Feeds:
Artigos
Comentários

Posts Tagged ‘mtv’

por Lígia Zampar

Depois do sucesso Gaiola das Cabeçudas, Marcelo Adnet fez um novo hit. Dessa vez, usando o forró e o twitter.

Para quem quiser ver o primeiro vídeo, em ritmo de funk e muita cultura, está ai! Ainda é meu preferido…

E pra quem está em ritmo de twitter,

Tem que “twitta”!

Read Full Post »

O Humor desta quinta tem música. Umas três. Todas para rir (inclusive de “nós mesmos”).

Versão para o clássico “Trololó” no Rockband.

Sertanejo para universitários (direto do comédia MTV)

E uma música pra você, que anda com a auto-estima em baixa, cante com a gente! “a uuuuuhmmm… ah ahahaha… a auuuuto-estimaaaaaa”

Read Full Post »

por Paola Moraes

Ontem, eu estava passeando pelos canais da televisão aberta à procura de um programa legal para ouvir, enquanto escrevia uma matéria no computador. Eis que paro minha atenção ao início do programa “MTV Debate”. Pensei: “faz tempo que não vejo MTV Debate, vamos ver o que é hoje…”. A pergunta do programa era se as mulheres são objetos da mídia. Ok, uma discussão interessante. Decidi me ater ao canal.

Os convidados eram o diretor de arte da revista VIP, dois publicitários, uma psicóloga, o criador de um site chamado Antipropaganda e uma feminista. Claro, uma feminista. Quando as palavras mulher e objeto estão reunidas na mesma frase, sempre há uma feminista que levanta sua bandeira em prol dos seres oprimidos pela ditadura da beleza.

Vamos à discussão. Os tópicos de dicussão do programa foram os avisos de alteração digital, propostos por lei, em revistas e anúncios publicitários – as famosas “photoshopadas” em fotos – o crescente número de jovens com anorexia e bulimia, na tentativa de obter o corpo perfeito e a grande sexualização das mulheres para venda de carros, bebidas e todos os outros produtos que existem no mundo. Afinal, as mulheres são utilizadas até para vender cuecas.

A discussão ia muito bem até a feminista abrir a boca para dar argumentos rasos e universalistas. Segundo a entrevistada, nós, mulheres, somos forçadas pela mídia a sermos objetos. Não temos poder de escolha. Se a mídia põe a Mulher Melancia na capa da Playboy, então não nos resta outra escolha a não ser comer até que nossa bunda fique do tamanho da Europa – e com o relevo apresentado após a 2ª Guerra Mundial – para sermos desejadas pelos homens.

A querida ainda citou: “Quando mulheres são estupradas em baladas e vão prestar denuncia na delegacia, o delegado ou delegada olha para ela e diz ‘Mas também, olha sua roupa. Será que você não colaborou para que isso acontecesse? ’”. E ela completa: “A culpa não é da mulher estuprada, é da moda que dita as roupas que essa mulher deve usar”. Menos, né?! A culpa é do demente sexual que a estuprou! Ponto negativo para ela e para os supostos delegados. Porém, se formos além nesse argumento, será que Coco Channel defende micro-saias e decotes profundos? Acho que não. Há moda para todos os gostos. Você compra uma roupa, porque quer. Nenhum estilista lhe ameaça com uma tesoura no caixa da loja.

Mas a gota d’água, que me fez protestar no site do programa e mudar de canal foi a seguinte fala: “Hoje, você é obrigada a imprimir seios grandes. Não se encontra sutiãs em lojas que venham sem bolha ou bojo.”. Um entrevistado rebateu: “Como não?!”. Ela seguiu: “Cara, eu não acho!”. È… VOCÊ não acha. Às vezes, percebo que o feminismo é confundido com falta de feminilidade. Se você não quer ficar feminina e valorizar os seios, típicos de nosso gênero, então seja prática como um homem e vá a uma loja que tenha o sutiã que você quer. Qualquer lojinha de roupa intíma possui aqueles “sutiãs-de-vó”: beges, sem meia-taça, sem bojo e sem bolha – vulgo enchimento. Apenas um pedaço de tecido que reveste a parte íntima, como uma calcinha.

Uma vez, um garoto, pelo qual possuo grande afeição, me disse que odiava pessoas que levantavam bandeiras por seus ideais. Na hora, achei uma colocação acomodada. Todavia, acredito que, ultimamente, tenho entendido o que ele quis dizer. É ser contra pessoas radicais em suas colocações. Você pode lutar pela igualdade de direitos entre homens e mulheres, mas mulheres usam sutiãs e homens usam cuecas. Teorias frankfurtianas aplicadas às mulheres são simplistas demais. Se ser um objeto da mídia é algo tão ruim para o gênero feminino, por que, todos os dias, milhares de garotas se matam para ser o objeto da vez?

Tanto faz a reposta dada à pergunta do debate. Importo-me com bons argumentos de ambos os lados. Programas como esses são feitos para que você reflita e cresça com a munição de colocações opositoras. Não para se pasmar com argumentos prontos e fracos. Sou a favor do movimento feminista, mas, ontem à noite, ficou a desejar.

Read Full Post »