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Archive for the ‘Saúde’ Category

O projeto de Lei aprovado pelos vereadores no último dia 14 de setembro, que proibia o fumo em locais abertos destinados ao lazer e à prática de esportes, além de banir a existência dos chamados “fumódromos” de estabelecimentos comerciais, foi vetado ontem (3) pelo prefeito Barbosa Neto. Segundo o parecer da Procuradoria-Geral do Município a lei aprovada é inconstitucional, já que as modificações na lei municipal alteraram as legislações federal e estadual existentes sobre o assunto.

O parecer determina que “o município não poderia editar legislação própria sobre o tema de saúde pública e em relação aos produtos fumígenos, mas apenas adaptar, complementar a legislação federal, naquilo que se mostrasse necessário à situação peculiar desta comuna, e não implementar novas restrições não previstas em legislação federal”.

Com dados do Bonde.com.br

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Foi aprovada, no último dia 14, a lei que aumenta as restrições aos fumantes de Londrina. O projeto dos vereadores Márcio Almeida e Gerson Araújo, ambos do PSDB, proíbe fumar em praças, parques infantis e locais públicos destinados a práticas esportivas e de lazer, além de impedir a existência de fumódromos nos estabelecimentos. Agora, para que ela entre em vigor, só falta a sanção do Executivo. O Londripost foi às ruas para saber o que as pessoas estão achando dessa nova lei. Confira abaixo a opinião dos entrevistados:

Eu sou contra, pois existem tantas outras coisas tão ou mais prejudiciais que o cigarro. Claro que isso deve ser controlado, mas penso que não dessa forma, já que essas atitudes não levam as pessoas a refletirem e quererem mudar seus hábitos e deixarem seus vícios.

Adriane Gomes, 36 anos, professora e diretora da Casa de Cultura UEL

Acho uma medida válida. O fumo prejudica não só o fumante, mas também quem está ao redor dele, então, acho interessante que se proíba em locais públicos. A proibição de fumódromos acho que também é válida, já que o estado, supostamente, tem o dever de cuidar do bem estar do cidadão, às vezes, inclusive, contra a vontade dele, e incentivar um local onde o cidadão possa se envenenar com a permissão de todos é um contrassenso, apesar de isso não funcionar com todas as drogas lícitas. Pesquisas mostram que quando o fumante é tratado de forma rígida, quase como criminoso, como é o estado atual de coisas, o número de fumantes tende a diminuir.

Diego Filipe Araujo Alcântara, 26 anos, psicólogo

Acho injusto, porque pelo menos o que eu li sobre a notícia, eles querem conscientizar o cidadão a parar de fumar, que balada aumenta o número de fumantes e de cigarros por dia, mas acho que essa é uma decisão de cada um. Todo mundo sabe que fumar faz mal, se o pessoal fuma na balada, eles vão fumar fora dela também. Os meus amigos já falaram que se isso entrar em prática mesmo, eles vão para balada só em determinados dias e mesmo assim vão ficar impacientes. Então acho que muita gente vai ser prejudicada. Nunca ouvi ninguém falando que se sentia prejudicado por um fumódromo, pelo contrário, até quem não fuma (tipo eu) adora um fumódromo pra fazer amizade.

William Zanata, 21 anos, estudante

Acho uma medida desnecessariamente repressiva, não acho possível incomodar alguém quando se fuma num local aberto, e extremamente injusto não destinar um local para os fumantes ficarem à vontade, é ridículo. Para falar a verdade acho até uma medida abusiva, é um absurdo isso, não podem reprimir as pessoas assim, é preconceito.

Carla Siqueira, 24 anos, administradora

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Por Daniela Brisola

A Promotoria de Defesa de Saúde Pública protocolou uma ação civil pública, nesta segunda-feira (19), contra os Hospitais Evangélico (HE) e Santa Casa solicitando que a Justiça proíba que essas instituições fechem, nesta quarta-feira (21), seus prontos-socorros e seus serviços de urgência e emergência.

Para evitar que o atendimento seja paralisado, “a Promotoria pede que a Justiça determine a adoção das providências necessárias para que os hospitais mantenham o atendimento, sob pena de multa diária de 10 mil reais, caso haja interrupção”, diz nota divulgada pelo MP à imprensa.

A justificativa da Promotoria é que a paralisação dos prontos-socorros (PS) “resultaria em prejuízo iminente a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e causaria um colapso na rede de assistência à saúde de Londrina”.

A possível paralisação dos serviços de PS se deve pela recusa das entidades das duas propostas apresentadas pela Prefeitura de Londrina para os pagamentos de plantões à distância e presenciais. A primeira era de aumentar os plantões presenciais; já a segunda de manter os plantões à distância, mas pagar R$ 80 por consulta realizada. O valor total destinado seria de R$ 275 mil mensais, substituindo o antigo repasse de R$ 576 mil.

Os médicos do Hospital Evangélico decidiram, em assembleia realizada na sexta-feira (9), que os plantões à distância precisam ser pagos, conforme determinação do Conselho Federal de Medicina. Eles defendem que devem ser remunerados pelo sobreaviso e não pelas consultas realizadas. A proposta da Santa Casa é semelhante à apresentada pelo Evangélico.

Outro ponto que os médicos defendem é que a Prefeitura assinou um contrato no ano passado, de duração de cinco anos, que garante a verba dos plantões de R$ 576 mil.

A ação do MP é assinada pelo promotor de Defesa da Saúde, Paulo Tavares. Segundo ele, “o Hospital Universitário de Londrina não terá condições de atender à demanda que surgirá com a possível paralisação dos prontos-socorros da Santa Casa e do Evangélico. A decisão trará danos irreversíveis à população, com risco de vida para inúmeros pacientes que poderão vir a necessitar de atendimento de urgência e emergência”, declarou na nota divulgada.

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A Câmara de Vereadores de Londrina irá votar hoje um projeto de lei que proíbe o consumo de cigarro em praças, parques infantis, e demais locais para lazer e prática esportiva. A proposta foi aceita sem debates em primeira votação, mas ainda não estão previstas penas ou punições aos infratores.

Desde 2009, a lei antifumo paranaense já proíbe fumar em locais coletivos, e a última atualização dela, em Londrina, proibiu a reserva de quartos de hotéis para fumantes, excluindo o uso do cigarro em todas as instalações do estabelecimento. Em relação aos fumódromos, já proibidos pela lei estadual, a proibição será reforçada na proposta do município. (com informações do Jornal de Londrina)

 

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Pais têm até a sexta-feira (dia 19) para vacinar as crianças com menos de cinco anos

Letícia Nascimento

A Campanha de Vacinação contra a Poliomielite, mais conhecida como Paralisia Infantil, foi prorrogada em Londrina até a próxima sexta-feira (19). Crianças menores de cinco anos devem ser vacinadas, nas 53 Unidades Básicas de Saúde (UBS) da cidade, durante a semana, no horário normal de funcionamento.

De acordo com o portal da Prefeitura de Londrina, a campanha foi prorrogada devido à baixa procura pela vacina, no dia 13. No texto publicado pelo Núcleo de Comunicação da Prefeitura, a diretora de epidemologia da Secretaria de Saúde, Sandra Caldeira, afirma que o número de vacinados atingiu 55,5% da população infantil, enquanto a meta é a de vacinar 39 mil crianças de até cinco anos. Caldeira ressaltou que não é necessário que a criança tenha recebido a primeira dose da vacina para receber a segunda.

A diretora explicou a importância da rotina de imunização para o controle da Poliomielite. “A Pólio foi erradicada no Brasil, mas ainda há casos em 22 países do mundo. Só em 2010 foram registrados 1292 casos da doença”, completa Caldeira. Para que não haja a reintrodução do vírus no país, segundo a diretora, é fundamental que haja altas coberturas vacinais (acima de 95%). Essa vacina contra a Poliomielite é a Sabin, a famosa “gotinha”. Vale lembrar que a doença deixa sérias sequelas nas crianças, podendo levar ao óbito.

Caldeira informou que é importante que os pais levem a carteirinha de vacinação, para colocar as outras vacinas em dia, como a contra o Sarampo, que prossegue até o dia 16 de setembro.

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A vida por um leite

A amamentação é um direito garantido por lei, no entanto, empresas deixam de cumprir com suas obrigações e os bebês são os mais prejudicados

Por Daniela Brisola

O tema amamentação esteve em alta nos últimos dias. Um dos motivos é que na semana passada foi comemorada a Semana Mundial da Amamentação.  Segundo preconizam o Ministério da Saúde e a Organização Mundial de Saúde (OMS), a criança deve ser alimentada apenas pelo leite materno durante os seis primeiros meses de vida. Para isso, orienta-se que a licença maternidade seja estendida pelas empresas. No entanto, a Constituição Federal de 1988 garante apenas 120 dias. Como forma de garantir a amamentação, a Constituição dá o direito para que as mães tenham duas pausas de meia hora cada uma para amamentar o filho até que ele complete os seis meses, podendo ser ampliado este período por motivos de doença da criança.

Campanha lançada durante a Semana Mundial de Amamentação apadrinhada pela atriz Juliana Paes

Para garantir esse direito na cidade, existe, desde 1994, o Comitê de Aleitamento Materno (CALMA). Segundo Lilian Poli que coordena o CALMA, o Comitê faz reuniões mensais e promove cursos e simpósios para discutir o aleitamento em Londrina. “Trabalhamos com profissionais que dão apoio e protegem as mães que muitas vezes estão sozinhas e não conseguem amamentar.”

O CALMA trabalha também para que as leis sejam cumpridas na cidade. “O Ministério da Saúde orienta para que as mães ganhem uma licença maternidade de seis meses e também para que as empresas ofereçam creches aos filhos”, explica Lilian. Caso haja na cidade uma empresa que não esteja cumprindo com as leis, o Comitê faz uma reunião especial para trabalhar o caso da instituição.

Outra forma de incentivar a amamentação é a sala de aleitamento materno. Proposta pelo Ministério da Saúde e incentivada pelo CALMA, a primeira sala de aleitamento foi inaugurada na semana passada no Hospital Evangélico. A sala é um local equipado com TV onde são exibidos vídeos educativos, aparelho de som tocando músicas suaves e freezer para a conservação do leite retirado. A intenção do CALMA é que a iniciativa se espalhe pelas empresas londrinenses.

A importância do leite materno é incontestável. “É todo o alimento que a criança precisa”, afirma a coordenadora do CALMA. Já para a pedagoga Telma Araújo, mãe de dois filhos, o leite é muito mais do que alimento. “Ele dá imunidade, além de ser o melhor alimento que existe.” Apenas um de seus filhos foi alimentado com leite materno. “A minha filha não quis pegar o peito. Ela era mais mirradinha em relação ao meu outro filho que cresceu muito mais rápido”, finaliza.

Empresa proíbe mãe de amamentar e é multada em SC

Outro fato que chamou atenção para o assunto foi a decisão judicial que puniu uma empresa de Florianópolis a pagar R$ 100 mil por ter impedido uma mãe de amamentar sua filha, como mostrou reportagem veiculada no programa Fantástico, da Rede Globo, no dia 7 de agosto. O descumprimento da lei teve grande consequência. Sem o leite materno, a pequena Evelyn teve infecção viral e morreu. A mãe do bebê, Marilda Conceição Nascimento, afirma que o motivo da morte foi o fato de ter voltado ao trabalho, quatro meses após dar à luz, deixando de amamentar a sua filha durante mais de 13 horas de seu turno. Evelyn foi adoecendo e, muitas vezes quando Marilda era chamada pela creche para ver a filha, não recebia autorização do emprego.

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por Leonardo Caruso

“Estamos tentando fazer o remanejamento de pacientes com patologias simples para hospitais secundários para liberar vagas para casos mais graves”

O secretário municipal de Saúde, Agajan Der Bedrossian, sobre o fechamento dos PS da Santa Casa e do HU devido à superlotação. Os hospitais em Londrina tem passado por sérios problemas.

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