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Posts Tagged ‘casa’

por Leonardo Caruso

Meu amigo Yoshi passou em casa hoje e abriu aqui no computador um blog repleto de coisas “diferentes”. O blog, A Casa de Noca, parece aquelas casas de conhecidos que sempre tem algo novo e diferente, como um vaso de ponta cabeça no teto, uma prima que anda de trás pra frente e uma avó que fala de trás pra frente. Um lugar onde coisas estranhas existem e acontecem e, muitas vezes, chegam ao ridículo/bizarro.

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por Pedro Rosa

A única parte que eu assistia do Jornal Nacional era a previsão do tempo, só pra ver se acertavam ou não. A probabilidade de se acertar a previsão do tempo (na minha concepção) é de 1 em 12.234.678. Odeio o fato de haver até empregos para prever o tempo, sendo que os ocupantes de tais cargos sempre erram e nunca são demitidos. Por exemplo: fizeram um estudo do tempo e clima (não sabe a diferença? Google it) para a data perfeita do segundo Air Race que ocorreu no Rio esse ano. Foram analizados 8 anos das condições meteorológicas do Rio de Janeiro para concluirem que NÃO iria chover no domingo de 9 de Maio de 2010. Adivinha no que deu… chuva. (¬¬)
Daí, ontem estava previsto que choveria horrores em Londrina, e o que deu: Nada. Que surpresa não! Estava eu esperando aqueles dilúvios comuns desse ano pra viver um momento Rio. Mas se vôce não mora no RJ e mesmo assim sofreu com chuva, divirta-se, aproveite da situação e desfrute do momento casa a beira mar (ou poça d’água gigante, dependendo do caso).

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por Lígia Zampar

“Uma câmera fotográfica digital emprestada, US$ 6 mil e quatro dias de rodagem foram suficientes para o uruguaio Gustavo Hernández filmar “La Casa Muda”, um filme experimental de terror escolhido para participar do Festival de Cannes. Enquanto rodava “La Casa Muda”, com uma equipe de não mais de 15 pessoas, Hernández se conformava em “fantasiar” com a estreia de seu filme em algum cinema do Uruguai…”

Vale a pena conferir a entrevista com o diretor uruguaio Gustavo Hernández.

O filme conta uma história real da década de 40 que aconteceu no Uruguai, quando dois corpos foram mutilados em uma casa de campo. Segundo o diretor, o filme foca nas últimas 72 horas das vítimas.

Trailer “La Casa Muda”

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por Fernanda Cavassana

O hotel em que funcionava a antiga e temporária Casa do Estudante da UEL começou a ser esvaziado hoje. Um grupo de 21 pessoas que ainda ocupavam o local começou a se retirar.

O hotel foi alugado pela universidade para abrigar os alunos enquanto construía-se a Casa do Estudante no campus. Em maio, quando a construção ficou pronta ,  houve uma seleção para a escolha dos estudantes que se mudariam para o novo prédio. Mas, com isso, nem todos que viviam na antiga moradia conseguiram vaga na nova. Em protesto, continuaram no hotel, impedindo a devolução do local aos proprietários.

Apesar da universidade ter pedido a reintegração de posse do prédio há meses, nada havia sido feito até o momento. Os estudantes que agora se retiram fazem isso por causa de um acordo firmado entre eles e o Conselho Universitário. Com esse acordo, um auxílio-moradia no valor de R$300,00 será concedido a eles. O reitor Wilmar Marçal – que não concordou com a proposta – afirmou que não assinará a liberação de recursos para esse fim.

*com informações do Londrix

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O blog, as lojas, a cidade, as pessoas, tudo no espírito natalino.
Tomei a liberdade de, como diria o Vitor, chupinhar um vídeo postado por meu amigo Lucas “Yoshi” em seu Tumblr.
HoHoHo… SENSACIONAL!

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por Lígia Zampar

Sair de casa ou ir pra casa?

Morar em dois lugares, em duas cidades e em dois estados ao mesmo tempo não é fácil.

Quando venho pra cá (ou pra lá) tenho que planejar toda minha vida de lá (ou de cá). É arrumar mala, esvaziar geladeira, limpar a casa, comprar de passagem de ida. Depois é desfazer mala, encher geladeira, sujar a casa, comprar passagem de volta.

Às vezes cansa. Às vezes dá saudade. É tão bom chegar em casa (aqui ou lá) e receber aquele abraço de boas vindas e ouvir toooodas as novidades, que mesmo contadas por telefone não têm a mínima graça se comparada quando é ao vivo.

Quando penso que vou ter tempo pra fazer aquele trabalho de semiótica que não sai nunca, ou estudar para a prova de economia, esqueço logo que vejo a agenda da semana toda. Tanta coisa, visita, festa, churrasco, que pareço mais ser uma visitante do que  uma moradora.

Essa coisa toda me deixa confusa.

Lá (ou cá) acho meu cantinho. Cá (ou lá) me sinto confortável e segura. Ou tenho duas casas, ou na verdade, não tenho nenhuma.

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