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Por Beto Carlomagno

A Saga Crepúsculo: Eclipse (The Twilight Saga: Eclipse)

Ontem fui ao cinema fazer algo que não fazia a um bom tempo, ver dois filmes seguidos. Vi Toy Story 3, que eu ainda não tinha tido tempo, e em seguida entrei para ver Eclipse, a terceira parte da saga Crepúsculo. Tenho que confessar. A saga criada por Stephenie Meyer é meu maior guilty pleasure. Já li os dois primeiros livros, vi todos os filmes nos cinemas e mesmo sabendo que vem mais porcaria por ai, sempre estou lá. Sei que para quem ler o meu texto pode parecer um pouco confuso eu acompanhar os filmes e sempre criticar o que é feito, mas entro no clima de indecisão e confusão da produção, o que encaixa ainda mais a série no grupo dos guilty pleasures.

Eclipse continua a história de onde parou Lua Nova. Bella (Kristen Stewart) e Edward (Robert Pattinson) estão juntos novamente e a data para que ele a transforme em vampira está marcada. Enquanto isso, Victoria (Bryce Dallas Howard, substituindo Rachelle Lefevre, que interpretou a personagem nos dois primeiros filmes), a vampira que apareceu no primeiro filme como parceira de James, e que espreitou Bella em Lua Nova, começa sua busca por vingança, formando um exército de vampiros recém-criados para auxiliar em seus planos.

Na verdade, falar que ele continua a história é meio errado, já que o novo filme da série é uma sucessão de repetições dos primeiros filmes. Chega a ser cansativo ver a toda aquela indecisão de Bella, todo aquele sofrimento, todo aquele papo de “quero que me transforme”, “não vou te transformar”, “você não sabe o que está pedindo” e “blá-blá-blá”. É difícil também entender o que se passa pela cabeça dos personagens criados por Meyer. Em um momento totalmente contraditório na série, Edward pede Bella em casamento, ela hesita em aceitar, cria milhares de desculpas e foge do assunto, o que não condiz com toda a mitologia criada para a série. Ela sempre foi capaz de tudo por ele, inclusive morrer, sempre se declarou completamente apaixonada e quando chega a um momento desse, ela tem dúvidas? É estranho, e no mínimo incoerente.

O filme se arrasta durante quase toda a sua projeção, longos 124 minutos, nesse vai não vai do casal e sua complicada relação com o lobo Jacob (Taylor Lautner), que aqui surge determinado a conquistar sua amada Bella. Sobre o elenco não tem muito o que falar. Kristen Stewart continua atuando tão bem quanto a porta daqui de casa, Robert Pattinson está cada vez mais caricato e exagerado, mas ainda com a mesma cara de peixe morto durante todo o filme, Taylor Lautner continua cumprindo seu papel de descamisado da vez, quase que um pedaço de carne a mostra no açougue, e o elenco coadjuvante continua com suas caras e bocas.

Eclipse ganha um pouco de pontos ao se aproximar de seu epílogo, com a batalha do exército de vampiros de Victoria contra os Cullens e os lobos, em uma aliança feita para proteger Bella. Aqui reside também um problema no texto de Meyer. Ela não tem coragem de provocar qualquer dano aos protagonistas. Ao contrário de outra franquia baseada em livros de grande sucesso, Harry Potter, ela não se atreve a matar nenhum de seus amados personagens principais, tornando a batalha sem sentimentos, já que mesmo quem não leu ao livro, percebe desde o início que a vitória é eminente e sem grandes problemas para os protagonistas.

Confesso que depositava minha confiança no ótimo diretor, David Slade, para que a série apresentasse uma evolução, tanto narrativa quanto visual. Mas nem isso acontece. Slade, que fez um dos melhores filmes de vampiros dos últimos anos, 30 Dias de Noite, aqui fica preso às convenções da série, não passando de um diretor encomendado para dar continuidade sem imprimir nada pessoal na série. Além disso, os efeitos especiais continuam sofríveis em grande parte da produção, resultado de um investimento baixo, mesmo com o grande sucesso da franquia. Mas é óbvio que nada disso impede que milhões sejam feitos nas bilheterias. Os primeiros números já saíram, e Eclipse arrecadou, desde sua estreia na quarta-feira, mais de 160 milhões de dólares apenas nos EUA. E que venham os próximos filmes, já que Amanhecer, último livro da série, em uma estratégia parecida com o já citado Harry Potter, será divido em duas partes. Os filmes serão dirigidos por Bill Condon, dos ótimos Deuses e Monstros, Kinsey e Dreamgirls, mas não espere que isso vá influenciar no estilo da série. A primeira parte tem estreia marcada para 18 de novembro de 2011, a segunda em 2012, mas sem data definida ainda.

Quem quiser saber sobre Toy Story 3, que citei no início do texto, acesse meu blog que logo devo postar o que achei do filme lá: http://behindthescenes-takes.blogspot.com/

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por Vitor Oshiro

O filme do Lula não anda sendo um sucesso. Eu ainda não vi, mas, os que assistiram disseram que ele não agrada nem gregos e nem troianos. Ou seja, a película ficou tão morna que não consegue satisfazer aos anseios petistas e nem cativar os peemedebistas de plantão.

Então, aí vai uma fórmula para o presidente: que tal junta a franquia de grande sucesso Crepúsculo às metas do nosso querido companheiro. Confira:

Chupinhado do Blog Dica de Música

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por Vitor Oshiro

O Recomendamos de hoje está cinematográfico.Trazemos uma lista que o site G1 preparou com os 20 filmes que prometem ser sucessos de bilheteria no próximo ano. Tem quem vai discordar da relação que coloca Eclipse – o terciero filme da saga que parece a novela Malhação, mas, feita por vampiros – ao lado da história de Lula – que, quebrou o paradigma de que horário eleitoral era gratuito ao cobrar ingresso.

Divulgação

1º de janeiro

‘Lula, o filho do Brasil’, de Fabio Barreto 
O diretor de “O quatrilho” conta a história da infância e da juventude do presidente Lula, em uma produção com orçamento de cerca de R$ 12 milhões. Glória Pires está no elenco, no papel da mãe do protagonista.

8 de janeiro
‘Sherlock Holmes’, de Guy Ritchie

Robert Downey Jr. encarna o famoso detetive numa adaptação moderninha da obra de Conan Doyle. Jude Law e Rachel Adams também integram o elenco.

15 de janeiro

‘Onde vivem os monstros’, de Spike Jonze

O cineasta indicado ao Oscar por “Quero ser John Malkovich” faz uma ousada adaptação do clássico da literatura infantil de Maurice Sendak, que encanta gerações de crianças há cerca de quatro décadas.

22 de janeiro

‘Amor sem escalas’, de Jason Reitman

Estrelada por George Clooney, a comédia já inicia o ano como uma das mais esperadas, já que é líder em indicações ao Globo de Ouro, participando da disputa em seis categorias. O diretor é o mesmo de “Juno”, de 2007.

‘Nine’, de Rob Marshall

O musical, que concorre ao Globo de Ouro em cinco categorias, reúne um elenco de beldades, com Nicole Kidman, Penelope Cruz, Kate Hudson e Marion Cotillard, sob o comando do diretor do premiado “Chicago”.

29 de janeiro

‘Invictus’, de Clint Eastwood

Morgan Freeman encarna o líder sul-africano Nelson Mandela nesse drama baseado em fatos reais. Matt Damon também está no elenco.

(mais…)

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