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Posts Tagged ‘jogo’

por Lígia Zampar

Jogamos no limite e mantivemos um bom jogo desde o começo. Foi uma vitória importantíssima pela superação do elenco. O Rodrigo e Murilo jogaram lesionados, por exemplo”

o técnico  do Novo Basquete Londrina, Ênio Vecchi.

O time londrinense derrotou o Círculo Militar pelo placar de 89 a 72 e garantiu a segunda colocação no final da primeira fase do Campeonato Paranaense. A equipe volta às quadras na próxima quarta-feira (29), em casa, contra o líder da competição o Campo Mourão.

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Frase da Semana

por Lígia Zampar

Quando o Julio Baptista chutar uma bola em direção à câmera, vocês vão levantar a mão, porque a sensação é de que a bola vem em direção de você”

Raymundo Barros, diretor de engenharia da TV Globo em São Paulo. sobre a transmissão em 3D do jogo do Brasil ao vivo.

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por Lígia Zampar

Achei o que seria impossível. Em pleno clima de Copa do Mundo, quando todos saem de casa, ou se reúnem na sala para assistir ao jogo da seleção brasileira, eis que encontro alguém que nem mesmo ligou a TV. Ficou a tarde toda deitado na própria cama.

Ele atendeu ao telefone, ao interfone, aos chamados da internet e aos amigos que apareceram na sua porta. Mas não adiantou. Se negou a ir ao bar, à casa dos colegas, ao vizinho, ou qualquer outro lugar.

Deitou na cama e ficou. Quando ouvia uma gritaria vindo do bar próximo, simplesmente se mexia na cama, às vezes, até trocava a posição do travesseiro ou mexia no edredon, mas não se dava ao trabalho de ligar a TV  e ver o que estava acontecendo no jogo.

Ouviu gritos de “GOL”, de “Não!”, e o máximo que fazia era imaginar o que poderia estar acontecendo, mas em nenhum momento a vontade de ver o que realmente estava rolando no campo veio.

No meio da gritaria, pegou no sono de vez. Acordou quase 4 horas depois de ter terminado o jogo. A bagunça no bar continuava, o que poderia significar qualquer coisa, já que se o Brasil tivesse ganho, beberiam para comemorar, e do contrário, beberiam para afogar as mágoas.

Enfim, depois de alguns pares de horas dormindo, levantou e deu alguns passos até o computador. Entrou na internet e alguns recados do tipo “Vamos comemorar” já dizia que o time brasileiro ganhara. Conversar com um amigo só pra saber o placar, e ter que ouvir que “onde já se viu não ver o jogo do Brasil na Copa!”.

Pelo que disseram, não foi perda de tempo dormir a tarde toda. O jogo foi chato e feio. Pelo menos nos sonhos desse ser, ele imaginou uma partida melhor.

Crônica feita por Lígia Zampar e publicada no blog QueQueHá.

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por Beto Carlomagno

Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo (Prince of Persia: The Sands of Time)

Está em cartaz em Londrina desde quinta-feira mais uma adaptação direto dos games, Prince of Persia: The Sands of Time. O filme adapta a famosa franquia que se estabeleceu como uma das principais no quesito exploração e ação. Eu não conheço a mitologia do jogo, sua cronologia ou história, o que conheço é um dos pontos pelo qual a franquia é muito famosa, sua jogabilidade e movimentação.

Cartaz do filme Príncipe da Persia

Prince of Persia, o filme, conta a história de um príncipe, óbvio, da Pérsia, mais uma vez óbvio, que, após a morte de seu pai, pela qual é acusado, tem que proteger um artefato mágico que tem o poder de voltar no tempo. O artefato, uma adaga que contém as tais areias do tempo, pertence a um povo conquistado pelos persas e que acaba nas mãos de Dastan (Jake Gyllenhaal), o príncipe do título. Agora, ele tem que, ao mesmo tempo, proteger a adaga de cair em mãos erradas e limpar seu nome da acusação de ter matado o próprio pai. Para isso ele vai contar com a ajuda da Princesa Tamina (Gemma Arterton), conhecedora dos poderes da adaga e guardiã do artefato.

O filme pode sim ser considerado uma boa adaptação, o que por si só já é um grande elogio. Normalmente, adaptações de games são famosas por não serem fiéis ao jogo base e por acabar com o charme do produto original. Essa visão tem mudado graças ao investimento e envolvimento cada vez maior das próprias produtoras de games no desenvolvimento das franquias em outros meios. Além disso, o filme traz o selo Disney e a produção de Jerry Bruckheimer, o mesmo produtor de grandes franquias como Piratas do Caribe e A Lenda do Tesouro Perdido. Esses nomes envolvidos já garantem uma produção acima da média, já que eles sempre entregam produtos da melhor qualidade e extremamente bem finalizados, e Prince of Persia não é uma exceção. Os cenários grandiosos, as locações – no Marrocos –, tudo é feito com o esmero que se espera desses grandes nomes. Além disso, o diretor contratado para a produção, Mike Newell (Harry Potter e o Cálice de Fogo), também é conhecido pelo seu bom trabalho na produção e no visual.

Outro ponto a favor da adaptação de Prince of Persia foi a introdução de elementos que fazem parte da mitologia dos games. O filme traz os tão conhecidos movimentos do personagem nos games, como andar pelas paredes, saltos e todas as habilidades de um praticante de parkour, e também se utiliza dos puzzles, tão famosos nos jogos. Eles tiveram o cuidado de mostrar o personagem solucionando quebra-cabeças que o levam a conseguir seu objetivo, o que é constante em jogos, e uma marca da série.

A ação e os efeitos especiais são impecáveis, garantindo ao espectador cenas de tirar o fôlego intercaladas com momentos de alívio cômico, algo comum nas produções de Bruckheimer. O filme tenta sim sugar um pouco do que foi feito em Piratas do Caribe, já que o produtor pretendia criar aqui uma nova franquia, mas não é nada que incomode. O verbo foi usado no passado porque acho difícil, depois da abertura nas bilheterias americanas – o filme estreou em terceiro lugar –, continuações serem feitas. Uma pena já que o filme é diversão da melhor qualidade.

Uma das grandes reclamações da maioria dos críticos é o uso de atores sem qualquer ligação étnica com os personagens. Eu entendo que seria melhor termos a representação fiel nas telas, mas também entendo o lado do produtor e do estúdio. Eles estavam produzindo um filme de 200 milhões de dólares e queriam rostos conhecidos para chamar o público. Isso as vezes da certo, as vezes não. Mas não é nada que faça o filme perder pontos.

*Beto Carlomagno é estudante do terceiro ano de Jornalismo da UEL. Além da coluna “Sessão de Domingo” ele assina o blog http://behindthescenes-takes.blogspot.com/

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por Lígia Zampar

Luis Fabiano está muito bem. O Kaká realmente nada tem no púbis (problema que teve no início do ano). Ele tem um edema no adutor da coxa esquerda. O prognóstico dos dois é altamente favorável. A tendência é de que os dois participem normalmente do cronograma de trabalho, junto aos demais atletas.

O médico da seleção brasileira José Luiz Runco, em entrevista hoje (21/05/2010) em Curitiba.

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por Lígia Zampar

Se você está cansado de ter a Colheita Feliz como única diversão naquelas noites de insônia, ou naquela tarde que você tem trabalho pra fazer mas a preguiça não deixa,  deixo aqui uma boa recomendação.

Existem alguns sites que disponibilizam jogos de raciocínio e lógica que podem fazer o seu dia mais feliz e você pode se sentir menos fútil, já que está jogando, mas pensando enquanto se diverte.

Eis a lista de alguns sites pra vocês:

Jogos Online

Jogos de Pensar

Site de Games

Papas Jogos

Bom jogo!

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por Lígia Zampar

Jogatina.com

O Recomendamos de hoje é para aquelas pessoas que gostam de jogos de cartas. O site jogatina.com  permite que você jogue com seus amigos online truco, tranca, buraco e poker. E o que é melhor, de graça!

O site tem um layout dinâmico e organizado, que permite que você escolha a sala e a mesa em que vai se sentar. Jogatina.com tem ferramentas que faz você se sentir em um jogo de bar de verdade, desde beber uma cervejinha ou servir um petisquinho aos seus oponentes.

Enquanto você joga é possível manter um chat entre os participantes.  O único problema é que se você não é assinante, tem limite de jogada.

Para assinar, o custo é de R$9,99 por mês.

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