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Posts Tagged ‘leitura’

Por Fernanda Cavassana

Descansar, viajar, aproveitar a companhia da família e de amigos de outras cidades. Tempo livre para o lazer, ver filmes, ler livros, para tudo isso: férias! Se durante o ano os trabalhos e outros compromissos me consomem horários extras, nas férias sempre reservo algumas horas diárias para a leitura. Para esses meses, já havia selecionado uma lista – bem variada – de livros para mim. Três já foram e serão eles que eu irei recomendar a vocês hoje.

– Como se tornar o pior aluno da escola, Danilo Gentili


Foi um presente de uma amiga querida no natal, que ‘devorei’ assim que ganhei! Livro de sátira e humor, escrito pelo conhecido repórter do CQC. Dá dicas de como um aluno deve agir durante sua vida escolar para “obter sucesso” em ser o pior da sala e ser feliz, só porque faz o que quer. O livro é altamente ilustrado, os textos são curtos, mas engraçados. As constatações do autor sobre algumas aulas e atitudes de estudantes e professores viram piadas. O livro também dá aulas de respostas mal-educadas para pais e professores e ensina mentiras para determinadas situações. Há ainda o “o grande livro dos pequenos planos” – uma parte do livro que se assemelha muito aos planos infalíveis do Cebolinha na turma da Mônica e do gato Tom para pegar o Jerry, contendo planos maldosos para serem aplicados na escola. Segundo o próprio livro, ele é um “manual completo, ilustrado, revisado e não recomendado para estudantes”.

– Memórias de uma gueixa, Arthur Golden


Há algum tempo queria ler este, nessas férias deu certo. Livro publicado em 1997, já passou por várias edições e se transformou em filme pela Columbia Pictures. Com a história de Nitta Sayuri, é possível conhecer a tradição japonesa de uma forma inigualável. Com fatos históricos, passando da grande depressão, relatando a Segunda Guerra Mundial e chegando até os anos 60, o livro permite que acompanhemos a vida das famosas casas de chá e gueixas do Japão e as mudanças que as ações do país trouxeram como conseqüência desses fatos. Além da rica cultura japonesa, o romance trata sobre a sexualidade e surpreende, enquanto uma obra escrita por um homem, por descrever os fielmente os sentimentos femininos.

– O primeiro mandamento, Brad Thor


Já postei aqui meu apreço por histórias terroristas e da política norte americana para combater essas ações. É verdade que a história se assemelha a do agente Jack Bauer do seriado 24, e foi o que me levou a comprar este livro. Scot Harvath é o agente contraterrorista que tem familiares e pessoas que estima mortas. Ao descobrir que os Estados Unidos quebraram o primeiro mandamento da lei contra o terrorismo, sai em busca do assassino contra as regras que deveria seguir. Nessa caçada, ele é acusado de traição pelo seu próprio governo, é procurado pela CIA e o presidente exige que ele seja capturado vivo ou morto. O livro está na lista dos mais vendidos do The New York Times.

Serviço

Esses livros podem ser encontrados em livrarias de todo país e também são vendidos pela internet. O site submarino tem os três com preços em promoção. Boa leitura nessas férias!

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por Leonardo Caruso

Meus hábitos de leitura estavam muito ruins, tanto para livros quanto para material didático. Eu, que sempre gostei de ler, que devorei 4 livros do Harry Potter em 5 dias, que adoro romances enormes e extremamente detalhados (como Senhor dos Anéis). Pra ser sincero, eu gosto de um cara chamado Guimarães Rosa, tido como um cara difícil de ler por causa de seus neologismos. E toda essa introdução é só pra dar uma base para o que realmente essa crônica quer: discutir como e quando lemos.

Como eu disse, estava meio distante dos livros e revistas, mas nunca deixei completamente. Não por um único motivo, um único cômodo na casa que não nos permite que entremos sem levar uma revista ou um livro. O banheiro. Lá vem o Leo com esses assuntos estranhos dele. Mas na verdade não é tããão estranho assim. É que desse retorno à literatura, um hábito nunca esteve ausente, a boa e velha leitura de banheiro.

Seja uma revista, seja um capitulo de livro, mas, raramente, a gente consegue se sentir a vontade sem ter algo pra ler. E acredito que isso deva acontecer a todas as pessoas “normais”. Pelo menos as que conheço confessam que possuem esse mesmo hábito. É no instante em que estamos no trono, lendo as páginas amarelas ou aquela coluna do jornal que gostamos que a imaginação flui, viramos leitores profissionais.

É tão estranho quando não tem um revisteiro a nos dar escolhas: Folha, JL, Istoé, Veja, Caras. Tá, Caras é mais de consultório, mas, em famílias que assinam revistas assim, elas sempre vão parar no revisteiro do banheiro. Talvez, quem sabe um dia, os cientistas descubram porque ler no banheiro é tão… único! E foi durante uma dessas minhas leituras, em um desses meus momentos intelectuais, que surgiu a idéia dessa crônica. Eu me pergunto, “será que tem alguém que é diferente”? Bom, eu tenho um revisteiro cheio aqui para quem precisar!

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A leitura do dia é um romance baseado na invasão bárbara dos reinos nórdicos?
Ou então um livro contando o casamento de uma das famílias mais influentes de São Paulo e do Brasil?
Ah, prefere poemas e contos? Quadrinhos? Livros Didáticos?
Ou você não está lendo nada no momento?

Qualquer que seja sua resposta, o Recomendamos de hoje tem uma dica muito boa!
Descobri esses dias uma “rede de relacionamentos” – tipo orkut – destinada a compartilhar um dos bens mais preciosos que temos: os livros!

Exemplo de "estante" no Skoob.

O Skoob tem uma interface muito prática e é extremamente fácil de usar. Você cria sua conta, edita um ‘perfil’, e sai procurando livros e amigos. Você pode marcar um livro como lido, como lendo, vai ler ou abandonou e, além disso, você pode marcar livros favoritos, se você os possue, se deseja comprar ou emprestar. Dessa maneira, obter aquela obra que está difícil de encontrar fica mais fácil. Tudo isso muito simples e interessante!

Se você adora livros, ou então deseja despertar o leitor em você, acesse!
É a maneira mais fácil de organizar a sua ‘estante’ e obter informações de leitura, já que cada usuário pode incluir comentários e opiniões, além daquelas informações já adicionadas pelo próprio Skoob.

Uma última informação muito útil: É totalmente gratuito!

Os interessados podem criar uma conta diretamente no site: www.skoob.com.br

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por Vitor Oshiro

Toda quarta-feira no blog é dia de crônica. Aquele que fica encarregado desta função dá pulos de alegria porque vai poder escrever algo pessoal e bem legal. Mas, qual o assunto que será bem legal? Falar sobre o que quando é a sua vez de escrever uma crônica?

A missão parece fácil e os temas parecem brotar na sua frente. Pensei em falar sobre o preço abusivo do álcool em Londrina (dessa vez o combustível e não o gel). Mas, quando sentei pra escrever, o assunto não rendeu nem 10 linhas. Parti para algo menos “jornalístico” e resolvi falar sobre conversas de elevador. A crônica estava pronta, ou melhor, o que estava pronto era um amontoado de piadinhas bestas e clichês. Então, resolvi falar de uma paixão minha: o Corinthians e o aniversário do Ronaldo. Mas, falar o que? Fazer juras de amor ao time e ao craque gorduchinho? Não, não rolou.

Foi aí que eu percebi que a crônica não sai assim. Ela não nasce de um tema. Mas, ao contrário: o tema nasce dela. Antes de gostosa de ler, a crônica deve ser gostosa de escrever. Deve-se fazer uma crônica sem compromisso, sem um assunto específico. A crônica é aquilo que você tem vontade de escrever, mesmo que ninguém leia. Falar de nada, mas, ao mesmo tempo falando tudo: este é o melhor assunto de uma crônica

Ok, ok. Eu sei que algumas crônicas ótimas tem compromisso social, reflexões filosóficas, debates e informações importantíssimas. Mas, as melhores crônicas que eu já li são aquelas descompromissadas, leves e gostosas. Textos que parecem ser degustados pelos olhos. Textos suaves que parecem mais música do que textos.

Em uma crônica você pode fazer o que eu acabei de fazer: repetir a palavra “texto” três vezes que não será censurado. Não, não iremos matar o bom português, mas, em uma crônica, o estilo único e impróprio da sua escrita pode sapatear sobre a gramática e a ortografia rígidas.

E a crônica desta semana? Bom, a crônica desta semana é sobre a crônica. Nada mais crônico do que utilizar a metalinguagem de forma exagerada. Então, além de ser uma ótima escapatória a esta enorme falta de assunto que me abateu hoje, esta crônica serve de alerta para que você não se assuste se, a semana que vem, entrar aqui e nos encontrar divagando sobre o guardanapo-sujo-de-mostarda-e-rasgado-ao-meio encontrado no Calçadão Central da cidade. Isto é crônica, pesssoal. Aliás, isto é Quarta-crônica!

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Por Clareana Rodrigues (UFPA – PA)
José Ricardo Lima (Facris – PR)
Larissa Normande (UFAL – AL)
Roberta Corrêa (CESMAC – AL)
Teresa Machado (UFAL-AL)

Durante nove dias, de 27/08 a 04/09, Curitiba (PR) foi palco da Bienal
do Livro, evento literário que ocorreu pela primeira vez na cidade.
Além de divulgar editoras e novos autores, o evento proporcionou um
encontro cultural de incentivo à educação, leitura e sustentabilidade,
para cerca de 400 mil visitantes, informa a organização do evento.

O encontro foi uma oportunidade para 65 expositores divulgarem e
firmarem suas marcas no mercado. Para a representante da editora
Escala, Cláudia Regina Bocato, os livros são formadores de um público
mais crítico e com maior interesse cultural. “Mesmo em plena era
digital, nada consegue substituir o prazer de ler um livro em suas
mãos”, declarou Bocato.

Segundo Leandro Geronutti, responsável pela editora FTD Sistema de
Ensino, mesmo com o crescimento da internet, o surgimento dos e-books
(livros baixados pela internet), não levará ao fim dos livros. “O
e-book é uma oportunidade a mais para os amantes da leitura. Acredito
que isso não é motivo para achar que é o fim do livro impresso. Há
espaço para ambos”, afirmou Geronutti.

Durante o evento, foram realizadas várias palestras, oficinas e
exposições de livros, que puderam aproximar o público de 32 autores de
renome da literatura nacional. Entre eles, Carlos Heitor Cony, Marília
Pêra, Rubem Alves e Domingos Pellegrini.

Twitter: Bienal de Curitiba divulga editoras e novos autores, firmando a aposta em livros, mesmo com crescimento da internet e acesso aos e-books.

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