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Posts Tagged ‘erros’

Porque não saber usar a ‘comunicação’ é ridículo tudo! E o importante é rir entender…

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(do Kibeloco)

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Por Fernanda Cavassana

Apesar do horário mais pra sexta do que o dia correto da semana em questão, ainda dá tempo de você se divertir ou não com o Humor de Quinta dessa semana (chupinhado do Kibe Loco).

Placas, propagandas, recados espalhados por nosso país!

Quem não ficar chocado ou triste com as imagens, fique a vontade para rir de algumas barbaridades que podemos encontrar por aí…

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Por Fernanda Cavassana

Há menos de uma semana eu ouvi de um professor: “Você gosta de escrever! Eu vejo, sinto que você gosta. Você é daquelas que escreve o tempo todo, que já senta e já vai escrevendo, não é verdade?”. A reposta? “É.. é, eu gosto. Mas, acho que prefiro ler”.

Tá, eu gosto de escrever. E sento e escrevo bastante, fato. Mas não produzo tanto quanto digito. É que também gosto de apagar. A tecla ‘Backspace’ talvez seja a mais sofrida do teclado, a que eu mais aperto. Emails escritos em horas de desespero, saudade, raiva, rancor ou dor. Amor, talvez. A maioria, senão todos, apagados. Depoimentos, recados, mensagens: os enviados quase sempre passaram por várias adaptações e apertões na tecla da setinha ali. É difícil fluir algo e simplesmente ficar. É difícil se colocar em palavras, o fácil é duvidar de que a pessoa compreenda a mensagem passada.

Sou travada, essa é a verdade. Até mesmo para um texto sobre um assunto que eu goste muito. A dúvida sobre a qualidade ou clareza do que escrevo sempre permanece e me dá mais trabalho. Às vezes, algo – como uma simples crônica de quarta pro blog [em especial as crônicas, na verdade] – que levaria alguns minutos para ser produzido, me toma várias horas.

Distraio, penso, distraio novamente. Tento fugir das idéias que virariam palavras, enfim, enrolo. No final, apago mais umas coisinhas ali, outras ali, reescrevo, empolgo e mudo tudo. Até o momento em que me conscientizo de que não posso depender só do backspace para escrever. Perco o medo, publico, envio ou entrego. Afinal, é só no mundo digital que se é possível voltar atrás do que já foi dito sem maiores conseqüências. É driblar o medo de errar, e se encorajar a ouvir as críticas, aceitar os erros, corrigir e aprender. Tudo na vida funciona assim.

E assim termina a crônica dessa quarta, meio perdida, sem fundamento, sem sentido. Apenas representando minha insegurança, meu medo das críticas e do erro. Porém, com o mínimo de rasuras possível.

No momento, me seguro para não apagar tudo isso e começar um novo post…

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