Feeds:
Artigos
Comentários

Posts Tagged ‘destino’

por Vitor Oshiro

Muita gente acredita em destino. E com ele há também espaço para superstições, sinais, simpatias e todo tipo de coisa que a ciência não consegue explicar.

De outro lado, existem pessoas que acreditam em coincidências. Tudo é baseado na razão e na ciência e aqueles fatos que não cabem nesta vertente são semelhanças que a vida e a rotina tratou de juntar.

Recentemente, a atriz Brittany Murphy morreu de uma overdose de remédios. O corpo foi encontrado em uma banheira. Em seu último trabalho, a atriz protagonizou um filme de terror chamado Deadline. O cartaz promocional e as capas dos DVD’s e Blu-ray traziam que imagem? Confira abaixo.

A produtora do filme decidiu trocar a imagem por causa da triste “coincidência”.

Mas, seria coincidência ou destino?

Read Full Post »

por Fernanda Cavassana

No dicionário escolar da Academia Brasileira de Letras, encontra-se esta definição para coincidência: “O que ocorre por acaso mas parece intencional ou planejado” ou “Situação que acontece ao mesmo tempo, envolvendo as mesmas pessoas”. Alguns acreditam em destino, outros em sorte ou azar, e aqueles que se contentam em definir todas desse tipo de situação como coincidência. Eu, de fato, não sei ao certo o que penso sobre. O que eu sei é que sou alvo certeiro para os acasos. A minha vida gosta de coincidir as coisas, as histórias e as pessoas, fato.

Quando você tem pais oriundos de estados diferentes (quase de países), assim como a família por parte deles, e já mudou de cidade apenas sete vezes, as chances de acontecer as tais coincidências são maiores. Aumenta se você participar de campeonatos esportivos por cinco equipes distintas e entrar em duas faculdades bem distantes, apenas em seus 19 anos e meio de vida. Talvez eu não me importasse tanto, mas é difícil. É difícil você se ver obrigada a lembrar de uma coisa ou alguém que você quis esquecer. É difícil, porque às vezes isso te assusta! Coincidência (principalmente a ruim) é o tipo de coisa inesperada que te faz procurar algum culpado pela situação. As justificativas existem, mas nunca se mostram suficientes para tanto.

Ano passado, morei em um pensionato em Campo Grande (MS) com a mesma menina que morou em São Paulo com a Thaís, minha colega de faculdade aqui em Londrina. Elas são amigas de infância, estudaram juntas em Birigui (SP). Atualmente, a nossa amiga em comum mora em Presidente Prudente (SP) e é caloura da minha melhor amiga – que conheço há oito anos, de quando morei em Maracaju (MS). Tá, é legal? É muito! Acasos como esse sim, não tem como não achar o máximo e contar a todos. Porém, é um dos poucos que gosto de tornar público. A maioria deles me incomoda, e muito.

Às vezes, sou eu que não tenho sorte. As coincidências da minha vida se resumem em horas de nervosismo e estresse. Geralmente, a pessoa X – que eu amo – conhece, por meio de uma Y, esta amiga de uma Z, uma W que, em um passado remoto, dividiu comigo alguma história que merecia ser esquecida. Vários casos como esse, em cidades mais diversas possíveis (não precisemos de nomes, não é?). Complexo? Confuso? Talvez não para alguns. Sei que muitos também passam por isso e que se eu fosse um tanto mais quieta e menos cigana, eu iria me abster de tais acontecimentos. Mas não dá, não agora. Deixe-me estranhar, me incomodar com isso.

Enquanto me surpreendo com cada novidade cheia de coisas antigas em minha vida, vou aprendendo a lidar com as situações e enfiando de vez em minha cabeça que o mundo é do tamanho de uma pulga anã.

Read Full Post »