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Posts Tagged ‘greve’

Será julgado hoje (11), a partir das 16h, pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), o dissídio coletivo dos funcionários dos Correios. A greve já dura 28 dias e não dá sinais de um final. Na noite dessa segunda-feira (10) houve uma reunião no TST para mais uma tentativa de finalizar a greve, porém os grevistas mantiveram a decisão de não aceitar a proposta apresentada.

No último dia 7 foi apresentada uma proposta por parte da direção dos Correios para que a greve fosse finalizada. A negociação propunha que houvesse um reajuste linear de 6,87% do salário e dos benefícios, um abono imediato de R$ 800 e um aumento real de R$ 60, que entraria em vigor a partir de janeiro de 2012. Porém, o que causou divergência foi a prposta em relação aos dias parados pela greve. Os Correios querem descontar seis desses dias em 12 parcelas a partir do próximo ano, enquanto os outros dias paralisados ficariam a disposição da empresa para serem compensados com trabalho extra nos fins de semana e feriados, de acordo com a necessidade. Os funcionários não concordaram com a proposta. Eles querem que todos os dias sem trabalho sejam compensados e sem nenhum desconto de salário.

Segundo a assessoria de imprensa dos Correios, em entrevista ao portal Bonde, a empresa está disposta a aceitar a proposta do TST. Porém, se as duas partes chegarem a um acordo até o horário do julgamento, este pode ser suspenso.

 

Com dados do site Bonde.com.br

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Por Daniela Brisola

Os funcionários dos Correios chegam, hoje (20), ao sétimo dia de paralisação. Em Londrina, os manifestantes devem se reunir e fechar a agência bancária do Centro, na rua Rio de Janeiro. O objetivo é que suas reivindicações sejam atendidas pela empresa.

Cerca de 70% dos funcionários da cidade estão paralisados e mais da metade das encomendas está atrasada, além da suspensão dos serviços de Sedex 10 e Sedex Hoje.

A paralisação foi decretada na madrugada da última terça-feira e por tempo indeterminado. Não há uma estimativa dos prejuízos provocados em Londrina por causa da paralisação. Os grevistas só devem voltar ao trabalho quando a empresa abrir negociações.

As reinvindicações incluem um reajuste de 7,32% no piso salarial, pagamento das perdas salariais de 16% acumuladas em 16 anos, aumento do vale-refeição de R$ 23 para R$ 30 e da cesta básica de R$ 130 para R$ 300. Em contrapartida, a empresa oferece um reajuste de 6,87%, ficando abaixo da inflação, e um abono imediato de R$ 800.

Com informações do odiario.com e rádio CBN Londrina.

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por Leonardo Caruso

Entrou na conta hoje [sexta] e voltamos ao trabalho hoje mesmo.

Agente de endemias não identificado sobre o fim da greve causada há nove dias pelo não recebimento do ticket alimentação e vale transporte.

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Por Fernanda Cavassana

 Os vigilantes que trabalham no abastecimento de caixas eletrônicos dos bancos em Londrina deverão aderir à greve estadual a partir de amanhã, dia 2 de fevereiro. São, aproximadamente, 300 trabalhadores que atuam na “alimentação” dos caixas e na segurança nas agências bancárias.

Hoje, a greve foi iniciada em Curitiba. Como conseqüências, além da previsível falta de dinheiro nos caixas, o movimento também pode levar ao fechamento das agências.

Segundo a lei, os bancos tem que ter, no mínimo, dois vigilantes às portas das agências para que seja possível o atendimento.

A greve foi decretada pelo sindicato da categoria em Curitiba, na última sexta-feira, dia 29, depois que foi negado o reajuste salarial de 3,9% à categoria.

Em Curitiba, o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região e da Federação dos Vigilantes do Estado (Sindivigilantes), João Soares, alertou a população: “Quem precisa sacar dinheiro é bom que o faça agora, porque a partir da semana que vem já não será mais possível. Os profissionais de carro-forte também aderiram à paralisação e não há data para terminar”.

Segundo João Soares, os trabalhadores estão em campanha salarial desde novembro de 2008. Dentre as exigências dos trabalhadores, está o aumento real de 5%, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) integral e um adicional de risco de vida de 15% sobre o salário já reajustado, além de um vale refeição de R$15.

A proposta do empresariado – rejeitada por unanimidade – foi um reajuste de R$ 62,30 no piso salarial (atualmente é de R$ 890), mais R$ 4,69 no adicional de risco e R$ 0,70 no vale refeição.

*Com informações do Londrix e do site de Fábio Campana

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por Fernanda Cavassana

Respeito tanto os agentes penitenciários quanto os policiais, mas não sou governador de brinquedo: se quiserem brincar com o governo do estado, vão se dar muito mal. Nem a Polícia Civil nem os agentes penitenciários vão fazer greve no Paraná; o que eles podem conseguir é ir para rua. Ponho todos na rua e abro rapidamente um concurso público”.

 

(Roberto Requião – governador do estado do Paraná (PMDB), ontem, em Londrina, sobre a ameaça dos policiais civis e dos agentes penitenciários de entrarem em greve)

*entre as reivindicações dos agentes que ameaçam entrar em greve estão a mudança da carga horária e a autorização do porte de arma.


Dê a sua opinião para a gente: Você é a favor da greve e das reivindicações dos agentes? Ou acha que o governador está correto em ameaçá-los com a demissão?

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Uma cidade sem cura. Ou pelo menos sem médicos!

“Cheguei aqui e não fui atendida. Remarcaram a minha consulta para o dia 4 de dezembro. Preciso tomar morfina a cada quatro horas para aliviar a dor e não consegui a receita do remédio. Vou voltar para a casa do mesmo jeito que cheguei aqui, com muita dor”

Maria do Carmo de Oliveira, 60 anos, moradora de Jaguapitã, que teve uma consulta no Hospital do Cancer desmarcada devido à falta de médicos.

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ihaa.com.br

Abuse da Vitamina C, não fique doente e não vá pra UTI até algumas coisas se acertarem...crédito: ihaa.com.br


por Lígia Zampar

O Sistema de Saúde de Londrina passa por uma situação pouco confortável para a população.Por enquanto, o conselho que dou é: não fique doente (se puder ingerir vitamina C para prevenir ainda mais, melhor ainda) ou evite sofrer acidentes no fim de semana. Plantonistas do SUS prometem parar o atendimento na sexta-feira, devido à decisão da prefeitura em efetuar o pagamento dos incentivos em juízo.
O incentivo seria pago aos médicos especialistas que fazem plantão à distância nos prontos-socorros e nas UTIs pediátricas. São quatro parcelas atrasadas, e o pagamento em juízo cobriria somente a primeira parte.
O presidente da Associação Médica de Londrina, Antonio Caetano de Paula, disse que a prefeitura não está cobrindo a parte dela do acordo, já que ela tinha afirmado que “ia pagar aos médicos e não ao juiz”.
o secretário de Gestão Pública, Marco Cito, diz que para ocorrer o depósito foi pedido o envio de relatórios de atendimento, e a análise desses documentos apresentou algumas divergências. Cito ainda afirmou que a forma de pagamento não estava definida e por razão dos problemas com os relatórios, ele foi feito em juízo para resguardar o município.
Se realmente ocorrer a paralisação, não é somente o SUS que vai suspender os serviços. Os conveniados também deixarão de ter a garantia do atendimento. O superintendente da Santa Casa de Londrina, Fahd Haddad, lamentou a situação em entrevista coletiva. “A gente lamenta que chegamos nesta situação de não atender a população, mas não temos capacidade técnica para manter o atendimento”.
Será feita uma nova reunião amanhã, dia 12 de novembro, para o governo tentar impedir a greve. Em Londrina, os hospitais que podem parar se nada for resolvido nesse encontro, são o Evangélico, a Santa Casa, o Hospital Infantil e o Hospital do Câncer – que prestam aproximadamente 60% dos serviços de urgência e emergência no município.

Outro conselho que dou é para que vocês não pensem em morrer até que se resolva o assunto que caiu na pauta da reunião da Assembléia Legislativa de ontem. Enquanto discutiam sobre um projeto de transporte de cadáveres e serviços funerários, que busca alternativas para corrigir deficiências e melhorar o atendimento à população paranaense, Pedro Zenti, proprietário de uma funerária em Curitiba, lembrou um problema do agenciamento de cadáveres e a atuação dos chamados “Anjos da Morte”. Os “anjinhos” são pessoas que trabalham na UTI e provocam a morte de pacientes terminais em troca de comissões com as funerárias de plantão no hospital.
O deputado estadual, Jocelito Canto (PTB), se assustou sobre o assunto. “Escutei aqui sobre os Anjos da Morte e isso me preocupou, porque quando alguém afirma que pessoas na UTI em estado terminal são induzidas à morte, temos um caso grave. Vamos averiguar essa situação”.

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