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Posts Tagged ‘haiti’

por Vitor Oshiro

A tragédia no Haiti foi terrível. Todos falaram das mortes, da destruição, da perda da Zilda Arns. Porém, pouco – ou nada – se fala sobre os animais da região. Confira alguns boletins chupinhados do Blog Quer um Bicho que mostra exatamente isso.

“Reação a Devastação:

13 de janeiro de 2010


Nossos corações estão com o povo do Haiti, para o trauma e perda que eles já experimentaram uma vez que o terremoto atingiu. Agências de notícias de que milhares morreram, muitos ainda estão presos nos escombros de edifícios, e centenas de milhares de pessoas estão sem abrigo, cuidados médicos, ou outras necessidades da vida. Governos e agências humanitárias estão implantando a lidar com o que equivale a um dos piores desastres dos tempos modernos, com o seu impacto agravado pela pobreza crônica, infra-estrutura deficiente, bare-ossos cuidados médicos, e outros problemas que afligem a nação mais pobre do oeste hemisfério.

Quando as pessoas sofrem desta maneira terrível, assim que os animais. HSI, The Humane Society dos Estados Unidos, e da Humane Society Veterinary Medical Association estão trabalhando em uma análise preliminar dos animais do Haiti das necessidades de cuidados, tendo em conta a segurança, transporte, habitação, abastecimento e os desafios que enfrentaria na implantação. Felizmente, uma das nossas equipas veterinário tinha vindo a realizar um programa em uma escola de veterinária na vizinha República Dominicana, quando o terremoto. Nós estamos olhando para determinar se eles podem entrar no Haiti para realizar uma avaliação no terreno. Estamos também a comunicação com agências de ajuda humana, e olhando para cooperar com eles. Uma dificuldade é que não há grupos organizados de bem-estar animal em qualquer lugar do país, e não em abrigos de animais ou escolas veterinárias. Essa falta de infra-estrutura vai complicar qualquer resposta.

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por Vitor Oshiro

Do Portal RPC

Agradeço o honroso convite que recebi. Quero manifestar minha grande alegria por estar aqui com todos vocês em Porto Príncipe, Haiti, para participar da assembleia de religiosos.

Como irmão de 2 franciscanos e de 3 irmãs religiosas da Congregação das Irmãs Escolares de Nossa Senhora, estou muito feliz entre todos vocês. Agradeço a Deus por esse momento.

Na realidade, todos nós estamos aqui, nesse encontro, porque sentimos dentro de nós uma forte vontade de divulgar ao mundo a boa notícia de Jesus. A boa notícia, transformada em ações concretas, é luz e esperança na conquista pela paz nas famílias e nas nações. A construção da paz começa no coração das pessoas e tem seu fundamento no amor, que tem raízes na gestão e na primeira infância, e se transforma na fraternidade e responsabilidade social.

A paz é uma conquista coletiva. Acontece quando incentivamos as pessoas, quando promovemos os valores culturais e éticos, as atitudes e práticas pela busca de um bem comum, que aprendemos de nosso mestre Jesus. “Eu vim para que todos tenham vida e tenham em abundancia” (Jo 10.10).

Espera-se que os agentes sociais continuem, além das referências éticas e morais da nossa igreja, ser como Ela, mestres em orientar as famílias e comunidades, especialmente nas áreas de saúde, educação e direitos humanos. Deste modo, podemos formar a massa crítica nas comunidades cristãs e de outras religiões, em favor da proteção de uma criança desde a concepção, e mais excepcionalmente até os seis anos, e do adolescente. Devemos nos esforçar para que nossos legisladores elaborem leis e os governos executem políticas públicas que incentivem a qualidade na educação integral das crianças e a saúde, como prioridade absoluta.

O povo seguiu Jesus porque ele tinha palavras de esperança. Assim, somos chamados a anunciar nossas experiências positivas e caminhos que levem as comunidades, famílias e o país a serem mais justos e fraternos.

Como discípulos e missionários, convidados a evangelizar, sabemos que a força propulsora da transformação social está na prática do maior de todos os mandamentos da Lei de Deus: o amor, expressado na solidariedade fraterna, que é capaz de mover montanhas. “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmo”, significa trabalhar pela inclusão social, fruto da Justiça; significa não ter preconceitos, aplicar nossos melhores talentos a favor da vida plena, prioritariamente daqueles que mais necessitam. Somar esforços para alcançar objetivos, servir com humildade e misericórdia, sem perder a própria identidade. Todo esse caminho precisa da comunicação constante para iluminar, animar, fortalecer e democratizar nossa Missão de Fé e Vida.

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por Vitor Oshiro

Veja só este absurdo. O cônsul do Haiti no Brasil, George Samuel Antoine, afirmou que os terremotos do país foram bons e ainda disse que o motivo foi a macumba. Veja abaixo.

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por Fernanda Cavassana

Estou muito triste porque muitas pessoas morreram, muitos estão sofrendo. Estou triste porque meu país está passando por uma grande dificuldade. Mas estou feliz em ver que o mundo está conosco, nos ajudando.”

René Préval, Presidente do Haiti, ontem


Dinheiro não vale nada agora, água é a moeda”

Funcionário de ajuda humanitário


Há muito sofrimento, muita gente se lamentando e rezando, agradecendo por ter sobrevivido. É impossível falar em número de mortos, sabemos apenas que na área mais afetada pelo terremoto viviam cerca de 2,2 milhões de pessoas.”

Silva Backes, Coordenadora do Comitê Internacional da Cruz Vermelha no Brasil, no Haiti


Tudo bem q a quantidade de vítimas foi bem maior no Haiti do q a de vítimas de catástrofes aqui no Brasil; mas tenho ouvido muuuito mais notícias de gente se mobilizando pra ajudar o Haiti do que eu vi acontecer por aqui. Será q isso é justificável? Não estou querendo desmerecer a tragédia que ocorreu por lá, mas pense nisso.”

Cantora Sandy, em seu Twitter. Sua postagem criou polêmica.


Acabo de ouvir emocionado a notícia de que minha caríssima irmã Zilda Arns Neumann sofreu com o bom povo do Haiti o efeito trágico do terremoto. Que nosso Deus, em sua misericórdia, acolha no céu aqueles que na Terra lutaram pelas crianças e os desamparados. Não é hora de perder a esperança.”

Dom Paulo Evaristo Arns, arcebispo emérito de São Paulo, em nota ao falecimento de sua irmã Zilda Arns
Fontes: G1, IG, RPC, UOL

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Por Fernanda Cavassana

Estou em viagem, ausente da internet e longe da televisão desde a manhã de quarta-feira. Por isso, eu desconhecia a situação real no Haiti, assim como não sabia da morte dos brasileiros lá. Agora, me atualizando sobre o desastre, pude ver o caos que está tomando conta de Porto Príncipe. A página inicial do Portal G1 cita dados de mortos e enterrados; especialista prevê epidemia de diarréia na população pela escassez de água potável; vídeos mostram o desespero das pessoas em busca de comida. As doações brasileiras estão em alta e o Ministro da Defesa garante o apoio necessário.

Em uma das manchetes, Lula é confirmado em um velório em Curitiba, o de Zilda Arns Neumann. Médica pediatra e sanitarista, ela era a coordenadora internacional da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa. Sou católica, e cresci vendo e notando o rosto de Zilda em campanhas das pastorais, em propagandas da Unicef e em grandes ações em prol das crianças do Brasil e do mundo. Ela tinha um rosto conhecido, na religião, na política e na mídia. Para mim, um rosto que transbordava bondade. Eu acreditava na luta dela.

A Pastoral da Criança, fundada por Zilda Arns, é um organismo de ação social da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – que tem como objetivo a promoção do desenvolvimento integral de crianças entre zero e seis anos de idade na comunidade e em seu ambiente familiar. A atuação da pastoral tem caráter ecumênico, atendendo pessoas de todos os credos e etnias. Poucos sabem, mas a Pastoral da Criança foi fundada na Arquidiocese de Londrina, no município de Florestópolis-PR em 1983, quando iniciou-se o trabalho para reduzir a alta taxa de mortalidade infantil da cidade. Hoje, segundo o site da Pastoral, eles acompanham cerca de 1,6 milhões de crianças no Brasil, atuando em 4.000 municípios e em outros 19 países.

A morte de Zilda Arns foi anunciada pelo gabinete de seu sobrinho, o Senador do Paraná Flávio José Arns na manhã de quarta-feira.  Ela estava no Haiti participando da Conferência dos Religiosos do Haiti e também para motivar os líderes e voluntários da Pastoral da Criança no país que trabalham com crianças, gestantes e famílias.

A família pediu que não mandassem coroas de flores às cerimônias fúnebres. No lugar, solicitou doações para o trabalho da Pastoral da Criança pelo site www.pastoraldacrianca.org.br. Para os familiares, essa seria a melhor maneira de homenageá-la concretamente, ajudando a salvar vidas. O velório será hoje no Palácio das Araucárias em Curitiba.

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por Leonardo Caruso

Existem alguns meios de se ajudar as vítimas do terremoto em Porto Príncipe, no Haiti. A seguir, alguns sites e contas bancárias para depósito de doações. Ao fim, alguns telefones úteis em caso de necessidade de mais informações sobre vítimas.

Nome: Embaixada da República do Haiti
Banco: Banco do Brasil
Agência: 1606-3
CC: 91000-7
CNPJ: 04170237/0001-71

Nome: Comitê Internacional da Cruz Vermelha
Banco: HSBC
Agência: 1276
CC: 14526-84
CNPJ: 04359688/0001-51

Nome: Movimento Viva Rio
Banco: Banco do Brasil
Agência: 1769-8
CC: 5113-6
CNPJ: 00343941/0001-28

American Red Cross

AmeriCares

Doctors Without Borders

UNICEF

Informações sobre cidadãos brasileiros no Haiti podem ser obtidas no Núcleo de Assistência a Brasileiros do Itamaraty, nos telefones abaixo:

(61) 3411-8803
(61) 3411-8805
(61) 3411-8808
(61) 3411-8817
(61) 3411-9718
(61) 8197-2284

fontes: Tumblr e G1

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por Lígia Zampar

Desde a última terça-feira, o Haiti vive um caos. Talvez o maior dele, mesmo levando em conta o furacão de 2004 e o de 2008, e a trajetória histórica de um país que ainda busca por um espaço.

Uma equipe de pesquisadores brasileiros da Unicamp faziam pesquisas no país, quando o terremoto acabou com a sua capital, Porto Princípe. Eles criaram um blog sobre a pesquisa, e continuam alimentando o site com o que eles vêem hoje. Além de ter uma visão diferenciada da mídia como um total, é possível ter acesso a um Haiti destruído, e além de tudo, humano.

Vale a pena conferir.

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