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Archive for the ‘Reportagem’ Category

O anúncio foi feito durante a coletiva semanal do prefeito; o objetivo é preencher as duas mil novas vagas para o programa

Por Daniela Brisola

Entre tantos anúncios feitos pelo prefeito Barbosa Neto durante a coletiva de ontem (10), vale destacar que os jovens interessados em participar do Programa Pro Jovem Trabalhador – Juventude Cidadã vão poder se inscrever em mutirões que serão feitos nos próximos dias na cidade.

A equipe do programa estará presente de sexta (11) a segunda-feira (14) na Feira Super Touros Londrina 2011, realizada no Parque Ney Braga, e no feriado (15), das 16h às 20h, no Zerão, para efetuar as inscrições dos jovens. Para incentivar a participação dos jovens, o mutirão que será no Zerão contará com a presença de bandas se apresentando. “Queremos dar mais visibilidade ao Programa. É importante que os jovens de baixa renda saibam da existência do Pro Jovem”, afirmou o prefeito.

Para quem não sabe, o Programa Pro Jovem Trabalhador é voltado para jovens de 18 a 29 anos que tenham o interesse em se capacitar em sete áreas oferecidas: administração, alimentação, comunicação e marketing social, construção e reparos, telemática, turismo e hospitalidade e vestuário. Estão abertas duas mil novas vagas para os cursos que vão ter duração de seis meses e serão realizados nos turnos da manhã, tarde e noite em locais espalhados pela cidade.

O objetivo do programa é qualificar os jovens de baixa renda interessados em participar profissionalmente com a intenção de inseri-los no mercado de trabalho. Para isso, o Pro Jovem oferece bolsa-auxílio de R$ 100 mensais, durante os seis meses de curso, mais vale transporte, material pedagógico, uniformes e lanche.

Segundo a coordenadora do Sistema Nacional de Empregos (SINE) de Londrina, Neiva Vieira, ressaltou a importância do projeto. “É um programa de profissionalização com a intensão de preparar esses jovens para o mercado de trabalho”, ressaltou. Além dos cursos profissionalizantes, os jovens podem aprender sobre direito trabalhista, noções de informática básica, aulas de etiqueta e de como se portar no mercado de trabalho.

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Segundo empresa, estiagem e grandes temperaturas foram as causas da interrupção do abastecimento de água em 65 bairros da cidade

Por Daniela Brisola

Durante a semana passada, 65 bairros da cidade ficaram sem água, segundo comunicados da Sanepar. Por causa da interrupção do abastecimento de água, o Ministério Público enviou à Sanepar um ofício pedindo explicações sobre a razão da falta d’água.

Segundo entrevista concedida à rádio CBN Londrina, o promotor de Defesa dos Direitos do Consumidor, Miguel Sogaiar, disse querer que a Sanepar informe se as causas da interrupção do abastecimento foram ocasionadas por problemas técnicos ou climáticos. “Nós tivemos informações não por reclamações à promotoria, mas sim pela própria imprensa de que está havendo esta falta de água. Nós precisamos saber se isso é devido à estiagem ou algum outro problema técnico. Enfim, a Sanepar vai, com certeza, nos esclarecer para que nós possamos ter esses dados e verificar o direito do consumidor.”

De acordo com a assessoria de imprensa da Sanepar, o ofício já chegou à empresa e foi encaminhado ao Departamento Jurídico. Agora, a empresa tem 10 dias para respondê-los informando as causas da interrupção do abastecimento.

Segundo as informações da assessoria, a justificativa deve girar em torno do comunicado divulgado pela Sanepar em que a empresa esclarece que a cidade passou pela sua pior estiagem dos últimos anos.  A chuva em setembro ficou abaixo da média histórica do mês, que é de 123 milímetros: neste ano foram apenas 7 milímetros de chuva. Segundo a empresa, outro fator que contribuiu para a falta de água foi a alta temperatura dos últimos dias na cidade.

No entanto, no mesmo comunicado, a Sanepar pontua que o volume dos rios Tibagi e Cafezal, que abastecem a cidade, não foram afetados. Desta maneira, o único motivo da interrupção do abastecimento foi o aumento excessivo do consumo de água, causando problemas no abastecimento de algumas cidades do Norte do Paraná.

A assessoria da Sanepar alertou para que a população faça uso racional da água, restringindo seu uso ao preparo de comidas e higiene pessoal, evitando lavar calçadas, carros. Os bairros afetados, segundo informações da Sanepar, são aqueles mais altos e mais periféricos da cidade. Quando o uso no centro se torna excessivo, falta água nesses bairros.

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Serão 39 bolsas para o mestrado e 19 para o doutorado; a escolha dos cursos é feita pela CAPS e depende do conceito do curso, número de alunos e áreas de prioridade

Por Daniela Brisola

A Universidade Estadual de Londrina (UEL) foi contemplada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoas de Nível Superior (CAPS) com 58 novas bolsas para os programas de pós-graduação da Universidade. Dessas, 39 bolsas vão para o mestrado e 19 para o doutorado.

Conforme explicou do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Mário Sérgio Montovani, todo semestre há a divisão dessas bolsas respeitando os critérios de demanda social. “A distribuição contempla o curso de acordo com o número de alunos.”

Para o pró-reitor, as bolsas surtirão um impacto no desenvolvimento do curso, já que os alunos contemplados podem se dedicar um maior tempo a sua pós-graduação. Os cursos que receberão esse benefício vêm previamente definidos pela CAPS.

“Conceito do curso, número de alunos e áreas de prioridade são os critérios utilizados pela Coordenação para definir para onde vão as bolsas dentro da Universidade”, disse Montovani. São 42 cursos de pós que recebem bolsas da CAPS. Essas bolsas contemplarão alunos que ingressaram neste segundo semestre e que já cursam os programas, sendo válidas desde agosto.

No total, a UEL conta agora com 501 bolsas de mestrado e 197 de doutorado. O valor é de R$ 1.200 para as de mestrado e R$ 1.800 de doutorado.

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Por Daniela Brisola

A Promotoria de Defesa de Saúde Pública protocolou uma ação civil pública, nesta segunda-feira (19), contra os Hospitais Evangélico (HE) e Santa Casa solicitando que a Justiça proíba que essas instituições fechem, nesta quarta-feira (21), seus prontos-socorros e seus serviços de urgência e emergência.

Para evitar que o atendimento seja paralisado, “a Promotoria pede que a Justiça determine a adoção das providências necessárias para que os hospitais mantenham o atendimento, sob pena de multa diária de 10 mil reais, caso haja interrupção”, diz nota divulgada pelo MP à imprensa.

A justificativa da Promotoria é que a paralisação dos prontos-socorros (PS) “resultaria em prejuízo iminente a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e causaria um colapso na rede de assistência à saúde de Londrina”.

A possível paralisação dos serviços de PS se deve pela recusa das entidades das duas propostas apresentadas pela Prefeitura de Londrina para os pagamentos de plantões à distância e presenciais. A primeira era de aumentar os plantões presenciais; já a segunda de manter os plantões à distância, mas pagar R$ 80 por consulta realizada. O valor total destinado seria de R$ 275 mil mensais, substituindo o antigo repasse de R$ 576 mil.

Os médicos do Hospital Evangélico decidiram, em assembleia realizada na sexta-feira (9), que os plantões à distância precisam ser pagos, conforme determinação do Conselho Federal de Medicina. Eles defendem que devem ser remunerados pelo sobreaviso e não pelas consultas realizadas. A proposta da Santa Casa é semelhante à apresentada pelo Evangélico.

Outro ponto que os médicos defendem é que a Prefeitura assinou um contrato no ano passado, de duração de cinco anos, que garante a verba dos plantões de R$ 576 mil.

A ação do MP é assinada pelo promotor de Defesa da Saúde, Paulo Tavares. Segundo ele, “o Hospital Universitário de Londrina não terá condições de atender à demanda que surgirá com a possível paralisação dos prontos-socorros da Santa Casa e do Evangélico. A decisão trará danos irreversíveis à população, com risco de vida para inúmeros pacientes que poderão vir a necessitar de atendimento de urgência e emergência”, declarou na nota divulgada.

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Resultado do Exame Nacional do Ensino Médio 2010 foi divulgado na segunda-feira (12); 2/3 das escolas públicas da cidade tiveram nota abaixo da média nacional

Por Daniela Brisola

O Ministério da Educação divulgou o resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) 2010 nesta segunda-feira (12). Segundo o resultado, apenas um terço das escolas públicas de Londrina tiveram a nota acima da média nacional. Será que essa nota demonstra falhas no ensino londrinense?

Segundo a professora do departamento de Educação da UEL, Maria das Graças Ferreira, essa avaliação é apenas uma forma dos organismos que financiam a educação brasileira imporem e padronizarem o que deve ser ensinado nas escolas.

“É uma forma, também, de as escolas competirem entre si em busca de números. As escolas públicas não têm como foco que seus alunos passem no vestibular. Ela busca um outro tipo de aprendizado que envolve conhecimentos que não são exigidos no vestibular”, afirmou a professora.

Maria das Graças ainda apontou a grande diferença que há entre as escolas públicas e particulares. “As escolas privadas são empresas que visam ao lucro. Existe uma mentalidade que descredita o ensino público, mas a única diferença é que a escola pública não tem os mesmos objetivos que as particulares”, completou.

A escola londrinense que obteve o melhor resultado no ENEM foi o Colégio Universitário, conquistando a sétima colocação do Paraná, com a nota de 669 pontos. Em entrevista à rádio CBN, o diretor geral pedagógico do Colégio Universitário, José Antônio Lima, explicou que o resultado é consequência de um trabalho interdisciplinar e foco na atualidade. “Hoje é fato, o ENEM é a avaliação externa mais importante que nós temos no país para alunos da terceira série do Ensino Médio”, pontuou.

Já a escola pública mais bem colocada da cidade foi o Colégio Marcelino Champagnat, com a nota 584 pontos. O Colégio ficou com a 12ª colocação em relação às escolas públicas paranaenses.

Para o diretor do Colégio, Claudecir de Almeida da Silva, também em entrevista à rádio CBN, a escola desenvolve com os alunos um trabalho pedagógico em relação ao conteúdo do ENEM. “Nós temos observado as provas do ENEM nos últimos anos e nós verificamos que as questões de interpretação de texto e de argumentações dos textos envolvidos nas perguntas e temos trabalhado neste sentido.”

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A vida por um leite

A amamentação é um direito garantido por lei, no entanto, empresas deixam de cumprir com suas obrigações e os bebês são os mais prejudicados

Por Daniela Brisola

O tema amamentação esteve em alta nos últimos dias. Um dos motivos é que na semana passada foi comemorada a Semana Mundial da Amamentação.  Segundo preconizam o Ministério da Saúde e a Organização Mundial de Saúde (OMS), a criança deve ser alimentada apenas pelo leite materno durante os seis primeiros meses de vida. Para isso, orienta-se que a licença maternidade seja estendida pelas empresas. No entanto, a Constituição Federal de 1988 garante apenas 120 dias. Como forma de garantir a amamentação, a Constituição dá o direito para que as mães tenham duas pausas de meia hora cada uma para amamentar o filho até que ele complete os seis meses, podendo ser ampliado este período por motivos de doença da criança.

Campanha lançada durante a Semana Mundial de Amamentação apadrinhada pela atriz Juliana Paes

Para garantir esse direito na cidade, existe, desde 1994, o Comitê de Aleitamento Materno (CALMA). Segundo Lilian Poli que coordena o CALMA, o Comitê faz reuniões mensais e promove cursos e simpósios para discutir o aleitamento em Londrina. “Trabalhamos com profissionais que dão apoio e protegem as mães que muitas vezes estão sozinhas e não conseguem amamentar.”

O CALMA trabalha também para que as leis sejam cumpridas na cidade. “O Ministério da Saúde orienta para que as mães ganhem uma licença maternidade de seis meses e também para que as empresas ofereçam creches aos filhos”, explica Lilian. Caso haja na cidade uma empresa que não esteja cumprindo com as leis, o Comitê faz uma reunião especial para trabalhar o caso da instituição.

Outra forma de incentivar a amamentação é a sala de aleitamento materno. Proposta pelo Ministério da Saúde e incentivada pelo CALMA, a primeira sala de aleitamento foi inaugurada na semana passada no Hospital Evangélico. A sala é um local equipado com TV onde são exibidos vídeos educativos, aparelho de som tocando músicas suaves e freezer para a conservação do leite retirado. A intenção do CALMA é que a iniciativa se espalhe pelas empresas londrinenses.

A importância do leite materno é incontestável. “É todo o alimento que a criança precisa”, afirma a coordenadora do CALMA. Já para a pedagoga Telma Araújo, mãe de dois filhos, o leite é muito mais do que alimento. “Ele dá imunidade, além de ser o melhor alimento que existe.” Apenas um de seus filhos foi alimentado com leite materno. “A minha filha não quis pegar o peito. Ela era mais mirradinha em relação ao meu outro filho que cresceu muito mais rápido”, finaliza.

Empresa proíbe mãe de amamentar e é multada em SC

Outro fato que chamou atenção para o assunto foi a decisão judicial que puniu uma empresa de Florianópolis a pagar R$ 100 mil por ter impedido uma mãe de amamentar sua filha, como mostrou reportagem veiculada no programa Fantástico, da Rede Globo, no dia 7 de agosto. O descumprimento da lei teve grande consequência. Sem o leite materno, a pequena Evelyn teve infecção viral e morreu. A mãe do bebê, Marilda Conceição Nascimento, afirma que o motivo da morte foi o fato de ter voltado ao trabalho, quatro meses após dar à luz, deixando de amamentar a sua filha durante mais de 13 horas de seu turno. Evelyn foi adoecendo e, muitas vezes quando Marilda era chamada pela creche para ver a filha, não recebia autorização do emprego.

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por Lígia Zampar

Em ano de eleição, propaganda eleitoral parece programa de humor. Prova disso é a campanha para deputado federal do Tiririca (Francisco Everaldo Oliveira Silva). Acompanhe a seguir uma entrevista que ele deu à Folha de São Paulo, ainda esse semana.

Folha – Por que você decidiu se candidatar?

Tiririca – Eu recebi o convite há um ano. Conversei com minha mãe, ela me aconselhou a entrar porque daria pra ajudar as pessoas mais necessitadas. Eu tô entrando de cabeça.

De quem veio o convite?

Do PR.

Como foi?

Por eu ser um cara popular, eles acreditaram muito, como eu também acredito, que tá certo, eu vou ser eleito.

Sabe o que o PR propõe, como se situa na política?

Cara, com sinceridade, ainda não me liguei nisso aí, não. O meu foco é nessa coisa da candidatura, e de correr atrás. E caso vindo a ser eleito, aí a gente vai ver.

Quais são as suas principais propostas?

Como eu sou cara que vem de baixo, e graças a Deus consegui espaço, eu tô trabalhando pelos nordestinos, pelas crianças e pelos desfavorecidos.

Mas tem algum projeto concreto que você queira levar para a Câmara?

De cabeça, assim, não dá pra falar. Mas como tem uma equipe trabalhando por trás, a gente tem os projetos que tão elaborados, tá tudo beleza. Eu quero ajudar muito o lance dos nordestinos.

O que você poderia fazer pelos nordestinos?

Acabar com a discriminação, que é muito grande. Eu sei que o lance da constituição civil, lei trabalhista… A gente tem uma porrada de coisa que… de cabeça assim é complicado pra te falar. Mas tá tudo no papel, e tá beleza. Tenho certeza de que vai dar certo.

Quem financia a sua campanha?

Então… o partido entrou com essa ajuda aí… e eu achei legal.

Você tem ideia de quanto custa a campanha?

Cara, não tá sendo barata.

Mas você não tem ideia?

Não tenho ideia, não.

Na propaganda eleitoral você diz que não sabe o que faz um deputado. É verdade ou é piada?

Como é o Tiririca, é uma piada, né, cara? ‘Também não sei, mas vote em mim que eu vou dizer’. Tipo assim. Eu fiz mais na piada, mais no coisa… porque é esse lance mesmo do Tiririca.

Mas o Francisco sabe o que faz um deputado?

Com certeza, bicho. Entrei nessa, estudei para esse lance, conversei muito com a minha mãe. Eu sei que elabora as leis e faz vários projetos acontecer, né?

O que você conhece sobre a atividade de deputado?

Pra te falar a verdade, não conheço nada. Mas tando lá vou passar a conhecer.

Até agora você não sabe nada sobre a Câmara?

Não, nada.

Quem são os seus assessores?

Nós estamos com, com, com…. a Daniele…. Daniela. Ela faz parte da assessoria, junto com…. Maionese, né? Carla… É uma equipe grande pra caramba.

Mas quem te assessora na parte legislativa?

É pessoal do Manieri.

Quem é o Manieri?

É… A, a, a…. a Dani é que pode te explicar direitinho. Ela que trabalha com ele. Pode te explicar o que é.

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