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Posts Tagged ‘gripe a’

por Leonardo Caruso

Essa vacina é importante nesses grupos porque o Ministério da Saúde estudou o comportamento da doença na epidemia passada e identificou essas faixas etárias e características como sendo os que mais tiveram complicações ou incidência de óbitos

Sandra Caldeira, gerente de epidemiologia da secretaria municipal de Saúde de Londrina, quanto a vacinação contra a gripe A H1N1. Durante as quatro primeiras fases da campanha, 136.808 dos 158.973 londrinenses esperados foram vacinados.

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Por Fernanda Cavassana

Definitivamente, eu e hospital não combinamos!

Fujo, sempre. Odeio tomar remédios, odeio ter que ficar olhando pra cara de dó de médico. Porque o difícil é eu ir lá sem ter nada.

Apesar de que, ontem eu fui. Passar uma tarde toda no HU fazendo entrevistas.

Primeira entrevista e pauta: serviço voluntário. Fonte:  uma paciente internada.

– Você tem contato com os prestadores de serviço voluntário aqui no hospital?

-Não.

(minha cara no chão e já me perco nas perguntas que viriam depois, lógico que na espera de um sim)

-O Sr que está na sua frente é um, sabia?

-É? Mas eu só vi ele hoje.

Não consegui extrair mais nada dela. Aliás, não consegui nenhum outro entrevistado. Uhul!

Entre essa e a outra entrevista, que tal doar sangue?

Meu tipo é o O positivo, ótimo: doador universal e o hemocentro feliz em recebê-lo.

Mas não deu. Fui furada mais vezes que o necessário, estou com escassez de hemoglobina no sangue, se eu doar pode me fazer falta. Resultado: fui impedida pelo médico de realizar a doação. Minha cara é recolocada no chão e eu sou chamada de pré-anêmica. Rá. Eu gosto de doar sangue pó, me deixa salvar alguma vida?

Minha colega de estágio, de blog, e de torcida pro Bauru Basquete, doa sangue e eu aguardo, formulando pauta. Essa última tinha que rolar, e ia ser tudo bonitinho.

Até que foi. Conseguimos entrevistar a enfermeira – que por sinal cuidou antes da querida Lígia que passou mal depois da doação, sem nenhum problema. Talvez, meu tropeço e tombo no departamento, na frente de algumas pessoas, possa ser outro indício de azar. Mas que culpa eu tenho se tinha um ressalto ali, bem alto por sinal. Sorte que o balcão da secretária estava ali e impediu que minha cara fosse ao chão pela terceira vez.

Tá, nisso até que eu tenho sorte. Quase nunca caio. Tropeço, confesso. Mas tombo mesmo só alguns, e com platéia (lógico).

Acho que o azar ultimamente tem andado com o meu contato com os hospitais. Ano passado consegui a proeza de fechar o CECA com uma sinusite e com a pressa de um médico.

Ah, preciso lembrar a façanha de sexta passada, quando fui parar no Hospital das Clínicas com um espinho GIGANTE de peixe na garganta. Chega! Azar eu tenho sempre e minhas histórias – piadas pra quem ouve ou lê – dariam muitas algumas crônicas. Deixo só essas para a quarta de hoje.

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por Vitor Oshiro

O carnaval está chegando. Com ela, a mídia aumenta o espaço para campanhas que previnem o excesso do álcool, a incompatibilidade de beber e dirigir e os riscos do sexo sem camisinha.

Porém, um outro problema pode trazer graves prejuízos. O beijo na boca pode ser a porta de entrada de inúmeras doenças.

Pensando nisso, o Portal IG consultou especialistas e trouxe uma lista das enfermidades que podem ser transmitidas por meio do beijo.

PEGA

Gripe suína
Não é porque os casos de H1N1 estão menos frequentes que a doença desapareceu. O vírus da gripe mais temida em 2009 ainda está por aí, fazendo novos casos. E se a transmissão pode ocorrer por meio de um espirro, imagine do que um beijo não é capaz. De acordo com os médicos, o beijo é uma maneira extremamente eficaz de contaminação. Os sintomas da doença são semelhantes aos de uma gripe comum, com febre, tosse, coriza e dores de cabeça e no corpo. Portanto, o ideal é ficar atento. A Secretaria de Saúde do Paraná, por exemplo, em seu último boletim informativo, recomenda que, mesmo no verão, a população siga medidas como a higienização das mãos com água e sabão ou álcool em gel, além de evitar tocar com as mãos nos olhos, bocas e o nariz sem os devidos cuidados de limpeza.

Meningite
De acordo com um estudo realizado por médicos australianos, beijar na boca de múltiplos parceiros aumenta em quatro vezes a chance de pegar meningite meningocócica. A definição de “múltiplos” para os pesquisadores é de sete pessoas em duas semanas. A conta parece até pequena para quem observa a “pegação” do carnaval de Salvador. A transmissão da meningite preocupa os médicos, já que a doença tem uma evolução rápida e pode ser fatal. Os sintomas mais comuns são febre, dor de cabeça, vômitos, diarréia e rigidez dos músculos da nuca, ombros e costas.

Mononucleose
Não é preciso dizer qual a principal forma de contaminação da chamada “doença do beijo”. Como nem sempre a pessoa sabe que tem o vírus Epstein-Barr, já que a mononucleose pode ser assintomática, ela acaba transmitindo a doença a outras pessoas. Nos casos em que há sintomas, os principais são fadiga, dor de garganta, tosse e inchaço dos gânglios. Vale lembrar que o vírus pode ficar incubado de 30 a 45 dias no organismo e não tem cura – a pessoa vai carregá-lo para o resto da vida.

Herpes
Mesmo que no momento do beijo o parceiro não tenha nenhum indício do problema, ele pode ter o vírus causador da doença e transmiti-lo. Depois do contágio, não há cura e a pessoa passa a conviver com o herpes, que pode se manifestar anos mais tarde, geralmente durante fases em que estiver com a imunidade baixa. O herpes pode aparecer como um machucado na boca ou até mesmo em outras partes do corpo.

Cárie
Se você não dá a devida atenção à higiene bucal, pode pegar – e transmitir – cárie através do beijo. Para evitar pegar a bactéria alheia, capriche na escovação e não abra mão do fio dental diariamente, assim você fortalece a sua imunidade bucal e as bactérias não encontrarão um ambiente propício ao desenvolvimento. Dentistas também recomendam atenção: observe se a pessoa tem todos os dentes ou se eles estão amarelados e/ou escurecidos. Se uma das repostas for sim, faça a fila andar e chame o próximo.

Sífilis
A sífilis pode ser transmitida pelo beijo, se a outra pessoa estiver contaminada e tiver alguma ferida na boca. A forma mais comum de contágio, no entanto, é a sexual. A doença é causada por uma bactéria chamada treponema pallidum e pode aparecer em diferentes partes do corpo e levar até uma semana após o contágio para aparecer.

NÃO PEGA

Aids
Não existe nenhum caso registrado na literatura médica de contágio pelo beijo. Suor, lágrimas, usar o mesmo sabonete, talher ou copo também não transmitem aids. No entanto, não deixe de usar camisinha se decidir ir além dos beijos e carícias. Não se esqueça que existem mais de 474 mil pessoas contaminadas pelo vírus no País, segundo Ministério da Saúde.

Hepatite C
As associações médicas internacionais não consideram o beijo como uma forma de transmissão da doença, assim como o Ministério da Saúde do País. É possível pegar hepatite tendo contato com o sangue contaminado ou em relações sexuais sem o uso da camisinha. A hepatite C é causada pelo vírus HCV e, em geral, os sintomas levam até 10 anos para se manifestar. Muitas pessoas descobrem que têm a doença ao realizar um exame de sangue de rotina.

Fontes consultadas: Adriano Silva de Oliveira, presidente da Sociedade Baiana de Infectologia; Amaury Mendes Junior, ginecologista e terapeuta sexual; Osíris Klamas, presidente da regional do Paraná da Associação Brasileira de Dentistas

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Por Fernanda Cavassana
*Com informações do G1

O Ministério da Saúde anunciou hoje, a nova estratégia nacional contra o vírus Infleunza A. Além do reforço na área de atendimento médico, haverá a vacinação para aqueles que são considerados prioritários: trabalhadores de serviços de saúde que irão atuar no enfrentamento da pandemia e no atendimento dos casos; indígenas; gestantes; pessoas com doenças crônicas e obesidade mórbida; crianças de seis meses a dois anos e adultos de 20 a 29 anos.

O objetivo da vacinação não é evitar a disseminação do vírus, que já está presente em 209 países, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), mas manter os serviços de saúde funcionando e reduzir o número de casos graves e óbitos. A vacinação será em 4 etapas, com uma fase da estratégia voltada para cada grupo específico. As quatro etapas da vacinação terminam antes do início do inverno no país, quando é registrado o maior número de casos de gripe.

Todos os estados receberão um número de doses proporcional à população dos grupos prioritários, os locais de vacinação serão definidos pelas secretárias estaduais e municipais de Saúde.

– Saiba mais sobre a Vacina contra a Gripe A na reportagem de Fernanda Souza

Veja abaixo o calendário estabelecido pelo Ministério da Saúde:

1ª etapa (08 de março a 19 de março)

– Trabalhadores envolvidos na assistência direta ao paciente – médicos, enfermeiros, recepcionistas, pessoal da limpeza e segurança, motoristas de ambulância, equipes de laboratório e profissionais que atuam na investigação epidemiológica;
– População indígena – abrange a totalidade da população que vive em aldeias e será realizada com a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA).

2ª etapa (22 de março a 02 de abril)
– Grávidas em qualquer período de gestação – começam a ser imunizadas neste período e poderão tomar a vacina em qualquer outra etapa;
– Pessoas com problemas crônicos (exceto idosos)**.

3ª etapa (05 de abril a 23 de abril)
– Adultos de 20 a 29 anos

4º etapa (24 de abril a 07 de maio)
A última etapa coincide com a campanha anual de vacinação contra a gripe comum. Nesse período, os idosos serão imunizados para a influenza sazonal, como todos os anos. Se tiverem doenças crônicas, receberão também a vacina contra a gripe pandêmica.

* Crianças de 06 meses a dois anos – deverão receber meia dose de vacina. Elas tomarão outra meia dose na primeira fase da campanha anual de vacinação contra a poliomielite.


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por Vitor Oshiro

texto da  Agência UEL postado aqui utilizando a famosa técnica chinesa do “control cê e control vê”

Duas funcionárias da Agência dos Correios do Campus da UEL foram afastadas do trabalho por suspeita de Gripe A. Por isso, o gerente da Agência, Rogério Capelari, decidiu fechar o posto de atendimento para prevenir um possível contágio da doença.

Segundo ele, a funcionária que trabalha na agência do Campus apresentou sintomas na segunda-feira, dia 14, tendo sido afastada do trabalho por 6 dias, por recomendação médica. Outra funcionária veio substitui-la e também apresentou sintomas. Ela também foi encaminhada ao médico e como medida de prevenção, o gerente resolveu fechar a Agência.

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por Vitor Oshiro

Depois de aulas suspensas, discussão sobre vacina, a rotina do uso do álcool em gel e o receio das pessoas em participar de grandes eventos, a gripe A parece que sumiu um pouco da mídia. Porém,  ontem (15), a Prefeitura de Londrina soltou uma nota com o balanço oficial da doença na cidade.

De acordo com este comunicado, o número de pacientes confirmados desde o início foi de 262, sendo que 258 foram medicados e curados.

Na região, foram constatadas 13 mortes: 4 em Londrina, 3 em Ibiporã, 3 em Cambé, 2 em Rolândia e 1 em Centenário do Sul.

O Londripost adverte que, mesmo tendo “sumido” da mídia, a gripe A ainda é motivo de preocupação. Então, continuem tomando as medidas básicas como manter uma boa higiene pessoal e evitar lugares com  aglomerações.

Para ler a nota na íntegra clique AQUI.

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por Leonardo Caruso

A gripe A causou muita agitação nas pessoas durante um longo tempo. Apesar da preocupação com a gripe ter diminuido, alguns novos hábitos se fixaram e entre eles está a utilização do álcool em gel. Hoje em dia, em todos os lugares encontramos frascos do tal gel, seja em casa, no trabalho, na escola ou no restaurante.

Além do uso indiscriminado do produto, a médica pediatra Stella Maria Freitas Pranzetti Vieira adverte para os cuidados que se deve ter ao lidar com o álcool em gel e crianças.

Embalagens de alcool em gel que podem ser facilmente manuzeadas por crianças podem trazer riscos para os pequenos. *fonte: medpharma-al.com.br

Embalagens de alcool em gel que podem ser facilmente manuzeadas por crianças podem trazer riscos para os pequenos. *fonte: medpharma-al.com.br

Muitas pessoas se esquecem que mesmo em gel, o álcool continua inflamável. “O álcool em gel pode se incendiar facilmente e causar queimaduras graves e até fatais” comenta a pediatra. “Além disso, as embalagens não são seguras e a maioria das marcas não possuem travas de segurança, permitindo que a criança abra o produto com facilidade” acrescenta a médica, apontando o grande número de crianças que costumam brincar com o gel, sem que haja uma repreensão ou algum cuidado especial dos pais ou responsável.

Stella Vieira também atenta para os riscos dermatológicos. “Podem ocorrer lesões de pele pelo uso constante”, comenta. “As mais frequentes são as dermatites de contato, que causam vermelhidão, coceira e ardência local” complementa. A pediatra aconselha que se tenha alguns cuidados, como evitar que a criança tenha fácil acesso ao álcool e checar se ela não tem nenhum efeito dermatológico resultante do uso do produto.

Mesmo considerando eficaz na eliminação de germes, a médica avisa que “o álcool gel deve ser utilizado com cuidado, pois o poder bactericida pode não compensar o risco”. Como alternativa mais segura e igualmente eficaz a pediatra Stella Vieira aconselha: “higienização das mãos com água e sabão tem o mesmo efeito”.

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