Feeds:
Artigos
Comentários

Archive for Outubro, 2009

por Vitor Oshiro

Read Full Post »

por Lígia Zampar

Na manhã dessa quarta-feira, dia 28 de outubro, Marcos Leite e Morgana Monteiro Batistella ministraram uma mesa redonda sobre os conceitos e ações concretas de como uma empresa precisa atingir seu público, por meio do marketing e da comunicação.
Marcos faz parte da equipe Giacometti, responsável pela publicidade de grandes marcas, e lembra que na prática, a diferença entre as áreas (Jornalismo, Marketing, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas) não existe. Na verdade, elas se fundem e por isso o profissional tem que ter uma formação especializada, mas com uma noção integrada.
Durante a mesa redonda, um dos temas levantados foi que o cliente hoje é mais exigente, então o modo como você vai atingi-lo mudou, porque você também tem que ser mais eficiente. Além disso, os palestrantes apontaram novas variáveis no mercado, que são a utilização de redes sociais, mídia e convergência digitais e sustentabilidade ambiental, que facilitam o acesso a certos grupos consumidores.
O vídeo que você vai assistir abaixo é um exemplo da integração das quatro áreas dentro do mercado. Ele faz parte do programa Reclame, da Multishow.

De acordo com Marcos Leite, essa nova campanha publicitária da Marisa surgiu quando perceberam que o público consumidor era da faixa etária dos 45 anos. Um público como esse, vai comprar roupas até no máximo seus 60 anos de idade, porque depois muda o foco dos seus investimentos. Isso pode trazer uma futura queda de consumidores dos produtos dessa loja, por isso a importância de atingir um novo público alvo, que são pessoas mais jovens.
Morgana trouxe um pouco do seu trabalho, que é o Sistema Maxi de Ensino, suas dificuldades e méritos em entrar no mercado de materiais didáticos em grandes centros, como o eixo Rio-São Paulo, e produzir e vender um material que possa abranger todos o Brasil, com suas diferenças culturais.

Read Full Post »

por Leonardo Caruso

Para um, começou como uma brincadeira. Para outro, como uma aposta no desenvolvimento de um novo meio de comunicação. Para ambos esse processo não tem mais volta. Participando da I Semana de Comunicação, os jornalistas Cláudio Osti, criador do blog Paçoca com Cebola, e Nelson Capucho, dono do portal Londrix, estiveram na UEL na noite desta terça-feira (27) para debater comunicação online.

Quando a internet apareceu, poucos sabiam da revolução que ela causaria no modo de nos comunicarmos. Porém, com poucos anos passados desde sua criação, algumas pessoas passaram a ver neste meio uma grande oportunidade de se fazer jornalismo. Nelson Capucho sempre esteve envolvido com projetos que utilizassem os meios online para divulgação de notícias e, atualmente, acredita ser muito difícil que não se espere o fim dos impressos. Seu companheiro de debate, Cláudio Osti, é mais contundente quando afirma o fim do jornal impresso, explicando que “as pessoas perderam o hábito de leitura, têm tudo na internet”. “Assino jornal para ter o prazer de ver o cachorro destruir”, brinca.

Um dos temas abordados durante a mesa redonda foi a diminuição do tamanho dos textos. Para Osti, a tendência é as pessoas lerem resumos e acessar apenas aquilo que interessa a elas. “Antigamente se escrevia em 300 linhas, diminuiu-se para 100, chegou a 10 linhas e agora você escreve uma ‘short message’ em menos de 160 caracteres”, comenta Capucho, creditando essa adaptção às novas tecnologias.

E esses novos meios de expressão estimulam o questionamento da linguagem a ser utilizada, o que para o jornalista Cláudio Osti é algo indefinível: “não acredito que teremos uma linguagem padrão. A cada tecnologia desenvolvida, se desenvolvem outras inúmeras, cada uma com seu modo de ser expressada”.

A conversa ainda serviu como incentivo ao desenvolvimento de blogs. Capucho acredita que iniciativas como o Londripost são importantes para a formação do aluno e ajudam a criar espaço para novos conceitos e percepções de como se fazer jornalismo. Osti complementou a importância de projetos como o blog atentando ao fato de que é necessária responsabilidade e comprometimento. “É muito diferente o ritmo das matérias da universidade e do jornalismo real. Você precisa atualizar constantemente um blog assim como num jornal você precisa ter matéria. É um exercício interessante para o estudante“, explica.

Finalizando com questões a respeito do futuro dos jornalistas, o grande problema que tem se instaurado nessa era tecnologica é, pelas palavras de Cláudio Osti, “a destruição do patrimônio do jornalista, que é a detenção da informação”, referindo-se ao fato de, hoje em dia, tudo ser notícia e todos terem essa informação. “O bom profissional sempre vai ter emprego”, acrecenta. Para o responsável pelo Londrix, “o verdadeiro comunicador está entre o professor sem especialização [jornalística] e o jornalista sem bagagem”.

Read Full Post »

Por Lígia Zampar

Interrompendo a nossa cobertura da I Semana de Comunicação da UEL, não podia deixar de passar isso.
Requião, nosso queridíssimo governador do Paraná, deu uma de Berlusconi, e disse que cancêr de mama é coisa de mulher ou de parada gay.
Vale a pena assistir e ver quem governa esse estado.
Você acredita que esse seja um discurso de governador?

Read Full Post »

por Vitor Oshiro

Com a recente escolha do Rio de Janeiro para sediar as Olímpiadas de 2016, parece que o tema esporte está em alta. Pelo menos foi isto que demonstrou o grande interesse pela Mesa Redonda em Jornalismo Esportivo promovida pela I Semana de Comunicação da UEL.

Compondo a mesa estavam o editor de Esportes do Jornal de Londrina, Diego Prazeres, e o repórter esportivo da Rádio Paiquerê, Lúcio Flávio. Entre os temas debatidos, uma questão levantada foi sobre a predominância do futebol na mídia esportiva. Segundo os palestrantes, eles tentam um equilíbrio entre as modalidades, porém, o futebol prevalece pelo fato da cultura do brasileiro, rendendo assim maior audiência e investimentos. 

Ainda neste tema, Lúcio Flávio apontou que o Brasil praticamente não tem uma política esportiva. Exemplificando isso, ressaltou a baixa produtividade do país nas Olímpiadas.

Em relação ao crescente uso da internet e das novas tecnologias na redação, os palestrantes afirmaram que ajudou muito, mas, não pode se tornar uma “muleta”. “Hoje, podemos ter a ficha de um jogador em segundos, mas, não podemos ficar presos a isso. Devemos usar, mas sempre checar e nunca abandonar o contato jornalístico”, declara Diego Prazeres.

Em relação à vinda da Copa do Mundo e das Olímpiadas, eles se mostraram otimistas. Segundo Lucio Flávio, o Brasil tem problemas, mas, isto não tem relação alguma com estes eventos esportivos. “O que se gastou com o Pan foi absurdo. Mas, não devemos usar isso para ir contra a vinda de um evento maior para o Brasil. O dever da população é fiscalizar“, argumentou Lucio Flávio.

Entre perguntas da platéia e dos leitores que acompanhavam o Londripost no twitter, os jornalistas esportivos passaram uma visão geral sobre assuntos como a presença da mulher na  cobertura de esportes, a falta de criatividade do setor e, principalmente, a rotina dos “bastidores da notícia” (Caco Barcelos que me desculpe pela frase…).

Read Full Post »

IMG_3195

Abertura da Semana de Comunicação teve a participação de estudantes e professores de outras áreas

por Lígia Zampar

A I Semana de Comunicação da UEL começou na noite de ontem, dia 26 de outubro, com a palestra “Mídia e Democracia: Panorama e Desafios para políticas públicas do setor”. A palestrante foi Rachel Bragatto, graduada em Jornalismo e Publicidade e Propaganda pela UFPR. O assunto da palestra foi seu estudo em seu mestrado em Sociologia, concluído em 2008, com a linha de pesquisa “Sociedade e Política nas Democracias Contemporâneas”. Ela é membro da Comissão Paranaense Pró-conferência Nacional de Comunicação e integrante do Coletivo Intervozes.
A principal temática e discussão da noite de ontem foi o papel da comunicação, que é a manutenção ou a transformação do imaginário social, modelando as visões de mundo. Rachel ressaltou que na mídia, nada acontece sem ser intencionalmente: toda a escolha de pauta e a visão que se dá para esse assunto são feitas para manter uma falsa realidade, que na verdade é moldada pelos grandes meios de comunicação.
A palestrante lembrou principalmente que o direito à comunicação é uma condição da democracia, e que os meios de comunicação de massa devem servir as necessidades da cidadania. Vale ressaltar que alguns direitos estão na Constituição Brasileira, como liberdade de expressão, liberdade de imprensa, proibição a censura, direito de respota e o direito de manter o sigilo da fonte.
Mesmo com o direito à comunicação, 94% dos donos da comunicação é de identidade privada, o que dificulta o acesso da comunidade à comunicação.
Além da I Semana de Comunicação, a I Conferência Nacional de Comunicação está trazendo a possibilidade de a sociedade apontar quais diretrizes e ações para a política pública do país. A I Conferência Nacional de Comunicação será realizada em Brasília, do dia 01 ao dia 03 de dezembro.
Para hoje pela manhã, a Semana de Comunicação da UEL realiza uma mesa redonda de Jornalismo Esportivo, com Lúcio Flávio, Diego Prazeres e Leandro Costa, e uma palestra sobre Comunicação Integrada e Construção da reputação empresarial, com Sérgio Maris.

Read Full Post »

por Vitor Oshiro

Durante esta semana estaremos trazendo para os leitores a cobertura da I Semana de Comunicação UEL, que começa hoje (26) e vai até o dia 29 de outubro.

Traremos reportagens sobre o que rolou nas palestras, mesas redondas e oficinas no blog. No twitter @londripost informaremos de dentro das próprias salas do evento em tempo real o que está acontecendo.

Mas, como tudo não é somente notícia boa, informamos que esta semana as seções fixas do blog – recomendamos, quarta crônica, humor de quinta e frase da semana – estão excepcionalmente suspensas. De resto, o Londripost funcionará normalmente.

Read Full Post »

« Newer Posts - Older Posts »