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Posts Tagged ‘integração’

Às vezes me pego pensando sobre a integração entre cursos da UEL. Será que essa integração existe ou não? Eu que não saio para conhecer pessoas de outros cursos ou realmente há certos cursos que não se misturam?

Penso que se eu não fizesse uma atividade extra-curricular, como jogar pela Atlética Geral, eu não teria conhecido quase ninguém de outro lugar da UEL, senão do departamento de Jornalismo. Tudo bem, não vou em cervejadas ou festas em repúblicas, mas será que deveríamos conhecer novas pessoas apenas em lugares regados a álcool?

O álcool realmente ajuda a desinibir e fazer com que a integração ocorra. O detalhe é que a integração não ocorre pela pura integração de cursos. Essa tal integração, na maioria das vezes, possui intenções não-acadêmicas.Não digo que seja errado. Universidade existe para se fazer amigos, conseguir amores passageiros e namoros duradouros, mas estranho o fato de as pessoas terem de ir a uma festa para descobrir que uma menina que faz física não é nerd e bitolada, que alguém de dread pode não estudar Ciência Sociais e que alguém de Agronomia pode não gostar de sertanejo e caminhonetes.

Chegamos a ver sempre as mesmas pessoas no RU, mas nunca a cumprimentamos ou puxamos papo, porque tememos ser tachado de invasivo, entrão ou estranho. Penso que a universidade passaria a ser ainda mais legal se deixamos um pouco os preconceitos de lado. Às vezes, aquela pessoa que sorriu pra você, mas não a conhece, quis ser apenas amigável.

O mercado de trabalho já nos deixará tão comedidos quanto às atitudes e falas, não há porquê adiantar essa vida travada por normas sociais na universidade. Somos jovens e devemos agir como tal. Como pessoas abertas a novas experiências que aceitam o “oi” da menina de cabelo laranja, a acenada com a cabeça do menino de calça rasgada e havaiana e a festa regada a sertanejo, bota e fivela.

Se a universidade nos renderá os melhores anos de nossas vidas. Por que não aproveitá-los com desmistificações e aprendizados sociais? E isso serve para mim mesma.

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Por Fernanda Cavassana

Acabou de sair no site de notícias da universidade, hoje foi oficialmente lançada a Campanha Nacional de Prevenção ao Trote Violento.

“Este ano, a novidade é a criação de uma página que está, a partir de hoje, disponível no site (www.uel.br/prograd) onde consta a legislação da Universidade sobre o trote, pareceres jurídicos referente aos limites físicos de atuação da UEL e as comissões de cada Centro de Estudo com os respectivos telefones para contato. E, posteriormente, a programação de recepçuniversitários.”

Segundo a matéria, a UEL promete ser rigorosa e punirá quem não seguir as regras contra o trote violento.

O que deve haver é um consenso para decidir o que é humilhação, e o que não é! Besteira é acreditar que não haverão ingressantes pintados e sujos de farovoinha na rua. É uma festa, uma tradição. Os calouros até gostam e se divertem com essas brincadeiras, é como se fosse uma ação necessária para selar o ingresso no Ensino Superior. Eu compararia a um batizado.

Nós do Lodripost somos universitários, estudantes de jornalismo. Em nosso curso, ano passado – meu primeiro ano como veterana, recebemos instruções de como proceder na recepção dos ingressantes. Passaram uma lista de coisas que haviam sido proibidas dentro do campus da UEL. Entre elas, qualquer ação que a universidade julgasse humilhação ao calouro, tintas, cortes de cabelo, assim como fazer com que eles andem pelo campus com objetos. Foi uma tristeza, as tintas já estavam compradas e microfones gigantes preparados para serem levados para passear pelo menos por um mês na universidade. Com isso, apenas fomos para uma sala, fizemos algumas brincadeiras com bexigas (é, bexigas!) e eles se apresentaram diante das câmeras para nós. Cada veterano batizou um calouro, foi bem simples, e, acreditem, deu pra todos se divertirem. Mas as tintas estavam compradas…

(mais…)

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por Lígia Zampar

Na manhã dessa quarta-feira, dia 28 de outubro, Marcos Leite e Morgana Monteiro Batistella ministraram uma mesa redonda sobre os conceitos e ações concretas de como uma empresa precisa atingir seu público, por meio do marketing e da comunicação.
Marcos faz parte da equipe Giacometti, responsável pela publicidade de grandes marcas, e lembra que na prática, a diferença entre as áreas (Jornalismo, Marketing, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas) não existe. Na verdade, elas se fundem e por isso o profissional tem que ter uma formação especializada, mas com uma noção integrada.
Durante a mesa redonda, um dos temas levantados foi que o cliente hoje é mais exigente, então o modo como você vai atingi-lo mudou, porque você também tem que ser mais eficiente. Além disso, os palestrantes apontaram novas variáveis no mercado, que são a utilização de redes sociais, mídia e convergência digitais e sustentabilidade ambiental, que facilitam o acesso a certos grupos consumidores.
O vídeo que você vai assistir abaixo é um exemplo da integração das quatro áreas dentro do mercado. Ele faz parte do programa Reclame, da Multishow.

De acordo com Marcos Leite, essa nova campanha publicitária da Marisa surgiu quando perceberam que o público consumidor era da faixa etária dos 45 anos. Um público como esse, vai comprar roupas até no máximo seus 60 anos de idade, porque depois muda o foco dos seus investimentos. Isso pode trazer uma futura queda de consumidores dos produtos dessa loja, por isso a importância de atingir um novo público alvo, que são pessoas mais jovens.
Morgana trouxe um pouco do seu trabalho, que é o Sistema Maxi de Ensino, suas dificuldades e méritos em entrar no mercado de materiais didáticos em grandes centros, como o eixo Rio-São Paulo, e produzir e vender um material que possa abranger todos o Brasil, com suas diferenças culturais.

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