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Posts Tagged ‘cqc’

Segundo o blog TV & Lazer, que faz parte do Estadão, o comediante Rafinha Bastos pediu demissão há alguns dias da Band, antes que a própria emissora o demitisse. Rafinha trabalhava na Band desde 2008 apresentado o CQC, além de comandar seu próprio programa, A Liga, nas noites de terça-feira, desde maio de 2010.

O impasse entre ele e a Band começou depois de uma piada feita no CQC do dia 19 de setembro envolvendo a cantora Wanessa Camargo e seu filho. A piada teve uma repercussão tão grande que a emissora decidiu afastar o apresentador do CQC na semana passada. Na ocasião ele foi substituído por Mônica Iozzi. Já no programa de ontem (10), segundo o blog, Rafinha já nem era mais considerado parte do CQC. Oscar Filho assumiu seu lugar na bancada ao lado de Marcelo Tas e Marco Luque e uma matéria produzida pelo comediante que deveria ter ido ao ar ontem foi cortada pela emissora.

A Band, até o momento, não se pronunciou sobre a demissão do comediante.

 

Informações do TV & Lazer do Estadão

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O Humor desta quinta tem música. Umas três. Todas para rir (inclusive de “nós mesmos”).

Versão para o clássico “Trololó” no Rockband.

Sertanejo para universitários (direto do comédia MTV)

E uma música pra você, que anda com a auto-estima em baixa, cante com a gente! “a uuuuuhmmm… ah ahahaha… a auuuuto-estimaaaaaa”

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por Vitor Oshiro

Já que não é preciso mais diploma para ser jornalista, aprenda a fazer uma grande reportagem com Rafinha Bastos.

do Chongas

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Por Fernanda Cavassana

Descansar, viajar, aproveitar a companhia da família e de amigos de outras cidades. Tempo livre para o lazer, ver filmes, ler livros, para tudo isso: férias! Se durante o ano os trabalhos e outros compromissos me consomem horários extras, nas férias sempre reservo algumas horas diárias para a leitura. Para esses meses, já havia selecionado uma lista – bem variada – de livros para mim. Três já foram e serão eles que eu irei recomendar a vocês hoje.

– Como se tornar o pior aluno da escola, Danilo Gentili


Foi um presente de uma amiga querida no natal, que ‘devorei’ assim que ganhei! Livro de sátira e humor, escrito pelo conhecido repórter do CQC. Dá dicas de como um aluno deve agir durante sua vida escolar para “obter sucesso” em ser o pior da sala e ser feliz, só porque faz o que quer. O livro é altamente ilustrado, os textos são curtos, mas engraçados. As constatações do autor sobre algumas aulas e atitudes de estudantes e professores viram piadas. O livro também dá aulas de respostas mal-educadas para pais e professores e ensina mentiras para determinadas situações. Há ainda o “o grande livro dos pequenos planos” – uma parte do livro que se assemelha muito aos planos infalíveis do Cebolinha na turma da Mônica e do gato Tom para pegar o Jerry, contendo planos maldosos para serem aplicados na escola. Segundo o próprio livro, ele é um “manual completo, ilustrado, revisado e não recomendado para estudantes”.

– Memórias de uma gueixa, Arthur Golden


Há algum tempo queria ler este, nessas férias deu certo. Livro publicado em 1997, já passou por várias edições e se transformou em filme pela Columbia Pictures. Com a história de Nitta Sayuri, é possível conhecer a tradição japonesa de uma forma inigualável. Com fatos históricos, passando da grande depressão, relatando a Segunda Guerra Mundial e chegando até os anos 60, o livro permite que acompanhemos a vida das famosas casas de chá e gueixas do Japão e as mudanças que as ações do país trouxeram como conseqüência desses fatos. Além da rica cultura japonesa, o romance trata sobre a sexualidade e surpreende, enquanto uma obra escrita por um homem, por descrever os fielmente os sentimentos femininos.

– O primeiro mandamento, Brad Thor


Já postei aqui meu apreço por histórias terroristas e da política norte americana para combater essas ações. É verdade que a história se assemelha a do agente Jack Bauer do seriado 24, e foi o que me levou a comprar este livro. Scot Harvath é o agente contraterrorista que tem familiares e pessoas que estima mortas. Ao descobrir que os Estados Unidos quebraram o primeiro mandamento da lei contra o terrorismo, sai em busca do assassino contra as regras que deveria seguir. Nessa caçada, ele é acusado de traição pelo seu próprio governo, é procurado pela CIA e o presidente exige que ele seja capturado vivo ou morto. O livro está na lista dos mais vendidos do The New York Times.

Serviço

Esses livros podem ser encontrados em livrarias de todo país e também são vendidos pela internet. O site submarino tem os três com preços em promoção. Boa leitura nessas férias!

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por Vitor Oshiro

E aí, VOCÊ ACEITA???

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por Vitor Oshiro

“O humor não é um estado de espírito, mas sim uma visão de mundo” (Wittgesntein)

A seção “recomendamos” desta terça-feira não é algo oriundo de Londrina, apesar de fazer parte da rotina de muitos londrinenses. A dica de hoje é o programa humorístico que passa nas noites de segunda-feira na Band: o CQC.

Ontem, estava em dúvida se indicaria um barzinho da cidade, um livro pouco famoso ou um filme de nazistas e judeus. Assim que liguei a TV de noite, desfiz minha dúvida. Tinha que indicar o Custe o Que Custar.

O programa, que foi importado dos nossos hermanos, mudou a forma de fazer humor desde o ano passado. E mudou também o modo de fazer jornalismo.

Apesar de muitos torcerem o nariz para esta denominação de “jornalismo”, o CQC tem notícias, opiniões, apura fatos, traz denúncias e, desse modo, faz jornalismo.

Lógico que a tradicional formalidade – que não coloco aqui como inferior – é abandonada e sobrepujada por piadas rápidas, gozações, trocadilhos baratos e um acabamento primoroso no processo de edição. Mas, ainda é jornalismo.

Apesar de não manter apenas jornalistas na equipe, os humoristas conseguem praticar o jornalismo. E nessa mescla de práticas, a técnica e a ética são compatíveis ao programa.

Outro ponto que chama a atenção é a inevitável e ilógica comparação com o programa Pânico na TV. Mesmo que este pareamento seja feito sempre, ele é totalmente inútil. O Pânico é mais esculachado, não tem um compromisso social, é humor por humor. Já o CQC é compromissado e, como já disse, jornalístico.

Bom, vou encerrar esta dica por aqui porque parece que estou pleiteando uma vaga no programa. Mas, garanto que o programa é o que melhor utiliza o humor como ferramenta de conscientização e informação. Para conferir, fique ligado nas noites de segunda-feira às 22:15 na Band.

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