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Posts Tagged ‘informação’

por Leonardo Caruso

O recomendamos de hoje nos mostra como a Web2.0 (e suas conseguintes evoluções) podem aproximar cada vez mais criador e usuário, fonte e receptor, escritor e leitor.

O serviço Yahoo! Pipes, como é descrito no próprio site, agregar, manipular e misturar conteúdos dispersos pela internet. E o que isso quer dizer? De maneira geral, você passa a ter maior controle da informação que chega a você e, de certa maneira, te aproxima dos autores de blogs e sites.

O serviço possui várias funções que se permita filtrar, redirecionar e criar informações. Eu vou dar dois exemplos, para ficar mais fácil compreender.

1.) Você cria um “Pipe” para notícias internacionais. Daí você adiciona os sites que enviarão notícias, por exemplo BBC, NYT, UOL e G1. Aí você adiciona um filtro, no qual a informação que passa seja apenas aquelas referentes a notícias internacionais. Há opção para um filtro tradutor, que transforma as manchetes para sua língua materna.  Você salva e pronto, o Yahoo! Pipes, a partir de agora, reúne toda a informação que você precisa em um lugar.

2.) Pipe para Last.FM e Tumblr. Joe Lazarus criou um Pipe que reúne as informações dos cinco artistas mais ouvidos pela pessoa, na semana, no Last.FM, e automaticamente cria um post no Tumblr (microblog). Toda semana seu blog é atualizado com o “Top Five”.

As possibilidades são inúmeras. Tire um tempo para testar o Yahoo! Pipes.O único problema é que ele exige um certo conhecimento em inglês. Daí por diante existem vídeos e sites pela internet que te ajudam a criar um Pipe para suas necessidades.

Abaixo, um vídeo explicativo sobre o Pipes. (em inglês)

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por Vitor Oshiro

Toda quarta-feira no blog é dia de crônica. Aquele que fica encarregado desta função dá pulos de alegria porque vai poder escrever algo pessoal e bem legal. Mas, qual o assunto que será bem legal? Falar sobre o que quando é a sua vez de escrever uma crônica?

A missão parece fácil e os temas parecem brotar na sua frente. Pensei em falar sobre o preço abusivo do álcool em Londrina (dessa vez o combustível e não o gel). Mas, quando sentei pra escrever, o assunto não rendeu nem 10 linhas. Parti para algo menos “jornalístico” e resolvi falar sobre conversas de elevador. A crônica estava pronta, ou melhor, o que estava pronto era um amontoado de piadinhas bestas e clichês. Então, resolvi falar de uma paixão minha: o Corinthians e o aniversário do Ronaldo. Mas, falar o que? Fazer juras de amor ao time e ao craque gorduchinho? Não, não rolou.

Foi aí que eu percebi que a crônica não sai assim. Ela não nasce de um tema. Mas, ao contrário: o tema nasce dela. Antes de gostosa de ler, a crônica deve ser gostosa de escrever. Deve-se fazer uma crônica sem compromisso, sem um assunto específico. A crônica é aquilo que você tem vontade de escrever, mesmo que ninguém leia. Falar de nada, mas, ao mesmo tempo falando tudo: este é o melhor assunto de uma crônica

Ok, ok. Eu sei que algumas crônicas ótimas tem compromisso social, reflexões filosóficas, debates e informações importantíssimas. Mas, as melhores crônicas que eu já li são aquelas descompromissadas, leves e gostosas. Textos que parecem ser degustados pelos olhos. Textos suaves que parecem mais música do que textos.

Em uma crônica você pode fazer o que eu acabei de fazer: repetir a palavra “texto” três vezes que não será censurado. Não, não iremos matar o bom português, mas, em uma crônica, o estilo único e impróprio da sua escrita pode sapatear sobre a gramática e a ortografia rígidas.

E a crônica desta semana? Bom, a crônica desta semana é sobre a crônica. Nada mais crônico do que utilizar a metalinguagem de forma exagerada. Então, além de ser uma ótima escapatória a esta enorme falta de assunto que me abateu hoje, esta crônica serve de alerta para que você não se assuste se, a semana que vem, entrar aqui e nos encontrar divagando sobre o guardanapo-sujo-de-mostarda-e-rasgado-ao-meio encontrado no Calçadão Central da cidade. Isto é crônica, pesssoal. Aliás, isto é Quarta-crônica!

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