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Posts Tagged ‘homem’

por Lígia Zampar

ogourmert.net/blog

Se tem uma coisa que deixa mulher tão irritada, ou mais que TPM, é uma dieta.

É só chegar segunda-feira pra começar o tal do regime. O mau-humor? Chega junto já na terça.

E quem é mulher e já fez dieta sabe que quando a outra está em regime deve ter mais paciência com ela. Se ela estiver de TPM, melhor nem falar.

Aquelas coisas que você nunca comia, dá uma vontade imeeeensa de comer. Bolo, doces, chocolates nunca fez parte do seu cardápio fora da dieta. Mas é só entrar em fase de emagrecimento que seu cérebro quer te sacanear. Faz você ligar no meio da noite pra algum amigo à procura de um pedaço de bolo com cobertura. No trabalho, nunca alguém leva chocolate. NUNCA, mesmo. Mas é só você entrar no regiminho que a chefa leva uma barra de Diamante Negro. No friozinho…e ainda, deixa bem na sua frente a tarde toda. Uma hora não resisto…

Você vai no mercado. No carrinho só frutas e pão integral. Vai jantar na praça de alimentação do shopping e tenta fugir de tudo calórico e gorduroso. O que resta? Comida japonesa! Tudo bem levinho… Você vai buscar sua jantinha levinha e quando vai pagar, o que tem na sua frente? Burguer King. Aquele hambúrguer calórico e gorduroso que você tanto fugiu esses dias, mas que na verdade, é tudo o que você quer jantar, almoçar, e se tiver aberto, tomar café da manhã. Isso só de raiva por você falar pra você mesmo que não pode comer isso.

Como é difícil driblar o mundo que conspira contra você e seu regime.

Será que homens não conseguem perceber como funciona o cérebro de uma mulher em dieta? É tão simples.

PS: Quando uma mulher que está fazendo regime pede alguma coisa, não fique falando “não, você não pode, está de dieta…” Apenas dê o que ela pedir, e depois, tenha ainda mais paciência pra ouvi-la lamentar por te saído da dieta no meio da semana.

E hoje já é quarta-feira. Como quero um hambúrguer calórico e gorduroso…

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por Leonardo Caruso

“Tem horas que a gente se pergunta: porque não se junta tudo numa coisa só?” O refrão da música “Uma coisa só” do Teatro Mágico é o gancho da crônica de hoje. Não tem ligação nem com música nem com receita de culinária. O fato é que, às vezes, e esse “às vezes” ocorre com muita frequência, a gente se pergunta “porque não juntar tudo numa só coisa”?

A dúvida do que fazer nos mata. Ter que escolher é algo muito simples, mas difícil. As mulheres nunca sabem a roupa que usar. Os homens costumam ser mais decididos em alguns aspectos. Mas deixa um que gosta de filme escolhendo a TV e o home theater novos. Haja paciência.

Tem pessoas que são impacientes por natureza. Não adianta pedir pra ter calma que já se estressam. E quando têm que escolher alguma coisa o negócio piora. Por outro lado, tem pessoas que não tem dificuldade alguma. Para elas, não tem graça escolher entre uma coisa e outra.

E tudo na vida temos que escolher, desde nossas roupas, nossa escola, nosso empregos e as baladas. Escolhemos amigos e namorados. Decidir qual o caminho tomar e no que acreditar. Optar por um político de direita por tradição ou um de direita registrado como esquerda. Escolher as palavras depois de um encontro, numa reunião ou num papo entre amigos.

Escolher é difícil. Não precisamos ter certeza que escolhemos o que vai ser melhor pra gente. Precisamos ter certeza DO QUE escolhemos e saber lidar com as conseqüências. Consciência de nossas atitudes.

Um conselho agora que estamos em ano de eleições: seja consciente. Seu político pode não se tornar o que você acreditava ser possível, mas você precisa se lembrar o que ele te prometeu e o motivo de ter ganho seu voto.

E nessa onda, a gente se pergunta: por que não se junta tudo numa coisa só?

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por Lígia Zampar

Uma brincadeira rolou solta nos orkuts da vida essa semana. Nas páginas iniciais das meninas a frase do”defina seu status aqui” sempre continha lugares, e às vezes bem incomuns.

A imaginação dos meninos foi longe. Mas a intenção da brincadeira era deixá-los curiosos, o que conseguimos porque isso se tornou assunto!

Já que a brincadeira acabou, vamos mostrar a verdadeira frase que as meninas receberam, afim de acabar com qualquer pecuinha alheia…

“Os homens passaram dias batendo com a cabeça nas paredes, tentando descobrir porque todas as mulheres tinham postado uma cor no seu mural, do FaceBook…. na verdade, elas combinaram de colocar a cor do soutien… e foi um sucesso! Bem, este jogo tem haver com a sua BOLSA… onde vc a larga assim q chega em casa??? Por exemplo: “no sofá”, “na cozinha”, “na cama”, etc… Vcs já podem imaginar o q vai passar por aquelas cabecinhas masculinas, neh… Coloque a sua resposta no status do seu orkut! Depois copie e cole este depoimento para todas as meninas que voce conhece =) Não conte pra nenhum homeemm! O jogo do soutien chegou às notícias, vamos ver, o que vai acontecer com este aqui…”

Bom, conseguimos! Virou notícia!

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por Lígia Zampar

Ser mulher já não é fácil. Agora imagina ser uma mulher durante a TPM. No meu caso estou falando de pré-TPM, mas os efeitos são os mesmos. Imagina ter que já acordar de manhã com dor de cabeça, cólica, dor nas costas e mau humor. Não, não é charme dizer que hoje não quero conversar porque estou de TPM, é fato.

Querer chorar quando ler qualquer notícia no computador, desde a vitória do Dourado no Big Brother até os vinte e um bebês encontrados em um rio na China. O choro quase não é contido quando alguém olha pra sua cara e diz: “Nossa! Você está péssima hoje. Que cara é essa?” Não gente, isso não ajuda! Tudo que você quer ouvir é que você continua bem, mesmo com cara fechada, chorona e principalmente, inchada.

Eu confesso que não é fácil conviver com uma mulher nesses dias. E admiro quem consegue essa proeza. Mas tem alguns segredos que podem facilitar a vida de qualquer homem que queira se aproximar de uma mulher na TPM.

Em primeiro lugar, chegue elogiando. Pode ser a cor do esmalte, a blusa que já foi usada trilhões de vezes ou aquela havaianas branca encardidinha.

Falar que alguma coisa em você é diferente não é falar que é bonito, acredite em mim. Nunca use “que esmalte de cor diferente!”, e use “Como essa cor ficou boa na sua pele!”

Se quer falar alguma coisa nessa época, que seja “trouxe esse chocolate pra você”, e não coisas como “Nossa, essa calça não entra mais em você?”

Sensibilidade. Essa é a palavra chave da TPM. Nós, mulheres ficamos extremamente sensíveis, seja pra amar ou odiar. E os homens têm que saber ter sensibilidade o suficiente para contar as semanas do mês e descobrir quando a tal data chega.

Simples assim, né?

Fica aí a dica pra quem sabe amanhã, meu dia ser um pouco melhor.

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Nossa querida amiga e jornalista Lígia Zampar criou um post, neste blog, contendo uma propaganda da Volkswagen que homenageava as mulheres pelo Dia Internacional da Mulher e, dentro dos elogios feitos ao sexo feminino, estava o de que “elas” dirigem melhor que “eles”.

Perdido pela internet, encontrei um vídeo provando que falar que a mulher dirige melhor que homens é só pra agradar mesmo.

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por Leonardo Caruso

 

Disseminada no mundo por marinheiros e muito comum no braço de astros de rock, a tatuagem tem sua origem em cada canto do planeta, uma vez que pesquisas indicam a presença da arte de desenhar/marcar a pele nas mais diferentes culturas e épocas, incluindo os egípcios e povos indígenas.

Na cultura ocidental, durante muito tempo, a tatuagem demonstrou marginalidade e apenas aquelas que não eram tidas como pessoas de bem é que as possuíam. Isso pode estar ligado à classe que deu impulso e ajudou a espalhar a técnica pelo mundo: os marinheiros.

Mas o cenário em que vivemos atualmente nos mostra um maior aceitamento das pessoas em relação à arte. E essa é, para Alessandro Stratico Cardozo, conhecido como “Ratto” e dono da loja Ratto Tattoo Clinic, a principal mudança de pensamento de quando a tatuagem era tida como cultura marginal para os dias atuais. “Mudou-se a concepção de tatuagem. As pessoas agora enxergam os desenhos como arte”, diz Ratto.

(mais…)

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por Leonardo Caruso, vulgo Pelúcia

Neste blog já tivemos crônica sobre idosos, sobre o sentido da vida, sobre encontros e desencontros. Você já deve ter se deparado por aqui com textos que falam sobre a gripe, sobre as mulheres (no sentido sentimental e também naquele que causa rombo no cartão de crédito do pai, marido, namorado, etc).

Tivemos a crônica como crônica e até um enigmático vestido rondando o ambiente. Com todo respeito aos meus colegas, nenhum desses temas é realmente impactante. Na verdade, falta um equilíbrio, falta um assunto que me deixe nervoso, que me deixe estressado, que me dê calor, que suje a minha casa.

Preciso falar de algo que os homens devem ter, mas não muito grande (as pessoas do sexo feminino não gostam muito), e que as mulheres não devem ter. Algo que deveria crescer só no inverno, mas que incomoda em todas as estações. Preciso falar de algo que demonstra a presença de testosterona, mas que pode ser nojento. Preciso falar de PÊLOS! Isso mesmo, pêlos.

Tá, eu sei que é algo normal em qualquer homem, e até mesmo em algumas mulheres (garotas, por favor, depilem-se!), mas o problema é o excesso de pêlos, e pêlos estilo Wolverine: quando você acha que deu um jeito neles, eles crescem novamente, mais forte e com mais raiva! No meu caso, eu não tenho muito problema com a aparência (tirando meus pés de Hobbit). Mas é que incomoda sabe. Esse verão, esse calor, esses pêlos. O detalhe, é que eles caem, e daria pra fazer uma peruca, tamanha é a quantidade de “cabelinhos” que minha perna libera… Isso faz uma sujeira!

Se algum dia, eu for estudado por algum geólogo ou afim, não serei analisado pelas minhas pegadas ou pelos “utensílios” que criei, serei estudado pelos meus pêlos. E haja pêlos. Nunca vi tantos pêlos. Pêlos, pêlos, pêlos. Vocês podem se perguntar “mas por que tanto repúdio aos pêlos, é só passar uma maquininha”. Eu vou concordar com você, que é “só passar uma maquininha”, mas sabe quanto tempo dura a bateria de uma “maquininha”? Quer chutar? Um quinto de perna! Isso mesmo, 1/5 de perna, o que equivale aos pêlos que se localizam à frente da canela direita. Se a bateria demora 8 horas pra recarregar, digamos que consegui raspar… até o joelho antes de ir pra Metamorfose (festa a fantasia). Talvez tenha sido os pêlos que fizeram as pessoas confundirem a “Miss Uniban” com a Xuxa!
Se não fossem os “pelinhos” em quantidade elevada, eu talvez não tivesse sido “batizado” de Pelúcia, aqui na faculdade.

Pêlos… você poderia ter me dado um gen menos peludo, hein Carusão!?

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