nada fazem pelo povo, a não ser legislarem e governarem em causa própria e fazerem da política um negócio próprio.
PEÇO-LHE QUE DIVULGUEM A OUTROS INTERNAUTAS
AUTORIA: EDILSON MARINHO DA SILVA
E-mail: mudabrasil2011@bol.com.br