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Archive for Agosto, 2010

por Lígia Zampar

 Saindo do Recomendamos de Gastronomia e continuando com o de Televisão, hoje recomendo o seriado Leverage, uma série da TNT que começou em dezembro de 2008.

Leverage

Leverage conta com um time de cinco ladrões que usam todo o conhecimento que têm em grandes roubos individuais para corrigir injustiças sofridas por cidadãos que não conseguem se defender sozinhos.

Encabeçando o grupo de trapaceiros que aplica golpes em grandes corporações está Nathan Ford. Após ter perdido seu filho, ele é convencido a participar do grande golpe, com a promessa de se vingar de sua antiga companhia de seguros. Juntam-se a ele Sophie Devereaux, uma trapaceira que usa seus dotes artísticos para conseguir o que quer; Eliot Spencer, um “especialista em recuperações” com incríveis habilidades de luta; Alec Hardison, um mago da tecnologia e equipamentos que mantém a equipe conectada; e Parker, uma ladra excêntrica que adora saltar de prédios ou se meter em lugares apertados.

Juntos, estes golpistas aplicam sua energia, seu raciocínio rápido e mente afiada em episódios com suspense, ação, trama inteligente e comédia.

A atuação da atriz Beth Riesgraf é um show a parte. A sua personagem Parker tem uma personalidade, no mínimo, excêntrica e é para mim, a melhor do grupo.

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Por Beto Carlomagno

Morte no Funeral (Death At A Funeral)

Quando remakes são anunciados é comum surgirem vários questionamentos quanto à necessidade de realização, qualidade do que está por vir e relevância. A coisa só piora quando o remake em questão é de um filme recente, como é o caso desse Morte no Funeral, que está saindo direto em DVD aqui no Brasil. O filme é um remake de uma produção inglesa de mesmo nome lançada em 2007 e dirigida por Frank Oz.

Ai você me pergunta por que eu assisti a esse filme. Eu respondo. Fiquei curioso por gostar muito da produção de 2007, que acho uma boa comédia e que realmente me fez rir, algo que não acontece frequentemente. Os filmes acompanham a reunião de uma família, um pouco distante, para o funeral do pai do protagonista, no remake interpretado por Chris Rock. Como toda comédia, esse cenário serve para o aparecimento de situações incomuns que levam ao riso, e nas duas produções, a ideia é se utilizar dos dramas familiares como base para piadas e situações constrangedoras.

Na descrição da sinopse já se percebe uma coisa: nada no plot da história é mudado para a produção, então, o fator novidade é zero para quem viu o filme original. As cenas são simplesmente refilmadas com um novo elenco, elenco esse que contém bons nomes da comédia norte-americana, como o já citado Chris Rock, Martin Lawrence, Tracy Morgan, Regina Hall e Luke Wilson, mas que nada fazem para salvar o filme do fracasso criativo. Todos parecem apáticos em cena.

As novidades na produção se resumem em poucas adaptações culturais e temporais, mas nada que acrescente ou o torne mais relevante. Além disso, o humor negro britânico, sarcástico e ácido, perde espaço para um humor mais histérico, cheio de gags e exageros. Eles também inseriram algumas subtramas desnecessárias que só tornou o filme mais confuso e dispensável. Esse realmente não é um filme que ajudará na carreira do diretor Neil LaBute, que tem no seu currículo outras obras fracas como Possessão com Gwyneth Paltrow e O Sacrifício com Nicolas Cage. Quer um conselho, procure a produção original, essa realmente merece ser vista.

Os trailers abaixo são uma ótima forma de notar a diferença entra as duas produções, que basicamente seguem o mesmo roteiro:

Trailer do original:

Trailer do remake:

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por Lígia Zampar

É um prêmio atraente e muita gente está comprando a rifa, principalmente as pessoas dos setores populares que não têm recursos para fazer uma operação deste tipo”

O candidato Gustavo Rojas, do principal partido opositor da Venezuela, decidiu rifar uma cirurgia de implante de silicone nos seios para, segundo ele, financiar sua campanha e angariar votos, faltando um mês para as eleições legislativas no país.

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Amanhã é dia de comer MC!

por Fernanda Cavassana

Amanhã, 28/08, é dia de dar uma passadinha no MC Donald’s, pedir um Big Mac burguer e ajudar

 as crianças com câncer de todo o país. É o MC Dia Feliz!

Um dos exemplos de instituições ajudadas pela campanha é a Ong Viver, em Londrina, que cuida de crianças com câncer.

Compre um Big Macpor R$ 8,50! Todo o valor arrecado será doado para as intituições auxiliadas pela campanha.

Você sabia?

McDia Feliz é o evento que mais arrecada fundos para a causa do câncer infanto-juvenil;

– Desde 1988,  a campanha já doou cerca de R$ 110  milhões a instituições sociais brasileiras;

– A arrecadação do McDia Feliz 2009 foi a maior conseguida no Brasil: R$ 11.661.422,24 com a venda de aproximadamente 1,34 milhão de sanduíches Big Mac.  (Fonte: http://www.instituto-ronald.org.br )

 

Siga e acompanhe: @McDiafeliz

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por Lígia Zampar

Que fazer humor com as eleições está proibido, todo mundo sabe.

 Mas fazer as campanhas políticas parecerem piadas não está proibido, né?

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Às vezes me pego pensando sobre a integração entre cursos da UEL. Será que essa integração existe ou não? Eu que não saio para conhecer pessoas de outros cursos ou realmente há certos cursos que não se misturam?

Penso que se eu não fizesse uma atividade extra-curricular, como jogar pela Atlética Geral, eu não teria conhecido quase ninguém de outro lugar da UEL, senão do departamento de Jornalismo. Tudo bem, não vou em cervejadas ou festas em repúblicas, mas será que deveríamos conhecer novas pessoas apenas em lugares regados a álcool?

O álcool realmente ajuda a desinibir e fazer com que a integração ocorra. O detalhe é que a integração não ocorre pela pura integração de cursos. Essa tal integração, na maioria das vezes, possui intenções não-acadêmicas.Não digo que seja errado. Universidade existe para se fazer amigos, conseguir amores passageiros e namoros duradouros, mas estranho o fato de as pessoas terem de ir a uma festa para descobrir que uma menina que faz física não é nerd e bitolada, que alguém de dread pode não estudar Ciência Sociais e que alguém de Agronomia pode não gostar de sertanejo e caminhonetes.

Chegamos a ver sempre as mesmas pessoas no RU, mas nunca a cumprimentamos ou puxamos papo, porque tememos ser tachado de invasivo, entrão ou estranho. Penso que a universidade passaria a ser ainda mais legal se deixamos um pouco os preconceitos de lado. Às vezes, aquela pessoa que sorriu pra você, mas não a conhece, quis ser apenas amigável.

O mercado de trabalho já nos deixará tão comedidos quanto às atitudes e falas, não há porquê adiantar essa vida travada por normas sociais na universidade. Somos jovens e devemos agir como tal. Como pessoas abertas a novas experiências que aceitam o “oi” da menina de cabelo laranja, a acenada com a cabeça do menino de calça rasgada e havaiana e a festa regada a sertanejo, bota e fivela.

Se a universidade nos renderá os melhores anos de nossas vidas. Por que não aproveitá-los com desmistificações e aprendizados sociais? E isso serve para mim mesma.

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Cartaz do tão aguardado Starcraft II: Wings of Liberty

Depois de muito badalado e esperado, finalmente, foi lançada a continuação de um dos jogos de estratégia mais conhecido e conceituado de todos os tempos, o Starcraft. E as críticas do jogo variam de cinco estrelas a nota 96 (numa escala de zero a cem). O que isso quer dizer? Quer dizer que:

“Starcraft II – Wings of Liberty” finalmente chega para saciar a fome dos fãs que há doze anos esperaram por uma continuação, com sabor especial para os brasileiros, que ganham versão totalmente traduzida para o português. A mecânica é antiquada, mas foi polida à exaustão e ganha um sopro de juventude com o brilhante design de fases que cria situações diversificadas e empolgantes. Somado isso a uma rica mitologia, produção hollywoodiana e funcionamento elegante, o game nunca deixa o jogador tirar os olhos do monitor. Acrescente ainda o multiplayer que marcou uma geração e um editor de mapas poderosíssimo e o título certamente se coloca como o mais relevante lançamento do ano.

análise da Uol Jogos

“Starcraft II: Wings of Liberty” é a continuação do famoso jogo de estratégia (RTS) Starcraft. Ambientado dois anos após o primeiro episódio, Wings of Liberty retrata a luta de Jim Raynor, um Terran que após a destruição dos Zerg no primeiro Starcraft, formou um grupo de rebeldes para destronar o governo doImperador Mengsk, um governador corrupto de um sector da via láctea chamado Koprulu.

Para quem não conhece a série, Starcraft é um jogo de ficção científica, que se baseia numa guerra galáctica que decorre no século 26 e que coloca três raças pela luta da sobrevivência: os Terrans, seres humanos exilados do planeta terra; Zerg, uma raça semelhante a insectos que luta pela perfeição genética; e osProtoss, uma raça humanoíde que luta pela sobrevivência da sua civilização e das suas filosofias.

O grande ponto da Blizzard, produtora do jogo, foi renovar os gráficos e ampliar a história de uma maneira a renovar o interesse dos velhos fãs do jogo e atrair novos admiradores. Isso tudo, mantendo seu estilo de engine (modo de o jogo funcionar). Os vídeos que aparecem antes dos níveis e o menu interativo (que permite escolhermos músicas, interagir com a “televisão” e o “rádio”, tudo em 3D) ilustram o brilhante trabalho feito.

Infelizmente não testei o jogo em multiplayer, mas a análise do site My Games E-Zine nos dá uma noção do que seria Wings of Liberty online:

O modo multiplayer é um dos pontos mais altos de Starcraft 2: Wings of Liberty, e é onde iremos colocar a nossa prática à prova, jogando contra vários jogadores do mundo inteiro. Este modo multiplayer é suportado pelo sistema Battle.net, que grava todas as estatísticas do jogador, e agora possui um sistema de replay que permite rever um jogo anteriormente jogado. No modo campanha temos acesso a uma facção, mas em multiplayer poderemos jogar com as três facções e em vários modos como todos contra todos, 1 contra 1, 2 contra 2, 3 contra 3, 4 contra 4 e uma equipa de jogadores humanos contra o computador.

Pra quem procura um jogo de estratégia perfeito, Starcraft II: Wings of Liberty é o nome! O game pode ser adquirido em lojas ou pelo site da Blizzard, cuja versão digital para download custa R$105,00.

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