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Archive for the ‘Internacional’ Category

por Leonardo Caruso

Ei, pra você aí que se confundiu o dia de postar e estava achando que era sexta, o Humor-de-quinta vai valer hoje também!

E em homenagem ao fim de semana, pedimos só para não exagerarem na bebida/tóxicos. Pelo menos não durante o dia e em lugar com muita gente…

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por Lígia Zampar

Explicando o Salvamento dos Mineiros Chilenos para os Nerds

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por Leonardo Caruso

A frase da semana não é sobre Serra/Dilma. E a frase não é uma frase.

Claudio Yanez, 34, é recebido por sua mulher após ser o oitavo mineiro a ser resgatado

A imagem da semana é um retrato tirado no Chile, do resgate do oitavo mineiro soterrado em uma mina há mais de dois meses.

*fonte: Estadão

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por Lígia Zampar

Quero ser claro e confirmar em 100% que não haverá Alcorões queimados amanhã (sábado) às 18 horas como estava previsto”

declaração do líder evangélico K.A. Paul, diante da igreja de Gainsville, durante uma entrevista coletiva à imprensa .

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por Beto Carlomagno

(The Girl With The Dragon Tattoo nos EUA e Män Som Hatar Kvinnor na Suécia)

Finalmente consegui ver o tão falado filme sueco Os Homens que não Amavam as Mulheres, adaptação do primeiro livro da trilogia Millenium, escrito por Stieg Larsson, e que é sucesso no mundo todo. O filme, assim como o livro, acompanha a história de um jornalista investigativo, Mikael Blomkvist (Michael Nyqvist), que acaba de ser condenado por difamação contra um grande empresário sueco. Ele teria forjado todo o material e as provas presentes em sua matéria, publicada pela revista fictícia Millenium (daí o nome da série de livros). Seu último trabalho, antes de ser preso, é investigar um desaparecimento de mais de quarenta anos de uma mulher, Harriet, sobrinha do homem que o contrata, em uma pequena vila no norte da Suécia.

Os Homens que não Amavam as Mulheres

Quando Mikael se vê em um beco sem saída em sua investigação, ele recebe a ajuda inesperada de uma das poucas pessoas que acredita na sua inocência, Lisbeth Salander (Noomi Rapace), uma hacker que foi contratada para pesquisar e descobrir o máximo possível sobre a sua vida antes de ele ser contratado para o trabalho. Mesmo depois de entregar sua pesquisa sobre Mikael, Lisbeth continua a acompanhar a vida do jornalista de longe, com uma pequena obsessão por seus atos. Os dois então se juntam para tentar solucionar o caso de desaparecimento.

O filme, considerado por muitos como um exemplar de cinema alternativo, tem essa designação apenas pelo fato de não chegar ao grande público, já que a produção usa e abusa do estilo hollywoodiano de se fazer cinema. Todas as características usadas em produções do cinemão norte-americano de suspense estão presentes na obra, mas isso, claro, se deve também à obra em que se baseia, um livro escrito como um roteiro de um thriller. Não que o filme seja ruim, longe disso, mas é pouco original. O suspense é até interessante e as reviravoltas, constantes nesse tipo de obra, chegam a dar um ânimo ao filme, mas ele não chega a ir além. Outros clichês do gênero, como os personagens dúbios e o incômodo gerado pelo avanço da investigação também estão presentes na produção, que acaba perdendo um pouco da força pela sua longa duração, mais de duas horas e meia – e essa ainda é a versão reduzida, a lançada na Suécia tinha três horas de duração.

Um ponto unânime é o elenco. Michael Nyqvist está convincente no papel do jornalista, mas sem dúvidas que rouba a cena é Noomi Rapace. A intérprete de Lisbeth passa força e sofrimento que vão além de seu visual exagerado e até assustador em alguns momentos. É interessante a construção feita na personagem, que assume traços de uma anti-heroína fadada ao sofrimento, mas disposta a revidar sempre. Ao fim da produção, fica a curiosidade para saber mais da vida da moça, que não é muito bem detalhada na produção. Espero que as próximas partes da série tragam um pouco mais sobre essa grande personagem. O próximo filme, A Menina que Brincava com Fogo, segunda parte da trilogia, tem estreia marcada para outubro aqui no Brasil. Enquanto isso, a título de curiosidade, a primeira parte, Os Homens que não Amavam as Mulheres, ganhará um remake norte-americano no ano que vem. A produção será dirigida pelo ótimo David Fincher (Clube da Luta e O Curioso Caso de Benjamin Button) e terá Daniel Craig (007) no papel do jornalista e a Rooney Mara no papel da hacker Lisbeth. Acredito que um ótimo filme será feito, já que Fincher é conhecido pelas suas grandes produções, além de ter dirigido o ótimo Seven, um dos melhores filmes de suspense já feito.

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Todo mundo tem um sotaque ou uma maneira peculiar de falar. Os cariocas com os “S” e “R” bem fortes, os paulistanos com o tradicional “mêêêu” e os mineiros monossilabando todas as palavras.

Nessa onda, os “bróder” do gueto fazem questão de se destacar. É o que se passa nesse primeiro vídeo, em que o rapaz defende a irmã que sofreu tentativa de estupro e ameaça o criminoso “idiota”. É incrível, mas pelo segundo vídeo, parece que ele fez isso propositalmente.

Nesse clima de remix, vale a pena conferir a versão americana do “truco valendo o toba”.

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por Lígia Zampar

Quem é fã dos livros de Sherlock Holmes, de Sir Arthur Conan Doyle, e assistiu ao filme lançado em 2009 com certeza se decepcionou. Longe daquele homem que consegue resolver mistérios sem sair da sua casa, o longa-metragem coloca ação em todo movimento de Holmes, deixando o seu raciocínio em segundo plano.

Uma nova série da BBC, Sherlock, vem pra mostrar porque Holmes é amado e odiado ao mesmo tempo por seus leitores e agora, telespectadores. Famoso por utilizar métodos científicos e lógica dedutiva, muitas vezes ele se entusiasma com o mistério e esquece que existem vidas em jogo, e por isso parece não ter emoções.

Até agora foi lançada a primeira temporada com três episódios, de 90 minutos cada. O tempo é suficiente para desenrolar um bom enigma e chegar a um desfecho. Os primeiros programas registraram média de 7,3 milhões de espectadores na Grã Bretanha, o que confirmou a realização da segunda temporada, ainda sem número certo de episódios.

A série conta com o ator Benedict Cumberbatch no papel de Sherlock Holmes, além de Martin Freeman, que dá vida ao fiel escudeiro Watson.

Ao contrário da obra literária, onde Holmes vivia na era vitoriana, o seriado mostra o detetive no século XXI: um homem conectado à internet e viciado em SMS. O que torna a adaptação ainda mais irrestível é a capacidade de trazer um personagem de 1887 para o dia de hoje sem perder seu charme, inteligência e, às vezes, arrogância.

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