Feeds:
Artigos
Comentários

Posts Tagged ‘mulher’

Assim que fui agredida liguei para a polícia, pois o cara continuou andando tranquilamente. A atendente falou que ia averiguar, mas demorou dez minutos e nenhum carro policial chegou. Retornei a ligar para o 190 da PM e outra atendente disse que não poderia fazer nada, pois a polícia tinha outras ocorrências para atender. Então, quer dizer que ser agredida no centro não é grave?”

Uma jovem de 23 anos que foi agredida quinta-feira (3) entre a Av. Higienópolis e a JK

Read Full Post »

por Leonardo Caruso

 

Disseminada no mundo por marinheiros e muito comum no braço de astros de rock, a tatuagem tem sua origem em cada canto do planeta, uma vez que pesquisas indicam a presença da arte de desenhar/marcar a pele nas mais diferentes culturas e épocas, incluindo os egípcios e povos indígenas.

Na cultura ocidental, durante muito tempo, a tatuagem demonstrou marginalidade e apenas aquelas que não eram tidas como pessoas de bem é que as possuíam. Isso pode estar ligado à classe que deu impulso e ajudou a espalhar a técnica pelo mundo: os marinheiros.

Mas o cenário em que vivemos atualmente nos mostra um maior aceitamento das pessoas em relação à arte. E essa é, para Alessandro Stratico Cardozo, conhecido como “Ratto” e dono da loja Ratto Tattoo Clinic, a principal mudança de pensamento de quando a tatuagem era tida como cultura marginal para os dias atuais. “Mudou-se a concepção de tatuagem. As pessoas agora enxergam os desenhos como arte”, diz Ratto.

(mais…)

Read Full Post »

por Leonardo Caruso, vulgo Pelúcia

Neste blog já tivemos crônica sobre idosos, sobre o sentido da vida, sobre encontros e desencontros. Você já deve ter se deparado por aqui com textos que falam sobre a gripe, sobre as mulheres (no sentido sentimental e também naquele que causa rombo no cartão de crédito do pai, marido, namorado, etc).

Tivemos a crônica como crônica e até um enigmático vestido rondando o ambiente. Com todo respeito aos meus colegas, nenhum desses temas é realmente impactante. Na verdade, falta um equilíbrio, falta um assunto que me deixe nervoso, que me deixe estressado, que me dê calor, que suje a minha casa.

Preciso falar de algo que os homens devem ter, mas não muito grande (as pessoas do sexo feminino não gostam muito), e que as mulheres não devem ter. Algo que deveria crescer só no inverno, mas que incomoda em todas as estações. Preciso falar de algo que demonstra a presença de testosterona, mas que pode ser nojento. Preciso falar de PÊLOS! Isso mesmo, pêlos.

Tá, eu sei que é algo normal em qualquer homem, e até mesmo em algumas mulheres (garotas, por favor, depilem-se!), mas o problema é o excesso de pêlos, e pêlos estilo Wolverine: quando você acha que deu um jeito neles, eles crescem novamente, mais forte e com mais raiva! No meu caso, eu não tenho muito problema com a aparência (tirando meus pés de Hobbit). Mas é que incomoda sabe. Esse verão, esse calor, esses pêlos. O detalhe, é que eles caem, e daria pra fazer uma peruca, tamanha é a quantidade de “cabelinhos” que minha perna libera… Isso faz uma sujeira!

Se algum dia, eu for estudado por algum geólogo ou afim, não serei analisado pelas minhas pegadas ou pelos “utensílios” que criei, serei estudado pelos meus pêlos. E haja pêlos. Nunca vi tantos pêlos. Pêlos, pêlos, pêlos. Vocês podem se perguntar “mas por que tanto repúdio aos pêlos, é só passar uma maquininha”. Eu vou concordar com você, que é “só passar uma maquininha”, mas sabe quanto tempo dura a bateria de uma “maquininha”? Quer chutar? Um quinto de perna! Isso mesmo, 1/5 de perna, o que equivale aos pêlos que se localizam à frente da canela direita. Se a bateria demora 8 horas pra recarregar, digamos que consegui raspar… até o joelho antes de ir pra Metamorfose (festa a fantasia). Talvez tenha sido os pêlos que fizeram as pessoas confundirem a “Miss Uniban” com a Xuxa!
Se não fossem os “pelinhos” em quantidade elevada, eu talvez não tivesse sido “batizado” de Pelúcia, aqui na faculdade.

Pêlos… você poderia ter me dado um gen menos peludo, hein Carusão!?

Read Full Post »

por Leonardo Caruso

Mulheres da(s) minha(nossas) vida(s).

Você é casado? Comprometido? Tem alguma amiga que está sempre te apoiando? Ou você é daqueles machistas que pensam que mulher é só pra servir o homem?  Pare e pense! Olhe pra sua mãe. Diga o que você sente por ela! É incrível quando passamos a perceber que não existe o sexo frágil. Quando se é criança, a força da mulher nos passa tão despercebida. É apenas a mãe, a colega, a ajudante do lar. Talvez comecemos a mudar nossa idéia de garotas quando estamos virando “hominhos”. Elas nos parecem interessantes e intrigantes. O que se esconde por trás de toda aquela inocência? E começamos a nos arriscar. E conhecemos a mulher como homens. E amadurecemos. Do tempo em que as meninas brincavam de boneca e os meninos de lutinha, agora a esposa divide as responsabilidades, a mãe conta historias de quando você era um “pentelhinho” e ela tinha que dividir a atenção entre a casa, o trabalho e o pequeno “arteiro”. A amizade vira um convite: quer ser padrinho da minha filha? Do tempo em que não entendíamos o que ser mulher significava – para nós homens – até os dias em que dividimos com elas a mesma cama, escuta-se o velho discurso do papel delas na sociedade: servir. E para aqueles que assim pensam, devem ser extremamente inseguros de si. Devem ter medo de se tornar o próprio sexo frágil. Não consigo imaginar uma vida sem essas “ladies”. E a mudança de pensamento não está no fato delas terem queimado sutiãs, ou fazerem qualquer tipo campanha feminista. Aliás, sou contra esse tipo de pensamento limitado, que pouco difere do machismo. A diferença está na capacidade delas se sentirem e serem livres pra viver a vida, como qualquer pessoa. Trabalhar, estudar, sair, namorar, beijar, rir e chorar. Viver a vida! E como seria nossas vidas se não existisse uma mãe batalhadora que driblou as dificuldades para ver o filho se tornar um homem de caráter; uma amiga que te dá forças, que te apóia e te incentiva, uma pessoa que esquece seus próprios problemas pra te escutar e te dizer pra não desistir; uma namorada, ou esposa, ou simplesmente aquela pessoa que enxerga algo de especial em você, alguém que te dá as mãos e caminha com você, aonde a vida levar. Não existe o sexo frágil. As mulheres são tão capazes quanto qualquer pessoa. Aliás, são mais capazes e dedicadas que muitos “machões”. Mas como homem, eu vou ter que concordar com a máxima: “eita bixo complicado”!

Read Full Post »

« Newer Posts