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Posts Tagged ‘campus’

Por Fernanda Cavassana

A UEL tem muitos cachorros e eu amo os meus. Para quem mora longe de casa (lá vem as tentativas de crônica da Fer falando da vida de estudante dela) e morre de saudades de seus bichinhos, não há como andar pelo campus sem lembrar dos seus.

Hoje, enquanto ia para aula, um me chamou a atenção. Era novo na área da reitoria. Grande, marrom e brincava com a grama de um jeito que me fez rir. Vira-lata, lógico. A cabeça que estava bem ocupada com a noite anterior mudou o foco dos pensamentos e me levou até o Billy.

Billy era bem parecido com o cachorro que eu vi, mas só nos dias que ele estava bem. Porque Billy era “de Lua”, de um jeito que até irritava. Cresceu e morreu em minha casa; nos últimos anos, rabugento demais. Espoleta, tinha energia de sobra. Quando minha avó acordava para preparar o café, ele já estava acordado. E só dormia depois que todos já haviam deitado. Mesmo mais velho, ainda continuava com seus horários. Era parceiro, um bom companheiro. Até para ouvir minhas histórias chatas quando não queria conversar com mais ninguém. Só com ele.

Billy rosnava para pessoas estranhas, quando elas chegavam perto dele. Mas era só por frescura. Ele gostava de fazer amizades e no fundo gostava era de brincar com estranhos. Nunca mordeu ninguém, mas a cara feia era indispensável. Lembro de uma única vez que avançou de verdade em uma pessoa. Uma garota da vizinhança, que vendo o portão de casa aberto, entrou para oferecer alguma coisa que vendia. Billy não só rosnou como grudou na saia cumprida da menina, que chorou com a mordida na perna. E quer saber? Foi até bom. Ela era intrometida, oras.

Gosto de andar pelo campus e ver cachorros por todos os lados, mas agora vou olhar para eles, querendo o meu. Billy foi bem cuidado e morreu de velhice, apesar de apresentar algumas doenças que o veterinário insistia em dizer que era estresse. Sim, para ele, Billy era estressado. Estressados devem ser os da UEL que aguentam esses universitários e suas histórias pelo calçadão todo santo dia.

Billy é uma lembrança bonita que tomou meus pensamentos durante todo o dia. Suas mordidas, seus rosnados e carinhos com os estranhos, a conversa que eu tinha com ele – muitas vezes sem obter resposta. Tudo me faz falta. Saudade de tê-lo comigo.

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por Vitor Oshiro

texto da  Agência UEL postado aqui utilizando a famosa técnica chinesa do “control cê e control vê”

Duas funcionárias da Agência dos Correios do Campus da UEL foram afastadas do trabalho por suspeita de Gripe A. Por isso, o gerente da Agência, Rogério Capelari, decidiu fechar o posto de atendimento para prevenir um possível contágio da doença.

Segundo ele, a funcionária que trabalha na agência do Campus apresentou sintomas na segunda-feira, dia 14, tendo sido afastada do trabalho por 6 dias, por recomendação médica. Outra funcionária veio substitui-la e também apresentou sintomas. Ela também foi encaminhada ao médico e como medida de prevenção, o gerente resolveu fechar a Agência.

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por Vitor Oshiro

Ontem, o blog Paçoca com Cebola novamente informou novidades sobre o possível material radioativo armazenado no Campus da UEL.

De acordo com o autor do blog, haveria uma bomba de cobalto nas dependências da vice-reitoria. A informação teria sido confirmada por uma autoridade em um evento realizado ontem.

A história também ganha corpo com a Coluna do jornalista Oswaldo Militão, na Folha de Londrina do último dia 6. Segundo Militão, o professor Ruy Carneiro pediu demissão do cargo de procurado jurídico da UEL e, de quebra, fez uma denúncia ao Ministério Público Estadual  sobre a “manutenção de um agente radioativo” em ambiente impróprio.

 

O que é uma bomba de cobalto?

A bomba de cobalto é formada por cobalto (jura????) e utilizada no tratamento de tumores. Por seu potencial radiotativo deve ser cuidadosamente armazenada. Segundo arquivo da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CENEN), a bomba de cobalto, apesar de ter este nome, não explode. Por isso, o certo mesmo seria chamar o aparelho de Fonte de Cobalto.

Crédito: http://pe.kalipedia.com

Para se ter uma idéia do grau de toxicidade do Cobalto, segundo o confiável (?) pai do conhecimento moderno, a Wikipédia,  uma possibilidade da origiem do nome do elemento é vem do alemão kobalt ou kobold , que significa espírito maligno ou demônio das minas.

No aparelho que supostamente existiria na UEL, a forma utilizada é o Co-60, que é radioativo e cuja a exposição pode causar câncer.

 

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Por Lucas Martins (UEL-PR)
Beatriz Pozzobon (UEL-PR)
Karina Constâncio (UEL-PR)
Marcelo Volpato (Umesp – SP)

A proposta é reunir estudantes, professores e pesquisadores para
debater temas atuais da Comunicação. Com este objetivo, a
“Universidade Positivo”, em Curitiba (PR), sedia, de 4 a 7 de
setembro, o XXXII Congresso Nacional da Intercom (Sociedade Brasileira
de Estudos Interdisciplinares da Comunicação), um dos maiores eventos
da área na América Latina. Por conta desta abrangência, a segurança
dos congressistas é uma das temáticas prioritárias.

Para o responsável pela organização do evento, André Berberi, a
integridade dos congressistas está garantida. Segundo ele, a
universidade tem um programa próprio de segurança e, por isso, nenhuma
medida extra precisou ser tomada.

Para os congressistas, a segurança está mais relacionada à estrutura
do espaço do que à presença de agentes de segurança. “Eu me sinto
segura pelo fato de não ver nenhuma ameaça. O lugar é bonito e nos
passa proteção”, afirma é a estudante de jornalismo Marina Dias, 18,
da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Tatiara Ferranti, 21,
acredita de estar em um lugar seguro, pelo fato do evento ser
freqüentado por estudantes. “Eu me sinto totalmente segura a ponto de
deixar minha bolsa sozinha na mesa. E não aconteceu nada”.

Twitter: Agentes de segurança são confirmados pelo organizador da Intercom, mas não são notados pelos congressistas.

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