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Posts Tagged ‘criança’

por Lígia Zampar

Crianças são sempre uma gracinha. Ainda mais quando são dos outros. Ontem conversando com a Dani Brisola, que só falava de pentelhinhos, lembrei desses vídeos.

Criança fala cada uma, não?

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por Lígia Zampar

Se você não gosta do seu nome, acha ele um pouco estranho ou incomum, pare de reclamar. Sempre tem pior. E achamos um pior que o seu.

Do Não Salvo

 

Pelo menos já podemos prever qual será o tema da festinha de um ano da criança, né? E ainda mais, quais os convidados de honra!

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Existem países na Ásia e África que ainda são endêmicos e com a grande movimentação, as pessoas podem trazer o vírus”.

Diretora de epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde, Sandra Caldeira.

A primeira etapa da campanha nacional contra a poliomielite é  amanhã e pretende vacinar 33.130 crianças de 0 a 4 anos em Londrina. A Secretaria Municipal de Saúde vai instalar 150 pontos de vacinação nas zonas urbana e rural entre unidades básicas de saúde e também postos volantes espalhados em farmácias, supermercados, escolas e outros pontos de aglomeração. A segunda etapa será dia 14 de agosto e são necessárias as duas doses para efetividade da vacina.

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por Vitor Oshiro

Do Portal RPC

Agradeço o honroso convite que recebi. Quero manifestar minha grande alegria por estar aqui com todos vocês em Porto Príncipe, Haiti, para participar da assembleia de religiosos.

Como irmão de 2 franciscanos e de 3 irmãs religiosas da Congregação das Irmãs Escolares de Nossa Senhora, estou muito feliz entre todos vocês. Agradeço a Deus por esse momento.

Na realidade, todos nós estamos aqui, nesse encontro, porque sentimos dentro de nós uma forte vontade de divulgar ao mundo a boa notícia de Jesus. A boa notícia, transformada em ações concretas, é luz e esperança na conquista pela paz nas famílias e nas nações. A construção da paz começa no coração das pessoas e tem seu fundamento no amor, que tem raízes na gestão e na primeira infância, e se transforma na fraternidade e responsabilidade social.

A paz é uma conquista coletiva. Acontece quando incentivamos as pessoas, quando promovemos os valores culturais e éticos, as atitudes e práticas pela busca de um bem comum, que aprendemos de nosso mestre Jesus. “Eu vim para que todos tenham vida e tenham em abundancia” (Jo 10.10).

Espera-se que os agentes sociais continuem, além das referências éticas e morais da nossa igreja, ser como Ela, mestres em orientar as famílias e comunidades, especialmente nas áreas de saúde, educação e direitos humanos. Deste modo, podemos formar a massa crítica nas comunidades cristãs e de outras religiões, em favor da proteção de uma criança desde a concepção, e mais excepcionalmente até os seis anos, e do adolescente. Devemos nos esforçar para que nossos legisladores elaborem leis e os governos executem políticas públicas que incentivem a qualidade na educação integral das crianças e a saúde, como prioridade absoluta.

O povo seguiu Jesus porque ele tinha palavras de esperança. Assim, somos chamados a anunciar nossas experiências positivas e caminhos que levem as comunidades, famílias e o país a serem mais justos e fraternos.

Como discípulos e missionários, convidados a evangelizar, sabemos que a força propulsora da transformação social está na prática do maior de todos os mandamentos da Lei de Deus: o amor, expressado na solidariedade fraterna, que é capaz de mover montanhas. “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmo”, significa trabalhar pela inclusão social, fruto da Justiça; significa não ter preconceitos, aplicar nossos melhores talentos a favor da vida plena, prioritariamente daqueles que mais necessitam. Somar esforços para alcançar objetivos, servir com humildade e misericórdia, sem perder a própria identidade. Todo esse caminho precisa da comunicação constante para iluminar, animar, fortalecer e democratizar nossa Missão de Fé e Vida.

(mais…)

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por Lígia Zampar

“Com fé em Deus, meu filho vai melhorar. Agora, está entre a vida e a morte”, falou o pai do menino, que está preso e esteve envolvido dizendo que comprava as agulhas para a suposta amante enfiar no corpo do garoto

 “Sou mãe de seis filhos. Sempre tenho costume de trabalhar, deixar as crianças com minha mãe. Meus filhos todos gostam dela”, afirmou a doméstica, ainda sem saber quem era o culpado.

“Ele fez com o objetivo de matar a criança como forma de vingança, pelo fato de brigar muito com a companheira, que é mãe da criança”, afirmou o delegado Helder Santos.

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Por Fernanda Souza

Outro dia se deparou com uma das cenas mais marcantes de toda a sua vida. Ou, pelo menos, foi a que conseguiu reparar. Era jovem, uns vinte e talvez mais um ou dois anos. De dentro do ônibus dava pra ver várias crianças, jogando bets, ou taco, ou seja lá qual for o nome. De repente, passa um senhor, aquele de uns 65 ou 67 anos, perto da brincadeira e por ali pára. E fica olhando. E o ônibus pára pra entrar alguém. A cena é num terreno bem na frente do ponto. E não tem como não reparar. O senhor fica ali, um tempão. E dá pra imaginar que, na cabeça dele, vieram suas imagens da infância. Ele sorri. E fica paradinho, só de olho na agilidade das crianças. Rebate, e corre, e grita, e ri, dentro da sua cabeça. O  jovem observador dali de dentro do ônibus, é pego por um pensamento de: ôpa, pera aí. Mais do que se ver dentro de uma cena de filme, bem bonitinha (olhando de cabeça encostada na janela as crianças e o senhor, e fazendo reflexões sobre a infância e a ‘melhor idade’), se questiona sobre a sua infância, que já passou, igual a infância daquele senhor dos 65 ou 67 anos. Assim como se vê diante do que um dia será, e do que está fazendo desde já por seu futuro. De repente um branco. Parece que não está fazendo nada. Não consegue enxergar uma só coisa que esteja rendendo algo para sua vida. De repente uma luz, parece que está fazendo tudo o que pode, tudo o que está ao seu alcance, tudo o que alguém de vinte e talvez mais um ou dois anos pode fazer. Começa a pensar que na verdade, assim como aquelas crianças vão ter milhões de dúvidas um dia, e assim como aquele senhor já as teve, não existe algo que determine o que é certo a ser feito quando se tem vinte e poucos anos. Começa a ver que, por mais que digam que é a fase que determina o futuro, é possível mudar o destino, quando bem entender. Ou não. Começa a pensar que todas as fases são parte de um ciclo, que não é lá aquelas coisas de longo e que a infância não está tão distante, nem os 65 ou 67 anos. A criança rebate uma bola, perfeita. O senhor já vai andando. O ônibus segue. Os vinte segundos mais úteis daquele dia. Uma senhora entra no ônibus. Se levanta e dá o lugar.


***1º de outubro é dia do idoso

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