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Archive for Maio, 2010

por Pedro Rosa

A única parte que eu assistia do Jornal Nacional era a previsão do tempo, só pra ver se acertavam ou não. A probabilidade de se acertar a previsão do tempo (na minha concepção) é de 1 em 12.234.678. Odeio o fato de haver até empregos para prever o tempo, sendo que os ocupantes de tais cargos sempre erram e nunca são demitidos. Por exemplo: fizeram um estudo do tempo e clima (não sabe a diferença? Google it) para a data perfeita do segundo Air Race que ocorreu no Rio esse ano. Foram analizados 8 anos das condições meteorológicas do Rio de Janeiro para concluirem que NÃO iria chover no domingo de 9 de Maio de 2010. Adivinha no que deu… chuva. (¬¬)
Daí, ontem estava previsto que choveria horrores em Londrina, e o que deu: Nada. Que surpresa não! Estava eu esperando aqueles dilúvios comuns desse ano pra viver um momento Rio. Mas se vôce não mora no RJ e mesmo assim sofreu com chuva, divirta-se, aproveite da situação e desfrute do momento casa a beira mar (ou poça d’água gigante, dependendo do caso).

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Por Beto Carlomagno

Fúria de Titãs (Clash of the Titans)

Está em cartaz no Brasil, e também em Londrina, desde sexta-feira retrasada (21), o filme Fúria de Titãs. O filme dirigido pelo francês Louis Leterrier (o mesmo de O Incrível Hulk) é um remake do clássico homônimo de 1981. Fúria de Titãs acompanha a história de Perseu (Sam Worthington), um semideus, filho de Zeus (Liam Neeson) com uma humana, que decide lutar do lado dos homens contra a vontade dos deuses. A batalha é desencadeada pelo pedido de Hades (Ralph Fiennes) de que a princesa Andrômeda (Alexa Davalos) fosse sacrificada como uma forma de demonstrar a submissão dos humanos perante os deuses. Perseu resolve partir para a guerra como forma de se vingar dos deuses por terem matado seus pais (uma mudança grande em relação ao roteiro do original, que colocava Perseu nessa jornada por amor e não por vingança).

O filme, que vinha gerando uma grande expectativa nos fãs de cinema fantástico, acabou sendo decepcionante. Se você busca por grandes batalhas, cenas de ação de tirar o fôlego e vários personagens da mitologia caracterizados de forma até que interessante, você até encontrará nesse Fúria de Titãs. Mas, se você quer algo com uma história melhor e mais intrigante, com um roteiro que o faça pensar – ou pelo menos seja bem escrito, desista. O novo Fúria de Titãs é o típico filme feito para aqueles dias em que você quer se sentar na sala de cinema, desligar o cérebro e acompanhar belas cenas e muita ação e pancadaria rolando na tela. As belas cenas são por conta dos excelentes efeitos especiais, um dos grandes méritos desse novo filme, das belas paisagens escolhidas pela equipe de produção – o filme quase que todo rodado em locação – e da excelente parte técnica do filme, os figurinos e a cenografia são realmente bons. Além disso, as cenas de ação aceleradas são divertidas e realmente bem orquestradas.

Do resto, Fúria de Titãs foi uma grande decepção, e muito disso se deve ao diretor. Louis Leterrier é aquele típico diretor peão do estúdio. É contratado para fazer tudo que o estúdio pede e com o roteiro que tem em mãos. Ele é apenas um nome centralizando o controle do estúdio e isso se reflete na direção de atores, que é extremamente fraca. Sam Worthington continua com a mesma cara de machão/fodão que deve colocá-lo entre os grandes heróis de ação, algo que está em falta no cinema atualmente, já que desde seu auge, no fim dos anos oitenta e início dos noventa, esse gênero deu uma caída. No fim dos anos noventa e início dos anos dois mil o herói de ação era mais o cara normal, na situação que exigia dele certo heroísmo. Esse cara continua, mas agora esses heróis machões que matam todos estão voltando, auxiliados pelo retorno de alguns dos grandes nomes daquela época aos cinemas, como Sylvester Stallone, e com o surgimento de novos candidatos às vagas deixadas por outros que não tiveram tanta sorte. Vin Diesel – que já provou só funcionar em franquias já pré-estabelecidas – e The Rock falharam em assumir esse posto, mas Worthington tem despontado como favorito atualmente, vamos ver o que o futuro reserva para ele.

Temos também no filme, alguns grandes atores que parecem estar ali para pagar as contas. Liam Neeson e Ralph Fiennes surgem em papéis tão canastrões que chega a ser constrangedor em alguns momentos acompanhar suas cenas. Então fica o aviso, o filme só vale se você quiser distração descompromissada em que seu cérebro permanecerá concentrado no visual.

P.S. o filme foi lançado também em 3D, graças a essa mania de converter tudo que está sendo lançado. Eu não vi em 3D porque tudo que li sobre me desanimou. A conversão foi feita às pressas para aproveitar a febre e acabou depondo contra o filme. Dizem que os atores chegam a ficar destorcidos na maioria das cenas. A dica da maioria dos sites que viram em 3D é que vale mais a pena ver em 2D. Fica a dica!

*Beto Carlomagno é estudante do terceiro ano de Jornalismo da UEL. Além da coluna “Sessão de Domingo” ele assina o blog http://behindthescenes-takes.blogspot.com/

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*texto retirado do Portal Bonde NEWS

UEL ganha três prêmios no “Sangue Novo” de Jornalismo

Destaque para a professora Flávia Bespalhok, que orientou os vencedores nas categorias Reportagem para rádio e Radiojornal laboratório

A Universidade Estadual de Londrina (UEL) foi um dos destaques na entrega do prêmio Sangue Novo de Jornalismo, entregue na noite de quinta-feira (27) no Memorial de Curitiba. O estudante Edison Vitoretti Junior, do segundo ano, conquistou o primeiro lugar na categoria reportagem impressa com “Olhos Emotados de Cimento e Lágrima”.

Em reportagem para rádio, a UEL teve dois estudantes premiados. Camila Vencelsau Meira, do 2º ano, conquistou o primeiro lugar com “Basquete para Deficientes Físicos”, enquanto Janaína Assis de Castro Gomes, Luiz Gustavo e Ticiane de Oliveira, do quarto ano, ficaram em terceiro com “Mudando para melhor: o esporte na inclusão social de deficientes físicos”.

Os dois trabalhos foram orientados pela professora Flávia Bespalhok. Flávia também orientou o vencedor da categoria Radiojornal Laboratório, com o “Frequência Londrina”, dos estudantes do segundo ano.

A Unopar também foi premiada no Sangue Novo. O webjornal laboratório ComTexto, produzido por estudantes do 3º ano, ficou em terceiro lugar, sob orientação do professor Reinaldo Zanardi.

Clique aqui para ver a lista completa de vencedores

Para ver o texto no Portal Bonde clique aqui.

O Londripost já havia citado o Radiojornal Laboratório vencedor (clique aqui para ler o post).

Parabéns aos colegas estudantes do curso!

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por Lígia Zampar

O paciente está em tratamento há um ano por problemas psiquiátricos. Devido à estabilização do seu quadro, começamos a procurar por algum familiar ou responsável, porque ele precisa de tratamento extra-hospitalar. Nosso departamento de enfermagem solicitou que uma estagiária indígena tentasse contato com ele, mas ela não conseguiu”

Diretora-geral do Hospital Psiquiátrico de Maringá, Maria Emília Farisoto de Mendonça.  

Um índio de origem paraguaia, que está há mais de 1 ano internado no Hospital , foi identificado nesta sexta-feira (28). Por não falar português, equipes do hospital e da Secretaria Municipal de Assistência Social não conseguiam se comunicar com o indígena para definir sua origem.

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por Lígia Zampar

Depois de uma semana corrida, quase uma sexta-feira chegando, nada melhor do que rir um pouco. E melhor ainda, e rir dos outros!

Essas respostas foram todas dadas em provas por alunos, que mostraram que criatividade não falta para essa criançada.


Para ver mais, clique aqui!

Do Insoonia

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Por Daniela Brisola

 

Alexandre Herchcovitch para as crianças

Nessas horas quem não quer ter uns 4 anos de idade?! Ser criança novamente nem que seja por algumas horas, só pra poder usar a coleção que o estilista Alexandre Herchcovitch fez para a C&A.

Tanto para as meninas quanto para os meninos, o estilista pensou em tudo. Coleção completa, dos pés a cabeça. Tudo lindo e com a marca registrada dele.
Para conferir a coleção completa e em quais lojas a coleção estará disponível clique aqui.

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Por Fernanda Cavassana

A UEL tem muitos cachorros e eu amo os meus. Para quem mora longe de casa (lá vem as tentativas de crônica da Fer falando da vida de estudante dela) e morre de saudades de seus bichinhos, não há como andar pelo campus sem lembrar dos seus.

Hoje, enquanto ia para aula, um me chamou a atenção. Era novo na área da reitoria. Grande, marrom e brincava com a grama de um jeito que me fez rir. Vira-lata, lógico. A cabeça que estava bem ocupada com a noite anterior mudou o foco dos pensamentos e me levou até o Billy.

Billy era bem parecido com o cachorro que eu vi, mas só nos dias que ele estava bem. Porque Billy era “de Lua”, de um jeito que até irritava. Cresceu e morreu em minha casa; nos últimos anos, rabugento demais. Espoleta, tinha energia de sobra. Quando minha avó acordava para preparar o café, ele já estava acordado. E só dormia depois que todos já haviam deitado. Mesmo mais velho, ainda continuava com seus horários. Era parceiro, um bom companheiro. Até para ouvir minhas histórias chatas quando não queria conversar com mais ninguém. Só com ele.

Billy rosnava para pessoas estranhas, quando elas chegavam perto dele. Mas era só por frescura. Ele gostava de fazer amizades e no fundo gostava era de brincar com estranhos. Nunca mordeu ninguém, mas a cara feia era indispensável. Lembro de uma única vez que avançou de verdade em uma pessoa. Uma garota da vizinhança, que vendo o portão de casa aberto, entrou para oferecer alguma coisa que vendia. Billy não só rosnou como grudou na saia cumprida da menina, que chorou com a mordida na perna. E quer saber? Foi até bom. Ela era intrometida, oras.

Gosto de andar pelo campus e ver cachorros por todos os lados, mas agora vou olhar para eles, querendo o meu. Billy foi bem cuidado e morreu de velhice, apesar de apresentar algumas doenças que o veterinário insistia em dizer que era estresse. Sim, para ele, Billy era estressado. Estressados devem ser os da UEL que aguentam esses universitários e suas histórias pelo calçadão todo santo dia.

Billy é uma lembrança bonita que tomou meus pensamentos durante todo o dia. Suas mordidas, seus rosnados e carinhos com os estranhos, a conversa que eu tinha com ele – muitas vezes sem obter resposta. Tudo me faz falta. Saudade de tê-lo comigo.

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