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Posts Tagged ‘filho’

por Beto Carlomagno

Estou de volta com mais um filme em exibição no Cine Com-Tour UEL. Não, não é nada pessoal com o cinema, o ponto é sempre o fato de bons filmes serem exibidos lá, e esse A Estrada não foge a regra. O filme, estrelado por Viggo Mortensen (o Aragorn da trilogia O Senhor dos Anéis), conta a história de um pai (Mortensen) que viaja por um mundo destruído com seu filho (Kodi Smit-McPhee) em busca de um lugar melhor para viver. O medo é o sentimento presente na vida dos dois durante toda a viagem, já que todos os sobreviventes acabaram se juntando em grupos e se tornaram canibais, já que não há muita comida pelo mundo.

A alma do filme, apesar de soturno e deprimente, reside na esperança de pai e filho de encontrarem um lugar melhor, conseguindo assim sair daquele frio constante e poder viver sem o medo sempre espreitando. O amor de um pai pelo seu filho é o que move as ações do personagem de Viggo Mortensen desde o início do filme. Ele tem consciência de que não viverá para sempre, mas protegerá seu filho até o último momento de vida e o ensinará a se defender para que possa se virar sozinho futuramente. A realidade torna o personagem duro, e pelo que vemos, o que o impede de se tornar algo próximo do que os outros se tornaram é a presença de seu filho, que o lembra da bondade e do amor existentes no mundo.

A fotografia cinzenta e escura traduz aquele sofrimento e aquele frio presente na vida dos personagens. Principalmente quando contrastada com o vigor e as cores quentes dos flashbacks que trazer o amor de uma família de volta a tela, mas que vai se apagando conforme o tempo de vida naquele mundo destruído vai passando. Nessa parte, Charlize Theron entra em uma ponta forte como a esposa do personagem de Viggo, uma mulher deprimida que não aguenta aquele mundo e que toma a decisão de acabar com o sofrimento, uma mistura de fraqueza e força da personagem.

Outro ponto forte do filme é sua trilha sonora. Nick Cave entra para criar uma trilha pontual que marca o filme. Se o filme peca em algum ponto, é em sua duração. Às vezes o filme se torna cansativo com as longas caminhadas. O diretor, John Hillcoat, poderia ter reduzido um pouco sua duração e tornado o filme mais ativo, mas isso não é nada que estrague a ótima experiência que é ver A Estrada. O filme ainda conta com participações de Robert Duvall e Guy Pearce, em personagens importantes para o desenvolvimento dos personagens principais e para a história.

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por Lígia Zampar

“Tenho que ter uma paciência de Jô”, já diria eu, já diria minha mãe, minha vó…

 Mas afinal, quem era Jô?

 Acho que ele era um cara bem brasileiro. Olha só isso: “Nasceram-lhe sete filhos e três filhas” (tirado da Bíblia, de Jó, capítulo 1 e versículo 2).

Se ele tinha 10 filhos, além de não ter televisão na casa dele, ele também não tinha noção de como um filho dá trabalho.

E devia ter muita paciência pra aguentar dez crianças mais a esposa.

Digo que ele é brasileiro, porque é esse o retrato da família de classe baixa no Brasil: muitos filhos e muita força de vontade pra sustentar e paciência pra aguentar todos.

Se você sempre diz “Paciência de Jó” e nunca se perguntou quem era esse, tá aí: Jó é o nosso herói…

Mas se eu fosse você não seguiria o exemplo dele. Segundo a história… “E Deus virou a situação de Jó, enquanto ele orava pelos seus amigos, e o Senhor devolveu a Jó em dobro a tudo quanto antes possuía de bens materiais, além de vir a ter outros sete filhos e três filhas, as quais vieram a ser consideradas como as mais belas da época. E ele viveu cento e quarenta anos, e morreu velho e farto de dias…”

Imagina ter mais dez filhos e viver até os cento e quarenta anos? Aquecimento global, Terceira Guerra Mundial…

Não, obrigada.

Prefiro viver sem paciência.

(Os escravos de Jó ficam pra outra hora.)

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por Vitor Oshiro

do G1

Ok! E o filme da Bruna Surfistinha não tem nada de… ah, deixa quieto!!

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Nós aqui do Londripost estamos ligados sempre no twitter, postando o que acontece em Londrina e no mundo, além de “twitar” o que de melhor está no ar aqui no blog. Mas algumas pessoas tem dado ao miniblog um importância muito alta perante os valores da vida!

Shellie Ross twitava enquanto os paramédicos tentavam reanimar o filho de dois anos da blogueira. O menino havia se afogado na piscina e, infelizmente, 5 horas depois do ocorrido, foi dado como morto.

A reação natural seria chorar e entrar em desespero, mas não Shellie. Ela simplesmente foi ao computador twitar novamente. “Me lembrando do meu menino de ouro”, escreveu e postou uma foto do garoto.

Bizarro. Mas e você, o que você achou da atitude de Shellie Ross? Desumana? Apenas aproveitou o tempo em que os paramédicos cuidavam do seu filho? Comente!

*Retirado do BBC Brasil

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por Vitor Oshiro

Tá… eu sei que você ainda está saturado de Michael Jackson! Porém, um garotinho em Santa Monica (EUA) roubou a cena com os passos do astro!

Seria a reencarnação ou o filho de Michael???

 

Chupinhado do Não Salvo!

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por Vitor Oshiro

Mãe?

Quando a maioria das pessoas ouve esta palavra, logo tem em sua mente a noção de carinho, cuidado, amor e muitos outros sentimentos positivos. Sentimentos estes que são mesclados a um cheirinho de roupa lavada e daquela “comidinha” que é melhor do que a melhor culinária francesa.

 Mas, para algumas pessoas, mãe não é isso. Para alguns filhos, mãe não é sinônimo de proteção. Pelo contrário. Mãe é sinônimo de irresponsabilidade, desrespeito e medo.

Pelo menos é assim que enxergo as coisas depois de notícias como esta: “Mãe é presa por suspeita de manter filho de 9 anos acorrentado no interior de SP”, publicado no Portal G1. Mas, mesmo entendendo que isto ocorra, não consigo entender. Mesmo sabendo que existe mães assim, não consigo imaginá-las. Mesmo sabendo que elas são mães, é impossível chamá-las assim.

Então, o que será que leva a comportamentos tão diferentes? O que faz com que mães sejam capazes de desenvolverem uma super-força ao ver sua prole em perigo e outras que não dão a mínima? O que as faz tão diferentes? Será que é genético? Será que é criação?

Bom, não tenho a resposta, mas, aproveito para agradecer minha mãe por poder chamá-la assim e, principalmente, por ter a certeza que quando quiser poderei ter aquela roupinha lavada e aquela comidinha melhor que a melhor culinária francesa… pensando bem, que qualquer comida do mundo!

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por Vitor Oshiro

Três suspeitos de roubar casas em Londrina foram presos. Até este ponto, a notícia parece rotineira. Porém, o que chamou a atenção foi quando a mãe de um dos acusados encontrou o filho preso e entrou em desespero. Confira o vídeo do Programa “Hoje em Dia” da Rede Record:

Ao ver a reação da mãe, fazemos uma pergunta: na sua opinião, além da família, quais influências são predominantes para que os jovens tomem escolhas corretas ou erradas?

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