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Posts Tagged ‘jornalístico’

por Vitor Oshiro

O “Recomendamos” de hoje vem do meu quintal. Não, não estou indicando uma abobrinha plantada no fundo da minha casa. O quintal que digo é em termos jornalístico, ou seja, algo que você tem alguma ligação (tipo quando você faz uma matéria e o entrevistado principal é seu pai…¬¬).

Hoje, a dica é o blog Gonzada. Ele é quintal para mim, pois, até recentemente eu participava (ou quase). Mas, parcialidades à parte, o blog é excelente.

Formado por alunos de Jornalismo da UELMarcelo Ramalho (que rima com… baralho… rá), Letícia Nascimento, Luci Box, Desireé Molina, Marina Dias e Willian Casagrande -, o blog é uma maneira descontraída de informar, falar bobeiras, contar histórias variadas – e olha que varia mesmo… desde as pulseiras do sexo até os sabonetes que o pai compra – e, principalmente, praticar o jornalismo.

O blog existe desde junho de 2009 e já tem mais de 25 mil visitas. O nome vem exatamente da polêmica modalidade de jornalismo gonzo, marcada pela subjetividade e informalidade.   

E o blog é assim. Com o slogan “a gente escreve bêbado pra você ler sóbrio”, há debates sérios mesclados com imagens zoadas. Discussões polêmicas com crônicas e poesias. Jornalismo com humor.

É entrar e conferir. Como diria o Seu Creysson, eu agarantiúúúú

http://gonzada.com/

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por Poliana Lisboa (enquanto estavamos cobrindo a Semana de Comunicação aqui de Londrina, a estudante do quarto ano de Jornalismo da UEL, Poliana Lisboa, marcou presença na XII Semana Integrada de Comunicação, realizada em Maringá, e aceitou o convite do Londripost para contar o que rolou por lá. Confiram.)

Na redação de um jornal de interior, o telefone toca. Nenhum outro jornalista atende, sobra para você. Na linha, uma senhora questiona o motivo de faltarem notícias sobre a gripe A na cidade, como estão as investigações.  Algum tempo de conversa e ela entrega: seu neto morreu de gripe A este ano, os pais ainda não superaram a perda, os brinquedos ainda estão como ele os deixou e no outro dia seria o aniversário de 6 anos do neto. Depois de quase meia hora no telefone, você vai sugerir a pauta para o editor. Mas, a proposta do editor não é de apurar as providências das autoridades, pelo menos não de início. Ele sugere usar o aniversário do garoto, como gancho e manchete no outro dia; fotografar os brinquedos da criança; falar sobre a dor desta família. O que você faria nesta situação. Pediria para uma família que ainda não superou esta perda para que exponha esta dor? A que custo? E, apesar de saber que a matéria chamaria atenção, isto é de interesse público?

A questão levantada por uma jornalista da cidade de Maringá, que viveu esta situação, serve para exemplificar o debate desta Semana Integrada de Comunicação que aconteceu entre a última segunda (26) e quinta-feira (29). Era o segundo dia de palestras e os três jornalistas da mesa-redonda, após tanto falar sobre ética e moral no jornalismo para combater a espetacularização negativa nos meios de comunicação, disseram que publicariam esta notícia e que o importante era o tratamento que a jornalista daria a ela. Mas será?

(mais…)

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