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Projeto Cesta Verde atende aos bairros nas sextas-feiras

Por Thaís Yamanari

O projeto Cesta Verde começou bem-sucedido. Sem fins lucrativos, o projeto orientado pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento, tem como objetivo melhorar a alimentação e aumentar a reciclagem em bairros onde a seleção do lixo não acontece.

“Nossa meta é melhorar a questão ambiental, conscientizando as pessoas a deixarem suas casas e bairros mais limpos” explica Marisol Chiesa, secretária municipal de Agricultura e Abastecimento. Além disso, ela explica que além do problema ambiental, o projeto leva mais saúde às pessoas, levando uma variedade de aproximadamente 27 alimentos diferentes a cada semana. Ainda segundo Chiesa, a iniciativa foi do prefeito Barbosa Neto e desde março o projeto estava sendo avaliado.

Foram investidos R$132 mil no projeto que na primeira semana já atendeu 141 pessoas e recolheu 1,2 kg de lixo reciclável. O Cesta Verde funciona da seguinte forma: a cada 2 kg de lixo reciclável, a pessoa tem direito a 1 kg de alimento, cada pessoa pode levar até 12 kg de lixo e pegar 6 kg de alimento, a cada semana, os caminhões vão a um bairro diferente.

“Vamos trabalhar durante um ano, mas a intenção é dar continuidade ao projeto” garante a secretária satisfeita com o resultado da primeira semana no bairro União da Vitória. O próximo local escolhido foram os conjuntos Monte Cristo e Santa Fé, na zona leste, mais especificamente  a Rua José Wagner, em frente à academia ao ar livre e ao parque infantil. Além desta, outras duas edições já estão programadas. Fique atento e separe o lixo, pois finalmente, agora, ele vale comida.

Serviço:

Dia 12 de agosto – Rua José Wagner

Dia 19 de agosto – Conjunto São Jorge

Dia 26 de agosto – Jardins João Turquino e Maracanã

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Existem algumas reflexões que são recorrentes na vida de cada um. No meu caso, eu sempre penso no porquê o beijo na boca ser tão desejado como forma de carinho ou prazer e não, sei lá, pequenas mordidas no outro, vai saber… Penso também sobre como é possível a paixão nos deixar irredutivelmente tontos e porquê temos nojo de um fio de cabelo na comida mesmo que ele seja nosso.

Ainda que eu nunca vá solucionar a problemática dessas coisas, eu insisto em martelar esses pensamentos na minha cabeça. Acontece que nas últimas semanas eu voltei a pensar em um dilema pessoal por causa de um aumento de dois numerais na balança. Cara, por que a comida é uma válvula de escape pro stress?

Ok, existem pessoas que descarregam na academia, no sono, na televisão, mas acredito que a maioria, pelo menos de mulheres, resolve suas preocupações com uma bela pratada de sobremesa ou um sanduíche lotado de gordura trans.

Não adianta tentar comer um frango grelhado, um sanduíche natural ou uma fruta em calda. Quando você está cansada, preocupada com seus afazeres ou irritada com a vida, só o chocolate e o burguer king com coca liberada resolvem, momentaneamente, seus problemas.

Mas aí está a parte estranha de tudo isso, a comida age como a cocaína: você está tensa, come tudo que tem pela frente, fica satisfeita e curtindo a vibe da gordice, mas aí vem a depressão. Você começa a pensar nas 1500 calorias ingeridas em 20 minutos, em quão gorda essa brincadeira vai te deixar e aquilo que deveria te relaxar, te leva a novas tensões. No meu caso, eu ligo o f… aceito que vou ficar pançuda e volto a comer mais um pouco, de preferência até passar mal.

Isso não é saudável de forma alguma. A psicologia me classifica como uma compulsiva alimentar, ou seja, quando a ansiedade está ligada, eu como até o canto da mesa. Por mais que eu controle isso no dia-a-dia, há situações em que minhas patologias precisam voltar à tona.

E quando eu penso nisso, chego a outra dúvida: será que todos nós não temos uma compulsão que é liberada em momentos conflituosos? Afinal, há quem sempre se segure por causa do financeiro, mas estando stressada não pensa em nada e torra o salário em um sapato lindo ou aquele que insatisfeito com a vida, decide ir para a balada beijar quantas pessoas forem possíveis. Todos nós somos meio compulsivos.

Ou será que eu penso nisso só para me sentir um pouco mais normal? Vai saber…

 

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por Lígia Zampar

Do Londrix

Por iniciativa de um grupo de alunos, está sendo realizada uma pesquisa que visa verificar o número de pessoas interessadas pelo cardápio vegetariano no Restaurante Universitário – o RU – da Universidade Estadual de Londrina.

De acordo com os estudantes Darcio Constante e Pedro Henrique Desidério, o levantamento já está sendo realizado entre docentes e alunos, mas pretende abranger todos que frequentam a UEL.

A maior dificuldade é aplicar os questionários entre os funcionários técnico-administrativos da instituição.Desta forma eles pretendem permanecer nesta segunda e terça-feira (12 e 13) na praça do RU, no horário do almoço e do jantar, com o objetivo de fazer chegar o questionário a todos os interessados, inclusive àqueles que não estavam em sala quando a pesquisa foi realizada.

O questionário distribuído pelos pesquisadores traz questões como a necessidade em se ter uma opção vegetariana e a frequência no RU com ou sem a opção vegetariana.

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por Vitor Oshiro

Para ver a notícia completa, clique AQUI.

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  Por Fernanda Cavassana

Não que alguém vá passar fome se só puder comer o que ela cozinhar, isso também já seria exagero. Mas é que minha avó é prendada demais, tem aqueles vários cadernos e livros de receitas, tem segredos próprios, tem a manha. Assim, não dá pra comparar.

Acho que o fato de minha mãe não ter tanta intimidade com o fogão é conseqüência. Ela nunca foi obrigada a cozinhar, sabe o básico. Já minha avó, não. Com dez anos de idade, já estava à beira do fogão mexendo as panelas, cuidando da irmã mais nova enquanto sua mãe ajudava o pai na roça. Desde novinha, sempre ali, fazendo o almoço e/ou janta da casa. E ainda continua assim. É a cozinheira da casa, e mora com minha mãe.

 Há aqueles que tem talento, há sim as escolas e cursos de gastronomia, o que não podemos afirmar é que o “dom” para cozinhar é fator genético. As técnicas culinárias fabulosas de minha avó não chegaram a minha mãe, nem a mim, por meio do sangue. O que eu sei, é que só uma coisa é certa: para se tornar bom de fogão, a prática é necessária. Prática: o que minha avó tem de sobra, e o que mais falta à minha mãe.

Eu, iniciando meu terceiro ano longe da casa dos meus pais, já tenho mais tempo de independência culinária no fogão que dona Regina, minha mãe. Mas graças ao Restaurante Universitário – RU (para aqueles que fizeram careta ao ler isso: sim, gosto de lá e como no local diariamente), a comodidade me afasta da ação de cozinhar. Portanto, se não sou boa de cozinha – como mamãe, é porque tenho melhores opções. 

Frito ovos, faço macarrão, bifes e alguns pedaços de frango. Bolos, eu acerto os bolos! E, de vez em quando, acerto – ou quase isso – o arroz. Não passo fome sozinha, e ainda há os (meus amados) miojos! Tudo que fui aprendendo sozinha (me deixa ter orgulho disso?).

 Agora, estou aqui, no meu apartamento universitário sozinha, um mês antes das aulas começarem na UEL. Tendo que comer meus ‘variados’ pratos, e até que estou indo bem. Tirando lógico, o arroz abandonado no prato ao lado, que me encara. Ele é feio, seco, meio queimado, não me saiu um bom resultado no almoço de hoje. Vai, admito, estou com muitas saudades do RU! Aliás, estou morrendo de saudades até da comidinha da minha mamãe.

 Obs: como eu sei que a senhora Regina lê o blog, já peço que não fique chateada por te expor assim!
 Obs 2: A lasanha da minha mãe é uma exceção. Se forem convidados algum dia a prová-la, não levem esse texto tão a sério. É maravilhosa!

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por Vitor Oshiro
Os boatos que rolam na internet – que, às vezes, é mais fofoqueira que aquela sua vizinha idosa e mais mentirosa do que seu primo de 6 anos – é de que o vídeo foi gravado na Amazônia e a cobra estava tentando comer os ovos do pássaro. Veja e tire suas próprias conclusões.


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por Vitor Oshiro

Post escrito pela futura jornalista Letícia Nascimento e chupinhado do Gonzada

Impressionante o quanto a vida pode te trapacear, às vezes. Você sai de casa, pega um busão e vai. Você tem um milhão de coisas pra fazer, se desencontra de Deus e o mundo e vai. Você tá com fome, não tem tempo pra mais nada e resolve comer no RU de sua universidade… e vai. Mas aí a vida vem com a rasteira bem dada e joga um bichinho lindo desses da imagem no seu prato.

Ele tá ali, marinando no feijão, pronto pra ser engolido. Delícia.

A vontade é de gritar, jogar pra fora as garfadas anteriores, dizer: PAREM TUDO! TEM BIGATO NO FEIJÃO! Mas a impotência te pega, não dá coragem de mais nada. Dói o estômago e toda a consciência de uma vida anterior: – Poxa, eu comia ali sempre, quase todo dia. E se não fosse no meu prato?

O mais interessante de tudo foi a reação da tia: – Ai, fia, pelamor de Deus, me dá isso aqui! Pega outro prato pra você.

Ah, sim, com certeza! Vou estraçalhar com os dentes o amiguinho do bigato que eu quis poupar a vida, porque ele era simpático até. Tinha cara de ser uma larva do bem.

Estou indignada e este post é um desabafo, um protesto e o grito que não dei naquele momento, em que eu deveria ter aprontado um pampeiro, chamado o Carlos Camargo, falado sobre minha amizade com Mestre Alborga e como aquilo não ficaria impune.

Foi crime achar o bigato no começo da refeição. Talvez tenha sido castigo. E pra você? Vai um feijão aí?

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