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Posts Tagged ‘jornal’

por Pedro Rosa

A única parte que eu assistia do Jornal Nacional era a previsão do tempo, só pra ver se acertavam ou não. A probabilidade de se acertar a previsão do tempo (na minha concepção) é de 1 em 12.234.678. Odeio o fato de haver até empregos para prever o tempo, sendo que os ocupantes de tais cargos sempre erram e nunca são demitidos. Por exemplo: fizeram um estudo do tempo e clima (não sabe a diferença? Google it) para a data perfeita do segundo Air Race que ocorreu no Rio esse ano. Foram analizados 8 anos das condições meteorológicas do Rio de Janeiro para concluirem que NÃO iria chover no domingo de 9 de Maio de 2010. Adivinha no que deu… chuva. (¬¬)
Daí, ontem estava previsto que choveria horrores em Londrina, e o que deu: Nada. Que surpresa não! Estava eu esperando aqueles dilúvios comuns desse ano pra viver um momento Rio. Mas se vôce não mora no RJ e mesmo assim sofreu com chuva, divirta-se, aproveite da situação e desfrute do momento casa a beira mar (ou poça d’água gigante, dependendo do caso).

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por Vitor Oshiro

Lá vai ele. Com seu bloquinho de anotações, sua caneta azul e seu gravador antigo. Enquanto espera o entrevistado, confere as informações da pauta. Agora, ele é um porta-voz sobre as novas técnicas de estética. Horas antes, era um defensor ferrenho das crianças abandonadas que dormem no centro da cidade. Horas depois, será o narrador da tragédia envolvendo um feroz cachorro que estava sem a coleira e uma menina de 12 anos. Lá vai ele. Sabe que o futuro não lhe reserva grandes riquezas materiais. Sabe que a profissão que escolhera dificilmente o levará à posição de cidadão ilustre da cidade. Mas, mesmo assim, não se arrepende de ter se tornado o que se tornou. Não se arrepende? Mesmo com um duro golpe que levou quando a validade do seu diploma foi reduzida a nada? Não, realmente não se arrepende. Sabe que agora, mais do que nunca, precisa mostrar o seu valor. E, por isso, lá vai ele. Brigando contra o tempo; tentando, com sua dança de palavras, tornar presente o passado; tentando, e não conseguindo, estar em todos os lugares que necessita; tentando ser mais profissional e menos humano – ou, por muitas vezes, menos profissional e mais humano. Mais um dia chega ao fim. A jornada de trabalho foi reduzida pela lei. Mas a jornada de trabalho da cabeça de um jornalista não há lei que reduza. Pensando, pensando, pensando. “Amanhã preciso terminar a matéria tal, posso usar a introdução tal, ou isto poderia gerar um gancho para a reportagem tal”. E, assim, dorme, acorda, dorme, acorda. E, de novo, lá vai ele. Com seu bloquinho de anotações, sua caneta azul e seu gravador antigo. Tudo igual. Ou não… Hoje, ele vai com o orgulho de saber que acordou em um dia dedicado somente a ele. Ou não… Pensando, pensando e pensando, ele não tem tempo de lembrar isto. Mas, mesmo assim segue trabalhando… com seu bloquinho de anotações, sua caneta azul, seu gravador antigo… e um orgulho enorme de ser jornalista.

Parabéns a todos jornalistas e estudantes de jornalismo pelo seu dia !

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por Vitor Oshiro

Já que não é preciso mais diploma para ser jornalista, aprenda a fazer uma grande reportagem com Rafinha Bastos.

do Chongas

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por Leonardo Caruso

Meus hábitos de leitura estavam muito ruins, tanto para livros quanto para material didático. Eu, que sempre gostei de ler, que devorei 4 livros do Harry Potter em 5 dias, que adoro romances enormes e extremamente detalhados (como Senhor dos Anéis). Pra ser sincero, eu gosto de um cara chamado Guimarães Rosa, tido como um cara difícil de ler por causa de seus neologismos. E toda essa introdução é só pra dar uma base para o que realmente essa crônica quer: discutir como e quando lemos.

Como eu disse, estava meio distante dos livros e revistas, mas nunca deixei completamente. Não por um único motivo, um único cômodo na casa que não nos permite que entremos sem levar uma revista ou um livro. O banheiro. Lá vem o Leo com esses assuntos estranhos dele. Mas na verdade não é tããão estranho assim. É que desse retorno à literatura, um hábito nunca esteve ausente, a boa e velha leitura de banheiro.

Seja uma revista, seja um capitulo de livro, mas, raramente, a gente consegue se sentir a vontade sem ter algo pra ler. E acredito que isso deva acontecer a todas as pessoas “normais”. Pelo menos as que conheço confessam que possuem esse mesmo hábito. É no instante em que estamos no trono, lendo as páginas amarelas ou aquela coluna do jornal que gostamos que a imaginação flui, viramos leitores profissionais.

É tão estranho quando não tem um revisteiro a nos dar escolhas: Folha, JL, Istoé, Veja, Caras. Tá, Caras é mais de consultório, mas, em famílias que assinam revistas assim, elas sempre vão parar no revisteiro do banheiro. Talvez, quem sabe um dia, os cientistas descubram porque ler no banheiro é tão… único! E foi durante uma dessas minhas leituras, em um desses meus momentos intelectuais, que surgiu a idéia dessa crônica. Eu me pergunto, “será que tem alguém que é diferente”? Bom, eu tenho um revisteiro cheio aqui para quem precisar!

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por Vitor Oshiro

Na semana passada, foi aprovada a PEC que retorna a obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para o exercício da profissão. Eu era favorável ao diploma, mas, passei a ver que não seria tão ruim se outros profissionais escrevessem matérias para o jornal. O HUMOR DE QUINTA de hoje traz quadro hipotético que é totalmente fantasioso e faz com que qualquer semelhança com a vida real seja mera coincidência! 😉

Matéria escrita por um jornalista

Uma farmácia e uma loja de suplementos foram interditadas na tarde desta segunda-feira por irregularidades sanitárias. As mercadorias foram apreendidas e os responsáveis encaminhados para a delegacia da Polícia Federal, para prestar esclarecimentos.

 

Matéria escrita por um policial

Os oficiais chegaram na parte da tarde e surpreenderam os meliantes em flagrante desrespeitando ordens sanitárias. Eles interditaram um estabelecimento que vende remédios e outro que vende suplementos. As mercadorias das mesmas foram conduzidas à apreensão e os indivíduos donos das mesmas também foram conduzidos para se explicar com o delegado.

 

Matéria escrita por um advogado

Uma farmácia de boa qualidade e uma loja de suplementos que fazem muito bem para a saúde de todos foram injustamente interditadas na tarde desta segunda-feira por improcedentes e caluniadoras irregularidades sanitárias. As mercadorias, todas de excelente origem, foram apreendidas de forma bastante rude e os responsáveis encaminhados, ferindo os direitos humanos, para a delegacia da Polícia Federal, onde receberam maus tratos.

 

Matéria escrita por um médico

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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por Leonardo Caruso

É assim que estão cerca de 800 cidades que dependem da energia vinda da hidrelétrica de Itaipu. A usina parou de funcionar totalmente no início da noite desta terça-feira. Ainda não se sabe ao certo o que ocasionou a queda de energia, mas trabalha-se com hipóteses: pane na usina de Itaipú ou problemas com as linhas de transmissão de Furnas, que distribui energia ao País todo.

Em entrevista ao Jornal da Globo o assessor de comunicação de Itaipú, Gilmar Piola, disse que a usina operava em potência máxima quando sofreu desligamento total, por volta das 22:20 desta terça-feira (10). De acordo com Piola, a alternativa mais plausível para a causa da baixa do sistema é um possível interrompimento da transmissão de energia por parte de Furnas, uma vez que no Paraguai a situação já está sendo normalizada. “O sistema de Itaipú é automaticamente desligado quando não há para onde mandar a energia. A usina fica em stand-by”, explicou o assessor.

O estado do Paraná foi atingido por fortes raios e vendavais no fim da tarde de terça-feira (10). Essas questões atmosféricas podem ter afetado as linhas de transmissão de Furnas. De acordo com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, a prioridade agora é retomar o abastecimento de energia às cidades afetadas, o que se espera que seja feito ainda esta noite.

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por Leonardo Caruso

Como anunciado anteriormente neste blog, o Jornal do CECA (JC) contribui para a divulgação das atividades promovidas pelo Centro de Educação, Comunicação e Artes (CECA), da Universidade Estadual de Londrina (UEL). O jornal, que está atualmente em seu quarto ano, apresenta semanalmente um conjunto de pelo menos 4 matérias, referentes a atividades desenvolvidas no próprio Centro, em unidades externas, mas ligadas à UEL (como o museu, a Casa de Cultura e o Com-tour) e em eventos que, de alguma forma, remetem a educação, comunicação e artes (como festivais de literatura e teatro).

Criada este ano, a seção “JC Recomenda” apresenta sugestões de leitura ou de filmes em exibição no Com-tour. Na “opinião”, os estudantes do CECA tem a oportunidade de deixar suas opiniões no Jornal.

O Jornal do CECA tem como principal meta a interação de um departamento com o outro (dentro do Centro) e a divulgação cultural das atividades dos cursos que compõem esses departamentos e dos eventos culturais em Londrina. Por simular um jornal, os alunos envolvidos tem a oportunidade de desenvolverem suas técnicas jornalísticas.

Um de seus editores, o estudante de jornalismo da UEL, Guilherme Santana, conta que passaram por algumas dificuldades durante a passagem do primeiro para o segundo semestre de 2009. “A professora que coordenava o curso teve que se aposentar e tivemos dificuldades para arrumar um coordenador”, explicou Santana. Apesar dessa dificuldade, o Jornal está de volta a seu ritmo normal e prepara-se para uma atualização em toda sua estrutura. De acordo com Santana, essas novas mudanças devem ir ao ar no início de 2010.

Enquanto isso você pode conferir o que rola no CECA e culturalmente em Londrina no site http://www2.uel.br/ceca/jornal/index.html. O JC também possui um twitter (http://twitter.com/JornaldoCECA) que é atualizado toda vez que uma nova edição é colocada no ar.

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