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Por Fernanda Cavassana

Definitivamente, eu e hospital não combinamos!

Fujo, sempre. Odeio tomar remédios, odeio ter que ficar olhando pra cara de dó de médico. Porque o difícil é eu ir lá sem ter nada.

Apesar de que, ontem eu fui. Passar uma tarde toda no HU fazendo entrevistas.

Primeira entrevista e pauta: serviço voluntário. Fonte:  uma paciente internada.

– Você tem contato com os prestadores de serviço voluntário aqui no hospital?

-Não.

(minha cara no chão e já me perco nas perguntas que viriam depois, lógico que na espera de um sim)

-O Sr que está na sua frente é um, sabia?

-É? Mas eu só vi ele hoje.

Não consegui extrair mais nada dela. Aliás, não consegui nenhum outro entrevistado. Uhul!

Entre essa e a outra entrevista, que tal doar sangue?

Meu tipo é o O positivo, ótimo: doador universal e o hemocentro feliz em recebê-lo.

Mas não deu. Fui furada mais vezes que o necessário, estou com escassez de hemoglobina no sangue, se eu doar pode me fazer falta. Resultado: fui impedida pelo médico de realizar a doação. Minha cara é recolocada no chão e eu sou chamada de pré-anêmica. Rá. Eu gosto de doar sangue pó, me deixa salvar alguma vida?

Minha colega de estágio, de blog, e de torcida pro Bauru Basquete, doa sangue e eu aguardo, formulando pauta. Essa última tinha que rolar, e ia ser tudo bonitinho.

Até que foi. Conseguimos entrevistar a enfermeira – que por sinal cuidou antes da querida Lígia que passou mal depois da doação, sem nenhum problema. Talvez, meu tropeço e tombo no departamento, na frente de algumas pessoas, possa ser outro indício de azar. Mas que culpa eu tenho se tinha um ressalto ali, bem alto por sinal. Sorte que o balcão da secretária estava ali e impediu que minha cara fosse ao chão pela terceira vez.

Tá, nisso até que eu tenho sorte. Quase nunca caio. Tropeço, confesso. Mas tombo mesmo só alguns, e com platéia (lógico).

Acho que o azar ultimamente tem andado com o meu contato com os hospitais. Ano passado consegui a proeza de fechar o CECA com uma sinusite e com a pressa de um médico.

Ah, preciso lembrar a façanha de sexta passada, quando fui parar no Hospital das Clínicas com um espinho GIGANTE de peixe na garganta. Chega! Azar eu tenho sempre e minhas histórias – piadas pra quem ouve ou lê – dariam muitas algumas crônicas. Deixo só essas para a quarta de hoje.

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por Leonardo Caruso

O recomendamos de hoje nos mostra como a Web2.0 (e suas conseguintes evoluções) podem aproximar cada vez mais criador e usuário, fonte e receptor, escritor e leitor.

O serviço Yahoo! Pipes, como é descrito no próprio site, agregar, manipular e misturar conteúdos dispersos pela internet. E o que isso quer dizer? De maneira geral, você passa a ter maior controle da informação que chega a você e, de certa maneira, te aproxima dos autores de blogs e sites.

O serviço possui várias funções que se permita filtrar, redirecionar e criar informações. Eu vou dar dois exemplos, para ficar mais fácil compreender.

1.) Você cria um “Pipe” para notícias internacionais. Daí você adiciona os sites que enviarão notícias, por exemplo BBC, NYT, UOL e G1. Aí você adiciona um filtro, no qual a informação que passa seja apenas aquelas referentes a notícias internacionais. Há opção para um filtro tradutor, que transforma as manchetes para sua língua materna.  Você salva e pronto, o Yahoo! Pipes, a partir de agora, reúne toda a informação que você precisa em um lugar.

2.) Pipe para Last.FM e Tumblr. Joe Lazarus criou um Pipe que reúne as informações dos cinco artistas mais ouvidos pela pessoa, na semana, no Last.FM, e automaticamente cria um post no Tumblr (microblog). Toda semana seu blog é atualizado com o “Top Five”.

As possibilidades são inúmeras. Tire um tempo para testar o Yahoo! Pipes.O único problema é que ele exige um certo conhecimento em inglês. Daí por diante existem vídeos e sites pela internet que te ajudam a criar um Pipe para suas necessidades.

Abaixo, um vídeo explicativo sobre o Pipes. (em inglês)

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