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Archive for the ‘Opinião’ Category

Porque não saber usar a ‘comunicação’ é ridículo tudo! E o importante é rir entender…

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(do Kibeloco)

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por Leonardo Caruso

Assim como a maioria dos recomendamos feitos pela @ligiazampar lembram comida, os meus lembram música!

Durante essa semana está sendo realizado o festival Demosul, de acordo com os organizadores em seu blog “conhecido como o maior festival de música independente do sul do país”.

Uma das atrações é a banda mineira Pato Fu, que recentemente lançou um álbum entitulado “Música de brinquedo”. Como é o álbum?! Simples: feito com instrumentos de brinquedo!

Os mineiros regravaram músicas próprias e de artistas conhecidos internacionalmente, como Paul Mcartney.

O resultado não tem como ser descrito, apenas ouvido e assistido. Então se preparem para o próximo dia 23/10, em Londrina, no Demosul: Pato Fu!

Com participação especial dos filhos dos músicos, “Música de Brinquedo” é um espetáculo imperdível.

 

Serviço:

Show do Pato Fu no Grêmio Recreativo Londrinense, a partir das 21:30h do dia 23/10 (sábado).

Pontos de venda de ingresso:

1. Sonkey – R. Sen. Souza Naves, 09 – Centro
(Comprando ingressos na Sonkey, é possível preencher um cupom e concorrer a uma guitarra Fender Squier, autografada pelo Pato Fu. O sorteio será realizado no dia 23 de outubro, antes do show da banda
mineira);
2. MT3 Skate Shop – R. Piaui, 877 – Centro;
3. Up Time (escola de inglês) – R. Paranaguá, 688 – Centro.

Preços dos ingressos:
Palco Alona
R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada)
Palco Sumatra e Grêmio
R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada)

Informações IMPORTANTES:
• Não haverá venda ingressos de estudantes nos locais dos shows (meia-
entrada somente antecipado)
• A organização do festival não se responsabiliza por ingressos vendidos
fora dos postos oficiais de vendas
• No caso da meia-entrada, será obrigatório apresentação de carteirinha
de estudante (Ules, Ubes, Universidades)
• Não será permitida a entrada SEM DOCUMENTO DE IDENTIDADE e
CARTEIRA DE ESTUDANTE.
• É proibida entrada de menores de 18 anos.

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por Leonardo Caruso

A frase da semana não é sobre Serra/Dilma. E a frase não é uma frase.

Claudio Yanez, 34, é recebido por sua mulher após ser o oitavo mineiro a ser resgatado

A imagem da semana é um retrato tirado no Chile, do resgate do oitavo mineiro soterrado em uma mina há mais de dois meses.

*fonte: Estadão

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por Lígia Zampar

Se você ainda acredita na sua infância e na pureza dos personagens que sempre foram seus amiguinhos, preste atenção. No mínimo, eles não são normais como você sempre pensou.

Pior do que falar que Papai Noel não existe, é falar que a turma do Pooh usava dorgas.

Mas tem sentido!

Do Cogumelo Louco

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por Lígia Zampar

Crianças são sempre uma gracinha. Ainda mais quando são dos outros. Ontem conversando com a Dani Brisola, que só falava de pentelhinhos, lembrei desses vídeos.

Criança fala cada uma, não?

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Encontrei tudo o que queria escrever nesta crônica.

por Letícia Nascimento

Viver de extremos. Desde sempre. Para nunca mais. Bastou abrir os olhos e sentir a chuva intensa, por trás das cortinas do quarto escuro. A melancolia linda da vida que não é triste, mas que vive das recordações felizes. Nostalgia abraçou o presente e fez lembrar. Dos dois. Aqueles opostos. Extremos. O que mais me amou contra o que mais amei. O que sempre vai gostar de mim contra o que me odiará pra sempre. Vida. Quem explica?

Ele tinha a minha idade e éramos do mesmo tamanho. Durante anos fui mais alta do que ele, mas estávamos naquele ponto em que o menino consegue, enfim, ultrapassar a menina. Uns 11, 12 anos. Eu tinha uma caixa de tênis da Adidas, tênis da minha irmã – eu lembro que eu gostava tanto de All Star que achava Adidas tênis de menino jogador de basquete (qualquer modelo) – enfim, era uma caixa de tênis cheia de cartas, bilhetes, cartões. Tudo escrito com aquela letra-garrancho, que até hoje é melhor que a minha. Joguei a maioria fora. Só guardei um cartãozinho que veio junto com o primeiro buquê de rosas vermelhas. Era um casalzinho de crianças, no melhor estilo romântico-infantil-junte-com-uma-frase-do-Vinícius-de-Moraes. Guardei também a última carta. Porque era a última, claro.

No começo éramos amigos. Bons amigos. De videogame, tênis (tentativas frustradas de), corridas de bicicleta, cinema, Mc Donalds – ele me trazia Big Mac em casa, gelado mas com muita mostarda no pacote – e tudo o mais que a imaginação nos permitisse. Era um querido. Dificilmente brigávamos, raramente brigamos, aliás. Mas aí, numa festa junina, dessas que ocupam uma quadra inteira da rua que não é a da nossa casa, ele rasgou o laço. Me trouxe uma paçoca e disse que precisava conversar. Na hora levei um susto, pensei que alguém tivesse morrido, mas ele disse pra eu comer aquela paçoca enquanto ele falava o que queria. Previa minha reação: nada doce.

Depois disso vieram os telefonemas musicais.

– Letícia, tudo bem?

– Sim e você?

– Bem. Espera aí, que meu pai tá me chamando. Eu suspirava um tá e ele subia o volume de uma música melosa, que eu, de antemão, detestava. Me restava esperar. Depois veio o cachorro, alguns buquês e o dia em que tive de dizer:

– Sinto muito, mas eu não gosto de você. Não desse jeito.

Como amigo eu, realmente, o amava. Ele tinha paciência pra minha falta de paciência, jogava todos os jogos que eu gostava e a gente podia passar uma tarde inteira tomando geladinho de leite condensado com pedaços de chocolate e conversando. Nós nos sentíamos mais maduros que os outros da nossa idade. Sentirei saudades eternas dele. E, principalmente, de todo o carinho que sempre teve por mim. Às vezes – e isso me ocorreu hoje – sinto que nenhum outro rapaz vai me dar toda a disposição e atenção que ele me deu. Mas aí, lembro que sim. Que vai sim. Que talvez não seja mais o um, aquele, o que me odeia tanto. Mas vai. Alguém vai. Vai.

 Ele gostou de mim por mais uns quatro anos depois que perdemos contato. Sei disso pela última carta. Encontrei no meu baúzinho de memórias a carta resposta à última carta. Escrevi dois anos depois que a dele chegou. Nunca mandei. Nela desejo felicidades, peço desculpas pela música que ele teve que ouvir o colegial inteiro: “ela pisou na fulô, pisou na fulô” – porque algum dos meus amigos otários espalhou que eu estava dormindo quando o buquê dele chegou e chutei pra fora da cama. Nela eu digo: seja feliz. É o que pretendo também.

Letícia Nascimento mantem o blog Arrepios que recomendo.

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por Leonardo Caruso

Sustentabilidade começa com atitudes simples, realizadas diariamente por cada um de nós. Ações como separar o lixo, dar preferência a transportes coletivos e sempre que possível oferecer carona, economizar energia e reduzir o desperdício de água (varrendo calçada ao invés de lavar e tomar banhos rápidos) podem fazer a diferença.

E um grupo de empresários, patrocinados por grandes empresas, mobilizaram o que inicialmente foi chamado de Woodstock Brasil: um mega festival de música. Não algo tão suntuoso quanto o famoso Rock in Rio, mas algo com ideal, uma causa. A política norteadora deste festival é a sustentabilidade. E seguindo o conceito de que sustentabilidade é responsabilidade de cada indivíduo criaram o SWU – Starts With You (Começa Com Você).

A lógica é simples: desde a organização, os temas, as promoções, as decorações e as atividades realizadas pela organização têm ligação com atitudes que preservem o planeta e estimulem uma convivência mais humana entre as pessoas e menos “mecanizada”.

O site (www.swu.com.br) tem um visual e uma arte inspirada em reciclagem e no monstro da sujeira e poluição. Além de informações sobre os shows, o local e concursos culturais que valem prêmios muito legais, o portal traz conteúdo sobre a tal sustentabilidade, como Planos de Ações de Sustentabilidade, “Parceiros” que se engajam no assunto e posts de pessoas que fazem do assunto um modo de vida.

Ações Sustentáveis e Atitudes Cidadãs. Este é o recomendamos dessa terça. Sustentabilidade e diversão no SWU. Pra você que se interessou, ainda dá tempo de curtir bandas como Rage Against The Machine, Los Hermanos, Mutantes, Linkin Park, Kings of Leon, Cavalera Conspiracy, Avanged Sevenfold, DJ Tiësto e muuuito mais. O local, a Arena Maeda, vai contar com uma pequena central de energia solar que alimentará parte do evento, uma rede de tratamento de água, além de uma central de triagem de lixo, além de outras atividades no local e barracas de patrocinadores.

O festival ocorrerá nos dias 9,10 e 11 de outubro, na fazenda Maeda, em Itu-SP. Os ingressos custam a partir de R$105,00 a meia entrada para um dia. Existem um camping no local, para quem desejar acampar no local, e estacionamento para quem for de carro/van/ônibus.

A programação completa pode ser vista aqui.
O mapa da arena aqui.
Comprar o ingresso aqui.

Encontro com vocês lá!

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