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Posts Tagged ‘Cultura’

Por Fernanda Cavassana

Terça é dia de Recomendamos no Londripost.

Poderíamos recomendar o vídeo da coluna do Pedro hoje, ou o arquivo para a padronização do corretor ortográfico dos programas do Office 2007 para as novas regras gramaticais.

(tá, os posts anteriores também são indicações).

Mas o post inserido na categoria do dia é mais cultural, um incentivo aos leitores desfrutarem de uma das boas opções que a cidade oferece na área.

Ao falar sobre cinema, muitas pessoas só visualizam as grandes salas do Multiplex no Catuaí. Esquecem-se, muitas vezes, do cine Com-tour.

Apesar de ter apenas uma sala e um filme em cartaz por semana, o Cine Com-tour é a opção para quem busca uma programação mais alternativa e cultural, diferente das obras em cartaz nas salas dos cinemas comerciais.

Toda sexta-feira entra um novo filme em cartaz para o público prestigiar ao valor de R$ 10,00 a inteira e R$ 5,00 a meia entrada. Se não foi ainda nesta semana, você tem até a noite desta quinta-feira para ver “Direito de Amar”.  (Clique aqui para saber mais sobre o filme e não perca, no próximo post da coluna “Sessão de Domingo” uma crítica de Beto Carlomagno sobre este filme).

O Cine Com-tour faz parte da divisão de vídeo e cinema da Casa de Cultura da UEL. No blog deles é possível acompanhar não só os filmes que estarão em cartaz, mas também outras apresentações e eventos divulgados e produzidos pela Casa de Cultura.

Serviço:

Casa de Cultura: Divisão de Cinema – Cine Com-Tour UEL
Av. Tiradentes, 1241
Email: celj@sercomtel.com.br
Fone: 3347-8639 (das 14h às 18h)

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por Lígia Zampar

Da Galileu

Quem assistia ao Ratimbum, e mais tarde ao Castelo Ratimbum, se lembra do quadro do tipo “Viu, como se faz!”. Perdida na internet, achei uma matéria interessante que explica como é feito o vinil. E tem até um pouco da história dele.

A seguir, uma versõa resumida.

Para ver a versão completa, aqui!

Primeiro, o áudio entregue pelo cliente é analisado pelo operador do corte de acetato, que verifica se atende aos princípios básicos para um corte sem distorções ou “pulos”. Alguns defeitos podem ser corrigidas por ele mesmo no momento do corte, outros não.

Depois, o operador do corte transfere o som de cada lado do disco, para um acetato de 14 polegadas. Após o corte, ainda verifica no microscópio – tão importante quanto a verificação auditiva – se os sulcos do disco estão preservados. Aprovado o corte, o acetato é imediatamente conduzido ao setor de galvanoplastia, para transformá-lo em matrizes de níquel para serem colocadas nas prensas.

Na galvanoplastia, os acetatos passam por vários processos até a superfície gravada ser coberta por um banho de prata – “um dos momentos mais bonitos em uma fábrica de discos”, acrescenta João Augusto. Em seguida, são colocados em um primeiro banho de sulfamato de níquel, que é chamado de “banho flash”.

(mais…)

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por Vitor Oshiro

Tudo começou com Adão e Eva no Paraíso uma ideia da minha professora de Jornalismo Online – Cynthia Corrêa – para o desenvolvimento do meu Trabalho de Conclusão de Curso, o temido TCC.  Focado na facilidade de publicação que os blogs oferecem, a proposta seria idealizar um projeto para o curso de Jornalismo da UEL.

Pensamos em tudo. Seções fixas para não deixar o blog desatualizado, regras para manter um padrão nos comentários, ouvimos a opinião dos alunos de Jornalismo, analisamos outros blogs, etc. Porém, parecia que faltava alguma coisa.

Mais do que um projeto, o que realmente queríamos era colocar “no ar” um piloto (apesar do curso não exigir mais um piloto para o TCC). Queríamos que as ideias saíssem do papel. Queríamos que elas funcionassem. E assim fizemos: criamos o Londripost.

Hoje, já formado e desempregado, aliás, se você tiver um emprego para um jornalista, entre em contato comigo, despeço-me do blog com muito orgulho e, aos moldes do programa da Xuxa, quero mandar um salve pros manos da Xurupita fazer alguns agradecimentos mais do que especiais.

Na elaboração do projeto, houve um acréscimo enorme de conhecimento e paciência da professora Cynthia, já citada. Entre todos os afazeres, séries americanas e namoro, a estudante Ráisa Guerra separou um tempinho para pensar no layout do blog. Ao pessoal que, em meio às férias forçadas pela nova – que já está ficando velha – gripe, participou de um grupo que traçou as diretrizes do blog. E fora a equipe – Lígia Zampar, Fernanda Souza, Fernanda Cavassana e Leonardo Caruso –, que aceitou de imediato a entrar no blog sem receber nada em troca. Ou melhor, recebiam meus e-mails com broncas, cobranças e reclamações. 

Apesar de, com certeza, ter realizado um esforço próprio inimaginável, o blog não se manteve apenas pelo meu empenho. Aliás, acredito que fui apenas aquele que ajuda a empurrar o carro e espera que ele não quebre mais para frente. Assim, é justamente por isso que não vejo o blog como algo meu. A proposta nunca foi essa. E é por isso que me desligo hoje dele e deixo ao cargo dos autores de direito: os estudantes.

Por fim, espero que, nesses nove meses de funcionamento (qualquer analogia com a gestação de um filho seria totalmente pertinente aqui), o Londripost possa ter informado o público e auxiliado a todos os autores como me informou e me ajudou. Apesar de não duvidar do potencial e do empenho da equipe que fica, espero de coração que o projeto tenha o futuro que imaginei a ele quando era apenas um rascunho de TCC na tela do meu computador.

Assim, neste último post, só tenho a agradecer e dizer que vou guardar com muito carinho algo que marcou uma importante fase da minha vida.

Obrigado, Londripost… e boa sorte!

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por Vitor Oshiro

Na chuva, uma pequena garota pede ajuda. “Socorro”.
No sol, um pequeno menino pede comida. “Socorro”.
Na chuva, ninguém pára para ajudá-la.
No sol, o choro dos irmãos parece formar um cântico.
Na chuva, a cada luz de carro acende uma esperança.
No sol, a cada minuto vagarosamente atravessado é uma vitória.
Na chuva, cada luz que novamente não pára diminui a esperança.
No sol, cada lágrima derramada o torna mais e mais fraco.
Na chuva, a menina volta ao que restou do automóvel.
No sol, o garoto não escuta mais seus irmãos.
Na chuva, as ferragens dos seus pais não mais se mexem.
No sol, a ajuda para os irmãos não é mais necessária.
Na chuva, a menina desperançosa. “Por que, meu Deus?”
No sol, o garoto desperançoso. “Por que, meu Deus?”

“Um país tropical, abençoado por Deus…” Este é o Brasil. Faça chuva ou faça sol, sempre seremos o país do carnaval, futebol e da alegria. Por que, meu Deus?

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por Leonardo Caruso

O recomendamos de hoje tem Poder. E poder por Joyce Pascowitch, jornalista e empresária responsável pela Glamurama Editora, que criou uma revista para adentrar na vida dos poderosos, sejam eles da política, das artes, dos esportes ou do ramo que for. Completando dois anos agora em fevereiro, a revista tem por intuito mostrar quem são as pessoas tidas como importantes, o estilo de vida delas e o que pensam. De acordo com a diretora-geral, o que importa no novo veículo é o poder em todas as suas manifestações. Sarney e Caco Barcellos são figuras que já passaram pelo meio. Quem cobre a capa de fevereiro é o jogador do flamengo, Adriano.

A primeira vista pode parecer apenas uma revista de fofocas, mas ao virarmos as páginas, percebemos que Poder tem seu valor, não só por variar as figuras que aparecem em suas matérias, mas também ao conteúdo abrangente de cada entrevista. Claro que voltado para cada indivíduo lá entrevistado, mas um pouco mais completo que simples “conversa de cumadres”.

Porém, o item mais interessante e que mais me aproximou da revista é o fato de ela ser disponibilizada online. Ao acessarmos o site, podemos escolher a edição que desejamos ler, a forma como o conteúdo deve ser apresentado na tela e a forma de controlar a mudança das páginas. Podemos dar zoom e manusear as “folhas” como se fossem de uma revista impressa. A parte gráfica também me chamou atenção.

Aqueles interessados em conhecer a versão online da Poder podem acessar o site http://revistapoder.uol.com.br/. Já os interessados na versão impressa e formas de assinatura, podem entrar em contato pelo telefone (11)3061-9548ou pelo email assinaturas@glamurama.com.br

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por Vitor Oshiro

Em quatro anos que passei em Londrina, nunca tive a oportunidade de passar um carnaval na cidade. Porém, sempre ouvi muitas reclamações de que a época da folia não é muito boa por aqui.

Peregrinando pelo Café com Pizza, o blogueiro trouxe um balanço do Carnaval de 2010 feito pelo secretário municipal de cultura Leonardo Ramos. Clique AQUI para conferir a avaliação.

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por Vitor Oshiro

Sexta-feira (12-02)17h – Cortejo com o grupo Lata do Calçadão para a Concha Acústica. –18h30 – Banda de Músicos na Concha Acústica. -18h40 – Entrega da chave da cidade pelo prefeito Barbosa Neto ao Rei Momo Carlos Alberto Bozzelli.

Sábado (13-02) -10h – Cortejo com os grupos Lata e Bloco do Bafo Quente. Concentração entre as ruas João Cândido e Pernambuco. -17h – Ao lado do anfiteatro do Zerão. Show com grupo Entretantas, Vitor Gorni e Banda e Escola de Circo/Clac.

Domingo (14-02) -20h – Desfile das Escolas de Samba de Londrina no Autódromo Internacional Ayrton Senna (R$ 5 e R$ 2,50). Ordem do desfile: -Quilombo dos Palmares -Explode Coração -Garotos Unidos da Zona Sul -Gaviões Londrinenses -Alegria da Passarela

Segunda-feira (15-02) -17h – Cortejo com o grupo Lata na Av. Saul Elkind, ao lado do Centro Cultural Lupércio Luppi. Às –18h- Bloco do Bafo Quente. A partir das –23h– Carnaval do Bloco Bafo Quente na Chácara Betel.

Terça-feira (16-02)18h – Concha Acústica: Banda de Músicos de Londrina. -19h – Concha Acústica: Bloco do Bafo Quente.

As informações acima são do Jornal de Londrina. Se não curtiu nenhuma delas, o blogueiro dá uma dica: que tal ser preso, passar a folia em uma cela tomando uma cervejinha bem gelada??? Aqui em Londrina você pode!!

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