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por Lígia Zampar

O Ministério da Saúde lança hoje, dia 14 de junho, uma nova campanha de incentivo à doação de sangue. Com o lema “Doe sangue, faça alguém nascer de novo”, a campanha vai mostrar, até o próximo dia 30, como esse gesto de amor pode salvar vidas.

A campanha vai mostrar o depoimento de pessoas que tiveram suas vidas salvas com a transfusão de sangue. Haverá também a imagem de um bebê fazendo tarefa de adulto, representando as pessoas que nasceram outra vez ao receber sangue doado. A campanha estará na TV e também em outras mídias, como jornal, rádio e mobiliário urbano.

Cada vez mais a demanda por sangue aumenta nos hemocentros. O aumento de 30% no transplante de órgãos e o crescimento da população estão entre os fatores que fazem o país precisar cada vez mais de sangue para transfusão.

São coletadas por ano 3,5 milhões de bolsas de sangue no Brasil, quando o ideal seria 5,7 milhões. No Brasil, 1,9% da população é doadora de sangue. Mesmo estando este percentual dentro do parâmetro da Organização Mundial de Saúde (OMS) – de 1% a 3% da população – o Ministério da Saúde considera que é urgente e possível aumentar o número de brasileiros doadores: se cada pessoa doasse duas vezes ao ano, não faltaria sangue para transfusão no país.

Dia 14 de junho é Dia Nacional do Doador de Sangue, instituído em pela OMS e celebrado no Brasil desde 2004. A data é em homenagem ao cientista Karl Landsteiner, descobridor dos sistemas de grupos sanguíneos ABO. Para doar sangue, basta ir ao hemocentro mais próximo. Todo procedimento demora muito pouco, é seguro e não dói.

Consulta pública – Além da campanha, o Ministério da Saúde realiza uma consulta pública desde o dia 2 de junho sobre a proposta de mudar as idades mínima e máxima para doação. Hoje podem doar sangue quem tem em 18 e 65 anos. A proposta é que a idade seja de 16 a 68 anos. Com a mudança, 13,9 milhões de pessoas ficam aptas a doar sangue.

 Para doar sangue é necessário – Sentir-se bem, com saúde; apresentar documento com foto, válido em todo território nacional; ter entre 18 e 65 anos de idade; ter peso acima de 50Kg.

Recomendações para o dia da doação- Nunca vá doar sangue em jejum; faça um repouso mínimo de 6 horas na noite anterior a doação; não ingerir bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores; evitar fumar por pelo menos 2 horas antes da doação; evitar alimentos gordurosos nas 3 horas antecedentes a doação; Interromper as atividades por 12 horas as pessoas que exercem profissões como: pilotar avião ou helicóptero, conduzir ônibus ou caminhões de grande porte, subir em andaimes e praticar pára-quedismo ou mergulho.

Quem não pode doar- Quem teve diagnóstico de hepatite após os 10 anos de idade; mulheres grávidas ou amamentando; pessoas que estão expostas a doenças transmissíveis pelo sangue como AIDS, hepatite, sífilis e doença de chagas; usuários de drogas; aqueles que tiveram relacionamento sexual com parceiro desconhecido ou eventual, sem uso de preservativos.

Agência Saúde

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Por Clareana Rodrigues (UFPA – PA)
José Ricardo Lima (Facris – PR)
Larissa Normande (UFAL – AL)
Roberta Corrêa (CESMAC – AL)
Teresa Machado (UFAL-AL)

Durante nove dias, de 27/08 a 04/09, Curitiba (PR) foi palco da Bienal
do Livro, evento literário que ocorreu pela primeira vez na cidade.
Além de divulgar editoras e novos autores, o evento proporcionou um
encontro cultural de incentivo à educação, leitura e sustentabilidade,
para cerca de 400 mil visitantes, informa a organização do evento.

O encontro foi uma oportunidade para 65 expositores divulgarem e
firmarem suas marcas no mercado. Para a representante da editora
Escala, Cláudia Regina Bocato, os livros são formadores de um público
mais crítico e com maior interesse cultural. “Mesmo em plena era
digital, nada consegue substituir o prazer de ler um livro em suas
mãos”, declarou Bocato.

Segundo Leandro Geronutti, responsável pela editora FTD Sistema de
Ensino, mesmo com o crescimento da internet, o surgimento dos e-books
(livros baixados pela internet), não levará ao fim dos livros. “O
e-book é uma oportunidade a mais para os amantes da leitura. Acredito
que isso não é motivo para achar que é o fim do livro impresso. Há
espaço para ambos”, afirmou Geronutti.

Durante o evento, foram realizadas várias palestras, oficinas e
exposições de livros, que puderam aproximar o público de 32 autores de
renome da literatura nacional. Entre eles, Carlos Heitor Cony, Marília
Pêra, Rubem Alves e Domingos Pellegrini.

Twitter: Bienal de Curitiba divulga editoras e novos autores, firmando a aposta em livros, mesmo com crescimento da internet e acesso aos e-books.

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