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Archive for Março, 2010

por Lígia Zampar

Ser mulher já não é fácil. Agora imagina ser uma mulher durante a TPM. No meu caso estou falando de pré-TPM, mas os efeitos são os mesmos. Imagina ter que já acordar de manhã com dor de cabeça, cólica, dor nas costas e mau humor. Não, não é charme dizer que hoje não quero conversar porque estou de TPM, é fato.

Querer chorar quando ler qualquer notícia no computador, desde a vitória do Dourado no Big Brother até os vinte e um bebês encontrados em um rio na China. O choro quase não é contido quando alguém olha pra sua cara e diz: “Nossa! Você está péssima hoje. Que cara é essa?” Não gente, isso não ajuda! Tudo que você quer ouvir é que você continua bem, mesmo com cara fechada, chorona e principalmente, inchada.

Eu confesso que não é fácil conviver com uma mulher nesses dias. E admiro quem consegue essa proeza. Mas tem alguns segredos que podem facilitar a vida de qualquer homem que queira se aproximar de uma mulher na TPM.

Em primeiro lugar, chegue elogiando. Pode ser a cor do esmalte, a blusa que já foi usada trilhões de vezes ou aquela havaianas branca encardidinha.

Falar que alguma coisa em você é diferente não é falar que é bonito, acredite em mim. Nunca use “que esmalte de cor diferente!”, e use “Como essa cor ficou boa na sua pele!”

Se quer falar alguma coisa nessa época, que seja “trouxe esse chocolate pra você”, e não coisas como “Nossa, essa calça não entra mais em você?”

Sensibilidade. Essa é a palavra chave da TPM. Nós, mulheres ficamos extremamente sensíveis, seja pra amar ou odiar. E os homens têm que saber ter sensibilidade o suficiente para contar as semanas do mês e descobrir quando a tal data chega.

Simples assim, né?

Fica aí a dica pra quem sabe amanhã, meu dia ser um pouco melhor.

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por Vitor Oshiro

Sei que o colunista Beto Carlomagno ficou incumbido de fazer críticas cinematográficas no blog. Porém, meu atual estado de desempregado, aliás, se alguém estiver lendo isto e me der um emprego eu ficarei muito feliz minhas longas férias fazem com que eu passe horas e horas assistindo a diversos filmes. Por isso utilizo o recomendamos de hoje para indicar um deles.

O filme em questão é a comédia romântica 500 Dias Com Ela [(500) Days of Summer, 2009]. A história é bastante comum: o moço conhece a moça, apaixona-se à primeira vista e o este relacionamento muda sua vida.

sedentario.org

Porém, as semelhanças com outros exemplares do gênero param por aí. Fica claro que os personagens não são perfeitos. O modelo dessa falibilidade é o protagonista, que é formado em arquitetura, mas trabalha como um medíocre escritor de cartões; é bem mais velho que sua irmã, mas ainda recorre aos conselhos da caçula; quer namorar, mas tem medo de pedir; acredita no amor, mas não consegue sequer defini-lo.

E o mesmo molde é utilizado no relacionamento em questão. A narrativa começa exatamente no dia 1 e passeia pelo filme em ordem não cronológica. Assim, fica bastante evidente o desgaste que o tempo provoca em um relacionamento que parecia ser perfeito.

A temática do filme pode ser exatamente simplificada na inexistência do amor idealizado. E, se você ainda estiver em dúvida sobre esta mensagem, uma cena trata de acabar com elas. O protagonista vai a uma festa e a tela se divide em duas. Na esquerda, há as expectativas românticas dele e, na direita, a realidade.

Mas, acalme-se. O filme não é um drama depressivo. Com boas atuações e uma trilha sonora amena e coerente, a história traz um humor sem exageros que equilibra a frustração daqueles que esperam uma história de amor ideal.

E é exatamente esta falta de exageros, a melancolia bem humorada da realidade e a fuga da mesmice do gênero que não me deixaram arrependido de ter  realizado o condenável ato de baixar este filme da internet ter ido ao cinema e conferido. Vale a pena.

Serviço:

(500) Days of Summer
EUA , 2009 – 95
Romance
Direção:
Marc Webb
Roteiro:
Scott Neustadter, Michael H. Weber
Elenco:
Joseph Gordon-Levitt, Zooey Deschanel, Geoffrey Arend, Matthew Gray Gubler

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Seriam mais aparições? Personagens, espíritos da imaginação de Rogério?

Aquilo parecia loucura demais. Aliás, tudo parecia loucura desde que acordara com aquela ressaca. Mas será que era mesmo uma ressaca? Segundo Belle, a falecida e revivida-mais velha Belle, ele nem havia ido à festa.

O que aconteceu? A única certeza de que ele tinha até ali foi a vodca que havia bebido. Lembrava até da reunião com os pais de alunos e toda a repercussão da morte da família de Marcelo. E agora aquilo?

Estava ali, com uma versão mais velha de si próprio e da sua amada que acabara de ver morta. E do outro lado, um grupo, no mínimo, bizarro.

A casca grossa de sua diretora, os policiais que bateram antes na casa de Belle a sua procura. Os mortos, todos: Marcelo, sua esposa e suas três filhas e Belle, na versão jovem. Ainda havia a Coisa, que, no meio deles, parecia ser líder do grupo. E foi ela quem começou a falar antes que Rogério pudesse se assustar mais com tudo que via:

-Chega, não deu certo, vamos parar com isso.

De repente, Rogério percebeu que não sentia mais medo dela, aliás, estava indiferente a tudo ali.

– Desculpa?

– Olha Rogério, tentamos montar um sonho diferente, com idéias diferentes, rumos distintos e sensações também. Um sonho meio pesadelo, meio romântico, meio irônico, meio assustador. Falamos de religiosidade, misticismo, e assassinatos, etc. Medo, alegria, amor. Misturamos um pouco de tudo. Mas não deu certo. Cada um de nós, personagens dessa sua aventura louca, tentamos dar um rumo pra você. Mas sempre que encaminhava para uma solução, o outro ativava sua criatividade mais louca, e as coisas iam se complicando, se multiplicamos. Resolvemos parar com isso. Não fique triste, um dia sua história terá um fim. Agora, nos reunimos simplesmente para te acordar e deixar que você continue vivendo sua vida normalmente, sem se preocupar com o que lhe aconteceria toda vez que chegasse sua segunda-feira. Estamos saindo de circulação, e você já pode acordar.

Despertador, dor de cabeça, ressaca. A festa – e a vodca – de ontem havia proporcionado uma das noites mais longas da vida de Rogério. Um sonho doidão, que pareceu não ter fim, e que não atingiu isso por não ter obtido sucesso. Levantou, foi dar sua aula.

FIM

Leitores, a equipe do Londripost pede desculpas por terminar a história assim, de uma maneira forçada. Quando surgiu a ideia dessa nova seção, imaginávamos explorar o nosso lado literário. Porém, percebemos que não deu certo. A história tomava rumos diferentes e se perdia a cada semana. Somos estudantes de jornalismo da mesma universidade, mas temos opiniões e personalidades bem diversas. Como a história estava ficando incoerente e sem uma reta final, decidimos por encerrá-la já.


Fernanda Cavassana

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por Pedro Rosa

Oi!

Meu nome é Pedro. Eu não sou Jornalista, sou RP (momento Ione Machado).

Não galera, RP não faz só evento, não sabe o orçamento do cento de coxinha, não serve café e não passa manteiga no pão!

RP faz muita coisa na verdade. Tanta coisa que me dá até preguiça de dizer aqui. Um dia eu uso meu post semanal só pra explicar.

Mas como hoje em dia todo mundo é jornalista, resolvi me enfiar nesse blog.

(PS: vendo diplomas de Jornalismo, 10 parcelas de R$29,90).

Minha coluna é sobre vídeos do Youtube. Pretendo trazer nesse espaço, vídeos clássicos, engraçados e famosos que rolam por aí na Internet.

Para começar, meu vídeo favorito. Nossa querida Xuxa, rainha dos baixinhos, tratando a Cláudia, humilde trabalhadora, filha de cobrador, com toda indiferença. Por esse vídeo ser meu favorito e me fazer rir sempre que eu vejo o 209 descendo a Higienópolis, dou o nome da minha coluna em homenagem à Cláudia, a rainha dos baixinhos oprimidos.

Pedro Rosa inaugura mais uma coluna semanal do Londripost.

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Por Beto Carlomagno

Sabe, Nine tinha tudo para ser um dos meus filmes favoritos. Eu adoro musicais; o diretor, Rob Marshall – que dirigiu o excelente Chicago – tem grande experiência no gênero; tem um elenco de primeira com estrelas que fazem parte dos meus favoritos no cinema, como Jude Dench, Penélope Cruz, Nicole Kidman, Marion Cotillard, Kate Hudson e o grande Daniel Day-Lewis; mas a coisa simplesmente não funciona. Sim, o filme não me agradou em praticamente nada, nem mesmo a interpretação de Day-Lewis, normalmente acima de qualquer suspeita, é digna de nota nesse musical em muitos momentos equivocado.

Vamos por partes. Primeiro a sinopse. O filme acompanha a vida de um diretor de cinema, Guido Contini, que está às voltas de produzir uma das suas maiores obras, isso depois de dois grandes fracassos. Nesse meio tempo, entre preparar tudo para as filmagens e escrever um script que simplesmente não sai, ele tem que lutar para resolver todos os seus problemas pessoais, que estão ligados às sete mulheres da sua vida. Marion Cotillard interpreta a esposa, Luisa, uma atriz descoberta por Contini, que, após se casar com o diretor, entra no esquecimento, não atuando mais e sendo lembrada apenas pelos filmes do próprio marido. Ela realmente o ama, mas enfrenta todos os dias suas traições e mentiras. Cotillard é uma das poucas a entregar uma interpretação forte e condizente com o esperado. Além disso, ela está mais linda que nunca. Outra que é um destaque, sendo indicada ao Oscar inclusive, é Penélope Cruz, que interpreta a amante apaixonada de Contini, Carla. Sua interpretação é forte e viva. Seus momentos na tela fazem o filme ter um pouco mais de força. De resto, sobra para o público aparições esquecíveis de Kate Hudson, Nicole Kidman, Sophia Loren, Fergie e até da grande Jude Dench.

Outro ponto fraco do filme são suas músicas. As canções não têm força e nem chegam a empolgar o espectador, algo que para um musical é bem importante, senão o mais importante. Você espera todo o tempo por uma música que o faça se empolgar com a projeção, mas isso não acontece em grande parte do filme, a não ser pelas canções de Penélope Cruz e de Fergie. Suas interpretações para “A Call from the Vatican” e “Be Italian” possuem a força que esperamos, mas nada que salve o filme.

Claro que o filme não é de todo perdido, sua direção de arte, fotografia e figurinos são belíssimos e de um capricho habitual para o diretor. Voltando a interpretação de Daniel Day-Lewis, a decepção é clara. Seu Guido Contini não convence em momento nenhum. Nem seu sotaque passa, ele parece o tempo todo forçado e em alguns momentos até irritante. É triste ver um filme com tanto potencial não atingir nem metade do esperado, e passar a ser lembrado por sua parte técnica. O filme foi totalmente ignorado em grande parte das maiores premiações e fracassou nas bilheterias mundiais.

*Beto Carlomagno é estudante do terceiro ano de Jornalismo da UEL e assina o blog Behind The Scenes.

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por Fernanda Cavassana

Tem sim! Às 20:30, hoje, em todo o mundo!

Cada país seguindo seu fuso horário e muitas cidades aderindo à campanha da Ong WWF contra o aquecimento global. Aqui no Brasil, segundo o site do Globo Amazônia, 72 cidades vão aderir a campanha e terão suas lâmpadas desligadas por um período de uma hora. No Rio de Janeiro, até o Cristo Redentor ficará no escuro.

Nas cidades que já passaram pelo horário dedicado a campanha, pessoas tiram foto da escuridão e publicam no Flickr destinado a reunir esses registros.

No Twitter, a campanha é mostrada pelas tags #horadoplaneta e #earthhour

No site destinado à Hora do Planeta (Earth Hour) você pode conferir mais informações.

Se quiser aderir, assim como muitos em todo o mundo fizeram hoje, fique no escuro por 60 minutos e ‘colabore’ contra a emissão de gás carbônico. Abaixo, o vídeo oficial da campanha.

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Por Fernanda Cavassana

Primeiro mês como um universitário da UEL já está acabando. Você já conhece seus colegas de sala e alguns (espero que a maioria) dos seus veteranos. Se a integração em seu curso já aconteceu, principalmente com sua turma que te acompanhará por alguns anos ainda, por que perder a oportunidade de interagir com a galera dos outros cursos agora?

A partir de segunda-feira (29/03) uma comissão da Associação Atlética da UEL estará, ao meio-dia, no Restaurante Universitário (RU) para que os ingressantes de 2010 possam se inscrever no primeiro campeonato interno do ano. A competição Calouro UEL é voltada para os estudantes do primeiro ano dos cursos de graduação da UEL. Os jogos acontecerão durante o mês de abril, prosseguindo até maio.

Informações Online

Depois de enfrentar problemas na comunicação no ano anterior, a Associação Atlética da Universidade Estadual de Londrina (AAUEL) está atualizando seu novo blog e seu twitter com mais freqüência. Buscando facilitar e aproximar o contato das ações da atlética com o resto da universidade, os endereços eletrônicos serão utilizados para publicação de textos informativos, assim como divulgação de jogos e tabelas. Para tanto, estudantes do curso de jornalismo da universidades agora fazem parte da associação.

Além do Calouro UEL, durante o ano, a associação promove outros jogos internos entre os cursos (JiUEL) e campeonatos como o Uelbledon – competições de tênis.

Serviço

Calouro UEL 2010

Inscrições de 29/03 a 08/04 no RU (somente ao meio-dia)

Taxa de inscrição: R$ 3,00 por atleta inscrito em cada modalidade

Modalidades: Xadrez, Tênis de mesa, Natação, Atletismo, Bilhar, Truco, Basquete, Vôlei, Handebol e Futsal

Congresso Técnico: dia 09 de abril, às 12h

Jogos de 12/04 a 14/05 (das 17h às 19h)

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