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Posts Tagged ‘crianças’

Por Daniela Brisola

 

Alexandre Herchcovitch para as crianças

Nessas horas quem não quer ter uns 4 anos de idade?! Ser criança novamente nem que seja por algumas horas, só pra poder usar a coleção que o estilista Alexandre Herchcovitch fez para a C&A.

Tanto para as meninas quanto para os meninos, o estilista pensou em tudo. Coleção completa, dos pés a cabeça. Tudo lindo e com a marca registrada dele.
Para conferir a coleção completa e em quais lojas a coleção estará disponível clique aqui.

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Por Pedro Rosa

Vou cantar até você ouvir / Aquele verso que eu fiz para te ver sorrir / E dizer, talvez seja você, / Que me completa e me faz querer viver.

Começo meu post com esses singelos versos.

Gente, não entendo o que está acontecendo com essa criançada de hoje. Juro, alguma doença no ouvido (ou mental mesmo) está se espalhando entre os jovens de 12 a 16 (com casos retardatários, levando esse problema até os 21) para que eles consigam ouvir as músicas de hoje em dia. Quando eu era menor, não nego que as músicas eram ruins, por que o repertório dos anos 90 foi um POP fraco, com boy bands, girl bands (gay bands). Mas pelo menos era melhor que esse tal de Cine, NX Zero, e esse tal de Restart (que compuseram os versos logo acima).

Mas uma coisa eu me pergunto, o que é pior: a banda Restart, ou os fãs de Restart? Os caras estão fazendo o trabalho (muito mal feito  por sinal) de botar suas músicas nas paradas de sucesso. O pior são os fãs que ouvem isso e depois ficam bravos se tiram sarro deles.

Dêem uma olhada nesse vídeo e vocês entenderão. Só digo uma coisa: pura falta de sacanagem!

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Por Fernanda Cavassana

*Antes de ler a crônica que deveria ter sido publicada ontem, pedimos desculpas. O texto foi redigido ontem, mas, por causa de um problema com o provedor, fiquei sem internet, o que impediu a publicação desta ontem.

Costumo desejar mais os feriados de terça e de quinta-feira. Desde que me entendo como gente, na escola, feriado bom é aquele que emenda com mais um dia e já encosta no fim de semana. Nessa minha vida universitária, feriadão já se tornou sinônimo de ir à rodoviária, viagem e alguns dias no colo da mamãe e do papai. Pode até rolar uma viagem diferente, mas acaba sendo em família. Depois que vim morar sozinha em Londrina, amigos, festas e aventuras não tem vez quando é para ficar alguns dias sem aula.

Hoje é feriado de Tiradentes – tá aí um personagem que sempre admirei na história do Brasil – e em plena quarta-feira. Eu poderia reclamar por não ter viajado, visitado meus pais e etc, mas essa folga no meio da semana veio a calhar. Um espaço para respirar, sem aulas e sem estágio.

Poderia ter ido à uma cervejada, ter saído ontem a noite, participado de um churrasco no dia bonito e ensolarado que foi. Mas, não. A quarta de descanso foi tranqüila e um tanto quanto familiar. Uma saída simples com as amigas também universitárias e sozinhas na cidade.

Passar uma tarde toda no shopping é algo totalmente incomum à minha rotina, ainda mais quando é possível encontrar, no mínimo, 354 mil crianças por lá. De bebê de colo, às de mais ou menos dez anos, tinha para todos os gostos.

Pelo jeito, feriado para as crianças – pelo menos as de Londrina – significa passear com os pais. Comer um lanche, tomar um sorvete, ver um filme e talvez até ganhar um brinquedo. Para os pais, é a oportunidade de passar algumas horas com os filhos, longe do dia a dia corrido com o trabalho. Mas precisavam tantos irem ao shopping?

As filas estavam imensas, muita gente, muitos colos ocupados e muito choro. Lugar fechado, horas em pé e todo aquele estresse que a criança adquire com o passar das horas. Confesso que fiquei com inveja. A tarde tava legal com meus amigos, mas a companhia dos meus pais salvaria qualquer feriado.

To meio-desligada, sem saber – como sempre – as palavras certas para a crônica da semana. O que eu sei é que se eu tivesse um daqueles bebês lindos para curtir um dia livre e diferente, procuraria um jardim, um cachorro e uma rede talvez. Agora, ficar horas e horas empurrando o carrinho do filho junto com as sacolas de compras não dá. Respeitando a escolha de cada um de como preencher seu feriado com ou não sua família, um salve aos poucos momentos que ainda permitem uma reunião familiar. Um salve aos feriados!

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Imagine o que é uma mãe ver o filho sair e não voltar? Isso abala qualquer um. Não tem como não se comover com as famílias”

 Luis Carlos de Miranda, juiz da Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Território,  sobre a sua decisão de libertar o pedreiro Adimar Jesus, preso pelo estupro de duas crianças em 2005, que após ganhar liberdade confessou à polícia ter assassinado outros seis jovens de Luziânia (GO).

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por Vitor Oshiro

Hoje em dia os computadores estão presentes na maioria dos lares brasileiros. E quase em sua totalidade as crianças e adolescentes tê, acesso livre à eles. Algo que pode significar um perigo constante com o contato de pessoas mal intencionadas.

Ontem (23), o Jornal Hoje veiculou uma matéria bastante importante com dicas sobre como os pais identificam um pedófilo na rede. Vale a pena conferir e ficar atento.

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por Leonardo Caruso

A gripe A causou muita agitação nas pessoas durante um longo tempo. Apesar da preocupação com a gripe ter diminuido, alguns novos hábitos se fixaram e entre eles está a utilização do álcool em gel. Hoje em dia, em todos os lugares encontramos frascos do tal gel, seja em casa, no trabalho, na escola ou no restaurante.

Além do uso indiscriminado do produto, a médica pediatra Stella Maria Freitas Pranzetti Vieira adverte para os cuidados que se deve ter ao lidar com o álcool em gel e crianças.

Embalagens de alcool em gel que podem ser facilmente manuzeadas por crianças podem trazer riscos para os pequenos. *fonte: medpharma-al.com.br

Embalagens de alcool em gel que podem ser facilmente manuzeadas por crianças podem trazer riscos para os pequenos. *fonte: medpharma-al.com.br

Muitas pessoas se esquecem que mesmo em gel, o álcool continua inflamável. “O álcool em gel pode se incendiar facilmente e causar queimaduras graves e até fatais” comenta a pediatra. “Além disso, as embalagens não são seguras e a maioria das marcas não possuem travas de segurança, permitindo que a criança abra o produto com facilidade” acrescenta a médica, apontando o grande número de crianças que costumam brincar com o gel, sem que haja uma repreensão ou algum cuidado especial dos pais ou responsável.

Stella Vieira também atenta para os riscos dermatológicos. “Podem ocorrer lesões de pele pelo uso constante”, comenta. “As mais frequentes são as dermatites de contato, que causam vermelhidão, coceira e ardência local” complementa. A pediatra aconselha que se tenha alguns cuidados, como evitar que a criança tenha fácil acesso ao álcool e checar se ela não tem nenhum efeito dermatológico resultante do uso do produto.

Mesmo considerando eficaz na eliminação de germes, a médica avisa que “o álcool gel deve ser utilizado com cuidado, pois o poder bactericida pode não compensar o risco”. Como alternativa mais segura e igualmente eficaz a pediatra Stella Vieira aconselha: “higienização das mãos com água e sabão tem o mesmo efeito”.

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