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Posts Tagged ‘carnaval’

por Vitor Oshiro

Há pouco, noticiamos que o balanço do carnaval londrinense feito pelo Secretário de Cultura Leonardo Ramos foi positivo.

Porém, o blog Paçoca com Cebola trouxe uma declaração do Ex-presidente da escola de samba Navegantes do Mar Azul e ex-presidente da Associação das Escolas de Samba de Londrina, Genivaldo Dias, que não concorda com este balanço. Veja abaixo:

As escolas de samba já são uma característica do Carnaval de Londrina. Pode-se até discutir se, em comparação com Rio de Janeiro e São Paulo, as nossas agremiações são fortes ou fracas. Mas que a escolas se tornaram tradição em nossa jovem cidade, é um fato. Basta pesquisar a história.
Mas de vez em quando aparece um grupo na secretaria de cultura, que acha a festa tem que ser do jeito dele.
Há uns 15 anos, um certo secretário de Cultura me disse, do alto de sua arrogância: Londrina precisa de Carnaval para o povo. Ora, escola de samba não é do povo?
E o tal secretário espalhou trios elétricos pela cidade. Não pegou. No ano seguinte, talvez para não admitir o seu erro de avaliação, não tivemos nem escolas de samba, nem trios elétricos.
Naquela época as escolas estavam evoluindo e foi um balde de agua fria no movimento. Agora vem esse pessoal da atual administração e faz a mesma coisa, justamente quando o Carnaval popular de Londrina estava em evolução. Talvez o atual secretário de Cultura precise repensar o seu conceito de sucesso.”

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por Vitor Oshiro

Em quatro anos que passei em Londrina, nunca tive a oportunidade de passar um carnaval na cidade. Porém, sempre ouvi muitas reclamações de que a época da folia não é muito boa por aqui.

Peregrinando pelo Café com Pizza, o blogueiro trouxe um balanço do Carnaval de 2010 feito pelo secretário municipal de cultura Leonardo Ramos. Clique AQUI para conferir a avaliação.

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por Vitor Oshiro

A crônica desta semana foi sobre a denominação “pular” o Carnaval. Pensando nisso, o Humor de Quinta traz duas histórias de anônimos que, com certeza, prefereriam ter pulado este carnaval de seus calendários. Confira:

(mais…)

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por Lígia Zampar

Ziraldo

Em plena quarta-feira de cinzas eu me deparo pensando de onde vem a expressão pular carnaval. Tudo bem que isso já acabou, as Escolas de Samba já foram consagradas campeãs ou não de 2010, mas a minha dúvida continua. Pular Carnaval?

Por acaso o Carnaval é alguma mureta, obstáculo ou qualquer coisa do tipo para termos que pular?  A expressão de torna ainda mais obsoleta quando passamos o carnaval em casa, porque nem temos como usar o tal do “fui pular carnaval em algum lugar”.

Imagino como seria se usássemos o verbo pular para a Páscoa. Porque com certeza teria mais sentido, afinal, o coelhinho, que é símbolo da páscoa, pula. E qual é o símbolo do carnaval? Saci-pererê?

Se já não gostava de carnaval desde pequena, hoje posso dizer que pra mim é só mais um feriado. E nada mais. Odeio ficar em casa, ter que ficar na tv vendo desfile de escola de samba, ou qualquer coisa do tipo. Sair nessa data só mesmo pra esquecer que é essa data, e não para “comemorar”.

No próximo ano, espero pular o Carnaval. E isso quer dizer, pular o carnaval do meu calendário.

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Por Fernanda Cavassana

Todo ano, a mesma coisa: chega a quarta-feira de cinzas e são divulgados os balanços policiais, de acidentes nas estradas, de mortes.
Em 2009, no Carnaval, 13 pessoas morreram vítimas de acidentes nas rodovias estaduais. Este ano, foram registradas 15 mortes. Segundo a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), os dados são referentes aos cinco dias do feriadão, das 18h de sexta-feira (12) até a meia-noite de terça (16).
Apesar de trágicos, os números ainda são menores do que os de 2009 em relação ao número total de acidentes nas estradas. Até ontem, ocorreram 151 acidentes em todo o Paraná, enquanto em 2009, o número registrado foi de 264 até a quarta de cinzas.
O mais trágico ocorreu na madrugada de segunda-feira (15), na PR-090, em Nova Santa Bárbara, 73km de Londrina. Nele, cinco pessoas da mesma família morreram e outras cinco pessoas ficaram feridas, uma, inclusive, gravemente. Entre os mortos, duas crianças: uma com 12 anos e a outra com apenas um ano de idade.

Segundo a PRE, no acidente que ocorreu na altura do km 306, dois veículos de passeio (um Chevette e um Gol) colidiram com uma camionete, por volta das 4h30.

Antes fossem só compostas por festas, fantasias e blocos, as manchetes pós-carnaval. Mas é sempre a mesma coisa. Imprudência, abuso e bebidas marcando o feriadão mais feliz dos brasileiros com tragédias e mortes. Quem sabe um dia isso mude, quem sabe.

*com informações do Portal Bonde

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por Vitor Oshiro

Sexta-feira (12-02)17h – Cortejo com o grupo Lata do Calçadão para a Concha Acústica. –18h30 – Banda de Músicos na Concha Acústica. -18h40 – Entrega da chave da cidade pelo prefeito Barbosa Neto ao Rei Momo Carlos Alberto Bozzelli.

Sábado (13-02) -10h – Cortejo com os grupos Lata e Bloco do Bafo Quente. Concentração entre as ruas João Cândido e Pernambuco. -17h – Ao lado do anfiteatro do Zerão. Show com grupo Entretantas, Vitor Gorni e Banda e Escola de Circo/Clac.

Domingo (14-02) -20h – Desfile das Escolas de Samba de Londrina no Autódromo Internacional Ayrton Senna (R$ 5 e R$ 2,50). Ordem do desfile: -Quilombo dos Palmares -Explode Coração -Garotos Unidos da Zona Sul -Gaviões Londrinenses -Alegria da Passarela

Segunda-feira (15-02) -17h – Cortejo com o grupo Lata na Av. Saul Elkind, ao lado do Centro Cultural Lupércio Luppi. Às –18h- Bloco do Bafo Quente. A partir das –23h– Carnaval do Bloco Bafo Quente na Chácara Betel.

Terça-feira (16-02)18h – Concha Acústica: Banda de Músicos de Londrina. -19h – Concha Acústica: Bloco do Bafo Quente.

As informações acima são do Jornal de Londrina. Se não curtiu nenhuma delas, o blogueiro dá uma dica: que tal ser preso, passar a folia em uma cela tomando uma cervejinha bem gelada??? Aqui em Londrina você pode!!

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por Vitor Oshiro

O carnaval está chegando. Com ela, a mídia aumenta o espaço para campanhas que previnem o excesso do álcool, a incompatibilidade de beber e dirigir e os riscos do sexo sem camisinha.

Porém, um outro problema pode trazer graves prejuízos. O beijo na boca pode ser a porta de entrada de inúmeras doenças.

Pensando nisso, o Portal IG consultou especialistas e trouxe uma lista das enfermidades que podem ser transmitidas por meio do beijo.

PEGA

Gripe suína
Não é porque os casos de H1N1 estão menos frequentes que a doença desapareceu. O vírus da gripe mais temida em 2009 ainda está por aí, fazendo novos casos. E se a transmissão pode ocorrer por meio de um espirro, imagine do que um beijo não é capaz. De acordo com os médicos, o beijo é uma maneira extremamente eficaz de contaminação. Os sintomas da doença são semelhantes aos de uma gripe comum, com febre, tosse, coriza e dores de cabeça e no corpo. Portanto, o ideal é ficar atento. A Secretaria de Saúde do Paraná, por exemplo, em seu último boletim informativo, recomenda que, mesmo no verão, a população siga medidas como a higienização das mãos com água e sabão ou álcool em gel, além de evitar tocar com as mãos nos olhos, bocas e o nariz sem os devidos cuidados de limpeza.

Meningite
De acordo com um estudo realizado por médicos australianos, beijar na boca de múltiplos parceiros aumenta em quatro vezes a chance de pegar meningite meningocócica. A definição de “múltiplos” para os pesquisadores é de sete pessoas em duas semanas. A conta parece até pequena para quem observa a “pegação” do carnaval de Salvador. A transmissão da meningite preocupa os médicos, já que a doença tem uma evolução rápida e pode ser fatal. Os sintomas mais comuns são febre, dor de cabeça, vômitos, diarréia e rigidez dos músculos da nuca, ombros e costas.

Mononucleose
Não é preciso dizer qual a principal forma de contaminação da chamada “doença do beijo”. Como nem sempre a pessoa sabe que tem o vírus Epstein-Barr, já que a mononucleose pode ser assintomática, ela acaba transmitindo a doença a outras pessoas. Nos casos em que há sintomas, os principais são fadiga, dor de garganta, tosse e inchaço dos gânglios. Vale lembrar que o vírus pode ficar incubado de 30 a 45 dias no organismo e não tem cura – a pessoa vai carregá-lo para o resto da vida.

Herpes
Mesmo que no momento do beijo o parceiro não tenha nenhum indício do problema, ele pode ter o vírus causador da doença e transmiti-lo. Depois do contágio, não há cura e a pessoa passa a conviver com o herpes, que pode se manifestar anos mais tarde, geralmente durante fases em que estiver com a imunidade baixa. O herpes pode aparecer como um machucado na boca ou até mesmo em outras partes do corpo.

Cárie
Se você não dá a devida atenção à higiene bucal, pode pegar – e transmitir – cárie através do beijo. Para evitar pegar a bactéria alheia, capriche na escovação e não abra mão do fio dental diariamente, assim você fortalece a sua imunidade bucal e as bactérias não encontrarão um ambiente propício ao desenvolvimento. Dentistas também recomendam atenção: observe se a pessoa tem todos os dentes ou se eles estão amarelados e/ou escurecidos. Se uma das repostas for sim, faça a fila andar e chame o próximo.

Sífilis
A sífilis pode ser transmitida pelo beijo, se a outra pessoa estiver contaminada e tiver alguma ferida na boca. A forma mais comum de contágio, no entanto, é a sexual. A doença é causada por uma bactéria chamada treponema pallidum e pode aparecer em diferentes partes do corpo e levar até uma semana após o contágio para aparecer.

NÃO PEGA

Aids
Não existe nenhum caso registrado na literatura médica de contágio pelo beijo. Suor, lágrimas, usar o mesmo sabonete, talher ou copo também não transmitem aids. No entanto, não deixe de usar camisinha se decidir ir além dos beijos e carícias. Não se esqueça que existem mais de 474 mil pessoas contaminadas pelo vírus no País, segundo Ministério da Saúde.

Hepatite C
As associações médicas internacionais não consideram o beijo como uma forma de transmissão da doença, assim como o Ministério da Saúde do País. É possível pegar hepatite tendo contato com o sangue contaminado ou em relações sexuais sem o uso da camisinha. A hepatite C é causada pelo vírus HCV e, em geral, os sintomas levam até 10 anos para se manifestar. Muitas pessoas descobrem que têm a doença ao realizar um exame de sangue de rotina.

Fontes consultadas: Adriano Silva de Oliveira, presidente da Sociedade Baiana de Infectologia; Amaury Mendes Junior, ginecologista e terapeuta sexual; Osíris Klamas, presidente da regional do Paraná da Associação Brasileira de Dentistas

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