Feeds:
Artigos
Comentários

Archive for Maio, 2010

Por Fernanda Cavassana

Em outros posts de terça já divulgamos blogs e outros trabalhos “da casa”. Mas essa foi uma das funções projetadas para o Londripost. É de quintal, mas vale a pena conferir.
Ponto Final é uma revista online produzida pelo terceiro ano de jornalismo noturno da UEL.
Desenvolvida na disciplina de Técnicas de Reportagem, Entrevista e Pesquisa Jornalística III, a revista foi a opção escolhida pelos estudantes que também poderiam produzir um jornal impresso. Eles trabalham em grupos, e estes são definidos previamente durante as aulas, e trocados a quatro edições. O trabalho, orientado pela professora Rosane Borges, terá o total de 16 edições, sendo produzido até quase o final do ano.

Pelo site Issuu (http://www.issuu.com) eles disponibilizam as edições já publicadas. No momento, você pode conferir as três primeiras edições da revista. O site é recomendado para o compartilhamento de arquivos em PDF. Nele, é possível observar detalhes das imagens e diagramação, bem como ler tranquilamente os textos, graças ao zoom.

Daqui a pouco, sairá a quarta edição da Ponto Final. Nesta, a capa será com os londrinenses que irão até a África cobrir a Copa do Mundo. Não deixe de ler e acompanhar também as futuras edições: http://www.issuu.com/jornalnoturno

Anúncios

Read Full Post »

Por Vitor Oshiro


Quem é fã de literatura ou já prestou vestibular conhece a excelente obra “O Cortiço”, de Aluísio Azevedo. E, assim como a fama da obra, há uma peculiaridade na narrativa que é de senso comum: o protagonista não é um homem ou uma mulher, ele se configura como o próprio cortiço.

Para mim, a série Lost pode ser entendida como uma evolução da obra de Azevedo. Digo isso pois a série também traz um lugar como personagem principal – a ilha -, porém, consegue que os personagens secundários nos encante. É impossível pensar em alguém que acompanhou os seis anos misteriosos da narrativa criada por Carlton Cuse e Damon Lindelof e vai esquecer esses personagens secundários. Ao contrário de “O Cortiço”, que nos deixa apenas com algumas histórias inusitadas na lembrança.

Mas, as comparações entre as duas obras param por aqui. Aliás, essa comparação é sem sentido por se tratarem de épocas e, principalmente, propostas diferentes. Lost não parecia ter a pretensão de se tornar o que se tornou. O objetivo era ser uma das mais famosas e assistidas séries de televisão. Conseguiu isso e muito mais além. Ela se tornou um marco pela interatividade e pelo grau de paixão que criou com os fãs.

E, assim como a série cresceu, as personagens também mudavam. Todas passaram por períodos de rejeição, amor, idolatria, indiferença pelo público. Mas, afinal, o que é ser humano? Não é passar por rejeição, amor, idolatria, indiferença e todos os outros sentimentos? Sim, Lost explorou isso e nos fez sentir que aqueles personagens eram humanos de um modo muito maior do que as “histórias baseadas em fatos reais” espalhadas por aí. Parece ridículo dizer que uma histórica tão fictícia possa ser tão real, porém, Lost atingiu este paradoxo de uma forma quase que perfeita.

E seu último episódio, exibido nos EUA domingo (23/05), veio a coroar tudo isso. Se sua vontade era ter todas as respostas mastigadas, fique com as novelas da Rede Globo. O fim de Lost trouxe uma carga emotiva impactante e nos deixou com uma sensação estranha de dar mais valor às perguntas do que às respostas. Um desfecho enigmático e coerente com o que foi toda a história.

Porém, o fato de algumas explicações terem ficado pendentes é o que torna a série imortal. O último episódio foi ontem, entretanto a série continua nos fóruns espalhados pela internet e, principalmente, na cabeça de cada fã, que bola hipóteses e teorias que vão das mais científicas às mais espirituais possíveis.

Científico e Espiritual. Esse foi apenas um dos dualismos que a série apresentou. Um balaio de sociologia, filosofia, lendas, física, matemática, entre outras. Lost não pode ser vista como uma série famosa, mas como uma revolução no modo de contar uma história. E, mais uma vez ressalto: uma revolução com rostos marcantes, afinal, que irá esquecer o jeito coerente de Jack, a fé de Locke, a redenção de Sayd, a simpatia de Desmond, as “sardinhas” de Kate, o ar de “anti-herói” de Sawyer, a generosidade de Hugo, a complexidade de Ben e muitas outras personagens que, mesmo entrando em nossas vidas por 50 minutos de semana a semana, se portavam como se fossem da nossa família.

Com isso, termino agradecendo aos produtores por ousarem e nos brindarem com este banquete, ou melhor, com essa obra-prima. Pronto, encontrei a palavra perfeita. Lost é isso: uma obra-prima, daquelas que muitos olham e acham apenas borrões ridículos sobre uma tela, porém, que outros – e espero que seja a grande maioria – reconheça o valor de algo único e especial.

Vitor Oshiro se desligou do Londripost recentemente e escreveu este “Recomendamos” especial sobre o fim da série Lost.

Read Full Post »

Pedir favores

por Pedro Rosa

Hoje no meu post quero falar sobre pedir favores. Todo mundo pede favores, normal, mas tem aqueles que abusam. È aquela velha história, pede a mão e leva o braço (nem sei se é assim, mas deu pra entender). Tem favores que podem ser recusados, mas tem um favor que não dá pra recusar, e não é por educação não, é porque se você recusar vai dar problema que é o favor de mãe.

Mãe sempre tem aquela mania de “pedir” favores nada abusivos(¬¬) como: “Filho, seca aquela louça lá pra mim, enquanto eu assisto Casos de Família” ou “Passa aquele pano no seu quarto enquanto eu pinto a unha”, e lembro-me de um que a minha mãe me pediu: “Filho, estou com um dó do povo de SC por causa da chuva, sepera SÓ roupas suas que eu quero fazer caridade”. Agora, ai de você se recusar. Quando se nega um favor desses, sempre acontece a mesma ladainha: “Eu te carreguei 9 meses…” ou “Eu faço tudo pra você”, e ainda “Você não serve pra nada”.

Mãe, podem pedir, de verdade, mas sejam mais persuasivas que isso. Não adianta me responder as coisas acima citado, eu não ligo. Agora, se minha mãe me pedisse do jeito que a Dona Lourdes pede, eu faria numa boa (mentira).


Read Full Post »

por Beto Carlomagno

Estou de volta com mais um filme em exibição no Cine Com-Tour UEL. Não, não é nada pessoal com o cinema, o ponto é sempre o fato de bons filmes serem exibidos lá, e esse A Estrada não foge a regra. O filme, estrelado por Viggo Mortensen (o Aragorn da trilogia O Senhor dos Anéis), conta a história de um pai (Mortensen) que viaja por um mundo destruído com seu filho (Kodi Smit-McPhee) em busca de um lugar melhor para viver. O medo é o sentimento presente na vida dos dois durante toda a viagem, já que todos os sobreviventes acabaram se juntando em grupos e se tornaram canibais, já que não há muita comida pelo mundo.

A alma do filme, apesar de soturno e deprimente, reside na esperança de pai e filho de encontrarem um lugar melhor, conseguindo assim sair daquele frio constante e poder viver sem o medo sempre espreitando. O amor de um pai pelo seu filho é o que move as ações do personagem de Viggo Mortensen desde o início do filme. Ele tem consciência de que não viverá para sempre, mas protegerá seu filho até o último momento de vida e o ensinará a se defender para que possa se virar sozinho futuramente. A realidade torna o personagem duro, e pelo que vemos, o que o impede de se tornar algo próximo do que os outros se tornaram é a presença de seu filho, que o lembra da bondade e do amor existentes no mundo.

A fotografia cinzenta e escura traduz aquele sofrimento e aquele frio presente na vida dos personagens. Principalmente quando contrastada com o vigor e as cores quentes dos flashbacks que trazer o amor de uma família de volta a tela, mas que vai se apagando conforme o tempo de vida naquele mundo destruído vai passando. Nessa parte, Charlize Theron entra em uma ponta forte como a esposa do personagem de Viggo, uma mulher deprimida que não aguenta aquele mundo e que toma a decisão de acabar com o sofrimento, uma mistura de fraqueza e força da personagem.

Outro ponto forte do filme é sua trilha sonora. Nick Cave entra para criar uma trilha pontual que marca o filme. Se o filme peca em algum ponto, é em sua duração. Às vezes o filme se torna cansativo com as longas caminhadas. O diretor, John Hillcoat, poderia ter reduzido um pouco sua duração e tornado o filme mais ativo, mas isso não é nada que estrague a ótima experiência que é ver A Estrada. O filme ainda conta com participações de Robert Duvall e Guy Pearce, em personagens importantes para o desenvolvimento dos personagens principais e para a história.

Read Full Post »

por Lígia Zampar

Luis Fabiano está muito bem. O Kaká realmente nada tem no púbis (problema que teve no início do ano). Ele tem um edema no adutor da coxa esquerda. O prognóstico dos dois é altamente favorável. A tendência é de que os dois participem normalmente do cronograma de trabalho, junto aos demais atletas.

O médico da seleção brasileira José Luiz Runco, em entrevista hoje (21/05/2010) em Curitiba.

Read Full Post »

por Ligia Zampar

Do Globo

Read Full Post »

por Ligia Zampar

Read Full Post »

« Newer Posts - Older Posts »