Feeds:
Artigos
Comentários

Posts Tagged ‘hospital’

por Lígia Zampar

O paciente está em tratamento há um ano por problemas psiquiátricos. Devido à estabilização do seu quadro, começamos a procurar por algum familiar ou responsável, porque ele precisa de tratamento extra-hospitalar. Nosso departamento de enfermagem solicitou que uma estagiária indígena tentasse contato com ele, mas ela não conseguiu”

Diretora-geral do Hospital Psiquiátrico de Maringá, Maria Emília Farisoto de Mendonça.  

Um índio de origem paraguaia, que está há mais de 1 ano internado no Hospital , foi identificado nesta sexta-feira (28). Por não falar português, equipes do hospital e da Secretaria Municipal de Assistência Social não conseguiam se comunicar com o indígena para definir sua origem.

Read Full Post »

Por Fernanda Cavassana

Definitivamente, eu e hospital não combinamos!

Fujo, sempre. Odeio tomar remédios, odeio ter que ficar olhando pra cara de dó de médico. Porque o difícil é eu ir lá sem ter nada.

Apesar de que, ontem eu fui. Passar uma tarde toda no HU fazendo entrevistas.

Primeira entrevista e pauta: serviço voluntário. Fonte:  uma paciente internada.

– Você tem contato com os prestadores de serviço voluntário aqui no hospital?

-Não.

(minha cara no chão e já me perco nas perguntas que viriam depois, lógico que na espera de um sim)

-O Sr que está na sua frente é um, sabia?

-É? Mas eu só vi ele hoje.

Não consegui extrair mais nada dela. Aliás, não consegui nenhum outro entrevistado. Uhul!

Entre essa e a outra entrevista, que tal doar sangue?

Meu tipo é o O positivo, ótimo: doador universal e o hemocentro feliz em recebê-lo.

Mas não deu. Fui furada mais vezes que o necessário, estou com escassez de hemoglobina no sangue, se eu doar pode me fazer falta. Resultado: fui impedida pelo médico de realizar a doação. Minha cara é recolocada no chão e eu sou chamada de pré-anêmica. Rá. Eu gosto de doar sangue pó, me deixa salvar alguma vida?

Minha colega de estágio, de blog, e de torcida pro Bauru Basquete, doa sangue e eu aguardo, formulando pauta. Essa última tinha que rolar, e ia ser tudo bonitinho.

Até que foi. Conseguimos entrevistar a enfermeira – que por sinal cuidou antes da querida Lígia que passou mal depois da doação, sem nenhum problema. Talvez, meu tropeço e tombo no departamento, na frente de algumas pessoas, possa ser outro indício de azar. Mas que culpa eu tenho se tinha um ressalto ali, bem alto por sinal. Sorte que o balcão da secretária estava ali e impediu que minha cara fosse ao chão pela terceira vez.

Tá, nisso até que eu tenho sorte. Quase nunca caio. Tropeço, confesso. Mas tombo mesmo só alguns, e com platéia (lógico).

Acho que o azar ultimamente tem andado com o meu contato com os hospitais. Ano passado consegui a proeza de fechar o CECA com uma sinusite e com a pressa de um médico.

Ah, preciso lembrar a façanha de sexta passada, quando fui parar no Hospital das Clínicas com um espinho GIGANTE de peixe na garganta. Chega! Azar eu tenho sempre e minhas histórias – piadas pra quem ouve ou lê – dariam muitas algumas crônicas. Deixo só essas para a quarta de hoje.

Read Full Post »

por Vitor Oshiro

do Paçoca com Cebola

O Hospital do Câncer de Londrina está fazendo uma rifa para arrecadar fundos para a reforma do setor de Pediatria.
O prêmio será um terreno no condomínio Terras de Cannaã, cujo valor de mercado é dde R$ 180 mil.
O número da rifa custa R$ 100,00 e pode ser adquirido através do telefone (43) 3379-2614.

Read Full Post »

Por Fernanda Cavassana

Não há dinheiro nenhum em caixa. O fundo está zerado. Não estamos fazendo desvio de dinheiro que devia ser aplicado na saúde para aplicar em poupança ou outro lugar. Todo dinheiro que entra é gasto efetivamente na saúde”

Agajan der Bedrossian, Secretário de Saúde de Londrina, ontem (18/02) na Câmara dos Vereadores, enquanto dava explicações sobre o repasse de recursos para o Hospital Universitário (HU). Atualmente, atendimento a pacientes no hospital está sendo restrito desde sob alegação de falta de verba.

Read Full Post »

por Lígia Zampar

luboury.blogspot.com

Nícolas Guilherme Borges Teixeira de dois meses de idade morreu nesse domingo, dia 15, após ter uma crise de refluxo. Os pais levaram o filho há vários hospitais de Londrina (encontrando todos de porta fechadas devido à paralisação) e chegaram a ir para Arapongas, mas o menino não conseguiu sobreviver.

O refluxo é causado por um estreitamento no esôfago dos recém-nascidos. O esôfago é um tubo muscular que conduz os alimentos da boca ao estômago. De acordo com a professora de Enfermagem da UEL, Tinha Ribeiro, o problema não é o estreitamento em si, mas o que ele pode ocasionar, como a broncoaspiração.

Ela explica que a broncoaspiração é quando a criança aspira o próprio vômito e esse fluído vai para o pulmão, como ocorreu no caso de Nícolas. O vômito no pulmão ainda pode ocasionar uma bronquiopneumonia, que é quando esse vômito com conteúdo ácido chega como um corpo estranho no pulmão. Os recém-nascidos que nascem com esse estreitamento podem melhorar naturalmente, ou em outros casos pode ser corrigido cirurgicamente.

Para evitar que ocorra o afogamento, após serem amamentadas, as crianças devem ficar em pé até arrotarem, e, quando forem deitar, ficar preferencialmente de lado, para que, se caso ela vomite novamente, não se afogue. Outra alternativa é colocar um travesseiro na região da cabeça e do pescoço da criança, de forma a deixá-la levemente inclinada.

A  professora Tinha Ribeiro ainda dá algumas dicas de emergência de “desafogamento”, que podem salvar a vida de uma criança: “pode-se tentar aspirar a boca tampando o nariz, ou vice-versa; bater nas costas e colocar a criança de ponta cabeça”. É importante lembrar que, em qualquer caso de refluxo ou afogamento, um médico deve ser consultado

Read Full Post »