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Posts Tagged ‘gripe a’

por Vitor Oshiro

Uma graduanda do primeiro ano de Jornalismo noturno da UEL começou esta manhã a ser medicada com o Tamiflu. A aluna, que prefere não ser identificada, afirmou ter frequentado a universidade normalmente ontem (6/10). “Eu não sabia que podia ser a nova gripe. Estava com alguns problemas já, inclusive com falta de ar. Mas, não tinha febre e, por isso, o médico achou que não era a doença. Fui normalmente à aula, mas, de madrugada fiquei com febre“, conta.

Ela ainda ressalta que o caso não está confirmado, sendo considerado apenas suspeito. “Para confirmar, somente quando a pessoa está com pneumonia e na UTI. Meu medicamento é por precaução. É apenas um caso suspeito”, explica.

Segundo a vice-diretora do CECA, Cristianne Cordeiro Nascimento, a postura adotada pelo Serviço de Bem Estar à Comunidade (SEBEC) da UEL é não suspender as aulas quando existir somente um caso suspeito. “Se aparecer mais um caso suspeito, as aulas serão suspensas. Por enquanto, as salas serão desinfectadas, mas as aulas continuam normalmente“, afirma.

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Por Fernanda Souza

Apesar de todas as notícias que saem sobre a nova gripe, pouco se fala sobre uma possível vacinação. Então, inauguramos a nossa seção de “reportagem” com o tema. Se tudo der certo, a vacinação contra a gripe A deve começar, nos Estados Unidos, no início de outubro. É o que afirmou a secretária de saúde do país, Kathleen Sebelius, na última segunda-feira, 14. No Brasil, o governador do estado de São Paulo, José Serra anunciou, no dia 12, que o Instituto Butantan iniciará  a produção da vacina contra gripe A em janeiro de 2010.

Ao todo, serão 25 as empresas que devem começar a produzir a vacina no mundo. As autoridades americanas se preparam para o bombardeio de informações que podem começar a surgir, tanto sobre efeitos contrários da vacina como sobre complicações de saúde, que vão acabar sendo atribuídas a ela.

O médico pediatra Gerson Zanetta de Lima, coordenador do CRIE – Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais de Londrina, e docente da UEL, diz que toda vacina pode provocar efeitos adversos, e com a da gripe A provavelmente não será diferente, mas um cuidado maior deve ser tomado com as informações. “Nem tudo de ruim que acontece deve ser atribuído à vacina, muitas complicações que ocorrem não têm relação original com ela”, explica.

Entre os efeitos que podem acontecer por causa da vacina estão dor local, febre, desconforto, dor no corpo. E, como explica Zanetta, é uma vacina que não causa a síndrome gripal.

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por Fernanda Cavassana

Eu conheço várias pessoas que admitem querer ser famosas. Conheço também uma maioria que não assume, mas mantém essa vontade no íntimo. São pessoas que adorariam ser manchete de jornais nem que seja por um dia, ver seu nome por aí, na boca do povo.

E isso aconteceu comigo, semana passada.

Tive “meus quinze minutos de fama”. Virei notícia em todos os jornais locais, até manchete de alguns boletins. Seja na TV, no impresso, na internet, em cada canto eu era o assunto do momento. Uma saidinha de casa e todos olhavam, apontavam, falavam de mim. E sabe o que fiz de tão impressionante para tudo isso? Fiquei doente.

Após meu corpo todo estar numa ação conjunta contra mim, procurei um médico.  Depois de ficar três horas no hospital, tomar soro e fazer inalação, sai de lá ouvindo:  “Vou te dar Tamiflu, mas é mais por prevenção. Use máscaras sempre, até em casa e não tome mais seu antialérgico, porque ele não vai ajudar”.

A tarde no hospital fez com que eu me atrasasse e não cumprisse minhas obrigações com a turma da faculdade. Ainda tinha que gravar uma reportagem pro nosso radiojornal.  Liguei para meus colegas para avisar o motivo do meu atraso e ausência. Eis que essa ligação mudou toda a história. Um professor soube da minha medicação, e, por isso, colocou-me de quarentena das aulas.

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Por Vitor Oshiro (UEL)
Lígia Zampar (UEL)
Leonardo Caruso (UEL)

Para alguns congressistas, a realização do XXXII Congresso da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) neste fim de semana, em Curitiba, foi uma surpresa. O fato de haver mais de 4 mil inscritos causou preocupação, pois, a principal medida tomada pelo governo brasileiro foi evitar aglomerações, incluindo aulas e até sessões de cinema.

Segundo um dos organizadores do evento, Gênio Nascimento, as autoridades sanitárias do Estado do Paraná foram consultadas e, como a temperatura estaria um pouco mais alta, não haveria tanto perigo, já que o vírus se propaga mais no inverno. “Além disso, outras medidas foram tomadas, como ambulâncias e equipes médicas de plantão, cartazes de orientação sobre os sintomas, álcool em gel espalhado pelo campus e janelas abertas durante as atividades”, completou.

Os participantes do congresso que vieram de outras cidades demonstraram certo receio em relação à gripe. “Tenho bronquite e isso poderia agravar meu quadro”, revela a estudante Thais Martini, do Centro Universitário Feevale de Nova Hamburgo (RS).  Já os estudantes da própria cidade de Curitiba, se dizem acostumados, tratando a H1N1 como mais uma gripe de inverno.

A gripe H1N1 é causada por um vírus que antes atacava somente os porcos, e, após sofrer mutação, passou a afetar o organismo humano. Os primeiros casos dessa gripe apareceram nos EUA e no México, e, logo, se espalharam pela maioria dos países. Segundo os últimos dados da Organização Mundial de Saúde, só no Brasil foram 6.592 casos, com 657 mortes.

 

Twitter: Mesmo com casos da nova gripe, INTERCOM 2009 é realizado. Estudantes se sentem inseguros, apesar das medidas preventivas.

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