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Só os grandes

Times de futebol associam-se à lutadores de MMA
Por Thaís Yamanari
Neste último sábado, o Ultimate Fighting Championship veio para o Brasil e o combate 134 foi substituído por UFC RIO. No octógono, os brasileiros brilharam e deram ao público o espetáculo que prometeram. Curiosamente, algumas diferenças foram observadas. Só aqui a torcida canta e vibra como num estádio de futebol.
Além disso, o esporte bretão esteve associado a alguns lutadores neste dia. Anderson Silva, do card principal, derrotou o japonês Yushin Okami com a camisa do Corinthians. Desde 2006 invicto, o brasileiro praticamente humilhou o adversário no segundo round e diversos comentaristas não conseguem identificar um oponente à altura. Há discussões sobre a categoria e Silva já disse em coletiva que para derrotá-lo, apenas o seu clone.
Já o curitibano Maurício Shogun, dias antes, foi procurado pelo Coritiba e o Palmeiras, mas preferiu lutar sem nenhum desses apoios. “Eu sou um profissional, recebi a proposta e não considerei justa. Para assinar com um clube de futebol, teria que ser algo bem pensado”, explica Shogun. Pior para os clubes, pois a luta foi uma das mais comentadas da noite e Shogun venceu por nocaute (leia-se marteladas) o norte-americano Forrest Griffin.

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Há muito tempo quero recomendar o blog de um amigo meu que faz jornalismo em Brasília e agora achei a ocasião perfeita. O blog não é feito só pelo meu amigo, Edemilson – ou Paraná, como foi apelidado na capital – outras pessoas contribuem para o crescimento intelectual e democrático do blog Brasil e Desenvolvimento. Discutindo sempre sobre política os estudantes João Telésforo, Gustavo Capela, Laila Galvão, Raul Pietricovsky, Mayra Cotta, Danniel Gobbi, Rodrigo Santaella, Gabriel Elias, Saionara Reis e Ana Rodrigues colocam suas visões sobre os acontecimentos da capital e do país.

Coloco aqui o post do dia 3 de novembro: Vote. Porque.

Votar.

O voto e a disputa eleitoral são, sem sombra de dúvidas, momentos de extrema importância para o combate social de ideologias. Assim, é importante lembrar o que elas significam, quem elas representam e que sociedade elas buscam atingir com seus discursos e práticas.

A esfera política brasileira, sabemos, tem o costume de não enfrentar diversos problemas sociais que dificultam o acesso amplo e irrestrito à atuação e efetivação dos ideais democráticos. O não enfrentamento, o medo de atacar questões centrais à pluralização do espaço público, está diretamente vinculado ao senso comum construído por uma ideologia dominante que abomina o confronto e a crítica aos interesses da elite econômica e política do pais. Somos o país dos falsos-consensos, da naturalização das desigualdades sociais.

Os vídeos da campanha escancaram o preconceito sistemático que negros, homossexuais, mulheres, índios, pessoas de baixa renda e nordestinos sofrem e que impedem a criação de um ambiente efetivamente democrático, efetivamente aberto e efetivamente inclusivo. Conservar o status quo é, necessariamente, conservar essa perspectiva. É conservar os mecanismos que rebaixam, diminuem e excluem com frequência a diversidade na decisão coletiva.

Para mudarmos esse cenário, precisamos, então, refundar o senso comum,  entendendo sua vocação emancipatória para sempre apontar novas perspectivas e novas experiências democráticas. Combater o senso comum é combater discursos que impedem a abertura de espaços como o da família, do mercado, do acesso à moradia, à educação, à comunicação, ao transporte e todos os outros aspectos da vida individual e coletiva que aumentam a participação política.

A campanha #votoserrapq atacou de forma irônica os discursos conservadores que integram o senso comum pouco enfrentado para que não esqueçamos de nossa missão, como sociedade, de enfrentar problemas que são centrais para a pluralização constante.

Para tanto, torna-se indispensável ressignificar o sentido da palavra “votar”. Votar não é, nem pode ser, somente clicar botões em uma urna eletrônica. Tampouco pode ser a participação em processos eleitorais de quatro em quatro anos. “Votar” é escolher. É escolher projetos, é escolher formas de atuação, é escolher disputas. É, acima de tudo, escolher lados, escolher, diariamente, um projeto coletivo.

Assim, agradecemos, encarecidamente, todos que se incluíram no #votoserrapq, seja enviando sugestões, seja fazendo seus próprios vídeos. É o aspecto coletivo de qualquer atividade que a engrandece e, nesse caso, não é diferente. Sem a adesão maciça, o apoio incontestável, e as críticas construtivas, a campanha não seria a mesma.

Portanto, apesar de as urnas terem fechado, os votos terem sido contabilizados, nosso trabalho apenas começou.

Cabe a nós, agora, a luta. Cabe a nós, a inquietação. Cabe a nós exigir, através de disputas permanentes e persistentes, que nossos ideais se tornem realidade.

Abaixo o último vídeo de nossa campanha, agora intitulada “Voto.Porque.”

#votopq

www.brasiledesenvolvimento.wordpress.com

@bras_e_des

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por Lígia Zampar

Hoje são contemplados exatos cem anos do Dia Internacional da Mulher. Durante toda a história, vitórias e retrocessos fizeram presentes.

Trabalhamos na produção de armas durante a Segunda Guerra, queimamos sutiã em praça pública e lutamos por direitos políticos.

Ainda hoje, somos responsáveis pelo trabalho de cuidado e de reprodução da família.

Nem sempre valorizada, a mulher lutou muito pra diminuir as diferenças na sociedade, e como uma luta constante,  não desiste dos seus objetivos.

À toda mulher, parabéns pelo dia 08 de março, porque dia da Mulher é todo dia.

Para todas as mulheres!

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por Vitor Oshiro

Está rolando na net um vídeo de pancadaria gravado de madrugada no Terminal de Londrina. Queria ver o Rocky Balboa no ringue contra a garota. Seria a surra do século no Garanhão Italiano.

A pergunta que os internautas fizeram e que repito aqui é “Cadê as autoridades??”

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por Leonardo Caruso

Não basta o mocinho da novela ser uma vítima.
Não basta canais de TV focarem seus comerciais em prol da causa.
Não basta os jornais noticiarem dados de suas cidades de exibição, se aumentaram ou se diminuíram os casos.
Não bastam campanhas nas universidades, escolas e bairros .
Precisamos ser conscientes, mesmo naqueles momentos em que tudo o que buscamos é o prazer.

O Laço Vermelho é o símbolo da campanha. fonte: http://nequidnimis.wordpress.com/

Hoje é o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS. A AIDS, resumidamente, é uma doença que ataca o sistema imunológico causando uma vulnerabilidade a outras infecções. Causada por um vírus denominado HIV, tem seu modo de contágio principalmente nas relações sexuais, transfusões de sangue e utilização de seringas e agulhas contaminadas.

E hoje, dia 01/12, não diria que é celebrado ou comemorado, mas divulgado, o dia de combate a essa doença. E nessa onda, novelas tem abordado a questão das doenças sexualmente transmissíveis, a MTV direciona toda sua programação e visual ao tema, jornais e revistas direcionam pelo menos um pauta ao assunto. São ações importantes, mas não suficientes.

Todos nós devemos ser conscientes de que estamos sujeitos a ser vítimas da AIDS, principalmente as pessoas que são sexualmente ativas ou que estão constantemente em contato com sangue. Devemos ter em mente que só nossas ações são capazes de nos prevenir do HIV e de outras DSTs (doenças sexualmente transmissíveis). Só a nossa consciência aliada a nossas atitudes responsáveis ajudam a evitar a contaminação.

Ter sempre uma camisinha a mão e evitar o contato com sangue de pessoas desconhecidas é uma boa forma de ajudar a campanha e manter o vírus afastado. Pode parecer cafona, mas o melhor conselho nessas horas é: Juízo!
Não é nada contra o sexo, mas é que ele pode e deve ser seguro e saudável! Caso você se sinta inseguro ou tenha dúvidas quanto a AIDS, DSTs em geral ou mesmo sobre seu corpo e sexualidade, não hesite em procurar um médico!

De resto, uma boa noite!
E para aqueles que vão responder ao “chamado dos hormônios”, não se esqueçam da camisinha!!!

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