Feeds:
Artigos
Comentários

Posts Tagged ‘mulheres’

Por Fernanda Cavassana

Até sábado (25/09), você tem a oportunidade de conhecer o trabalho do novo talento londrinense:  Leto Willian. Com a sua exposição “Mulheres em curvas e cores“,  o artista traz ao público suas obras, inspiradas nas mulheres e sua interpretação do mundo feminino.  A exposição estará aberta das 8h às 22h na Biblioteca Central da UEL.

Leto William é menor aprendiz na UEL. Ele sempre apreciou a arte contemporânea, e mesmo sem ter feito um curso específico na área, lia e pesquisava sobre o tema, artistas e tendências. Começou sua paixão usando as tintas de tecido da mãe em telas e hoje reproduz seus sentimentos com tinta a óleo.

Nossa editora, Lígia Zampar, compareceu a abertura do exposição e aprovou o talento do amigo, incentivando-o a continuar com o trabalho.

Serviço:

Exposição Mulheres em curvas e cores

Data: 20 a 25 de setembro de 2010

Horário: 8h às 22h

Local: Biblioteca Central da UEL

Valor: entrada franca

Anúncios

Read Full Post »

por Vitor Oshiro

Está rolando na net um vídeo de pancadaria gravado de madrugada no Terminal de Londrina. Queria ver o Rocky Balboa no ringue contra a garota. Seria a surra do século no Garanhão Italiano.

A pergunta que os internautas fizeram e que repito aqui é “Cadê as autoridades??”

Read Full Post »

por Leonardo Caruso

Atingir o famoso ponto G pode ser mais difícil do que pensávamos.  Um estudo do King’s College, de Londres, conclui que o tal ponto, responsável por elevados níveis de excitação sexual e orgasmos, pode não existir. Um estudo com 1.804 mulheres não encontrou provas da existência dessa zona, supostamente erógena. Os pesquisadores esperavam que aquelas mulheres que afirmaram ter o ponto G também tivessem irmãs com tal característica, mas não foi encontrado nenhum padrão que confirmasse essa teoria.

Porém, a sexóloga Beverley Whipple, detentora de uma pesquisa pioneira no assunto, além de vários livros publicados, contesta a conclusão alcançada pelo grupo. Para ela, alguns fatores foram deixados de lado na pesquisa, como parceiros diferentes entre as irmãs e a não consideração da opinião de lésbicas e bissexuais.

Leia a matéria na íntegra.

Read Full Post »

por Lígia Zampar

Aprender que nós, seres humanos, temos algumas características em comum com o mundo animal não é novidade. Não sabemos ao certo quem imita quem, mas que isso acontece, acontece. E eu posso provar.

Quem já foi a uma liquidação em qualquer loja feminina, sabe do que estou falando. Mulheres não agüentam qualquer descontinho que isso já se transforma em motivo para ela comprar e para ela ter uma desculpa, caso sua consciência questione a verdadeira necessidade da compra.

Vi essa cena em uma liquidação de sapatos. Tudo bem que não era qualquer liquidação, nem qualquer sapato. Eram aqueles calçados que são um luxo e toda mulher deveria ter (pelo menos) um par (por coleção).

Pois bem. Eis que chego nessa loja e ela já estava cheia. Olhando os rostos das mulheres que estavam lá dava pra perceber a ansiedade e o desespero em comprar tudo o que não deveria se comprar de uma vez. Algumas tentam encaixar nos braços a maior quantidade de calçados que consegue. Outras gritam desesperadamente por uma atendente, perguntando se aquele sapato que está na mão (ou nos pés) da outra não tem no seu número.

É um ambiente hostil, selvagem e principalmente, competitivo. Nessa loja, as que conseguiam carregar mais sapatos, as que tinham mais voz pra gritar ou mais jeitinho para pegar o sapato que outra experimentava, saíam ganhando.

As mais fortes sobreviviam. Ou nesse caso, saiam mais felizes (melhor que antidepressivos ou doses de serotonina) e com bem menos dinheiro na conta.

Mas a questão principal é que por um momento elas se tornam selvagens, talvez mais hostis que um animal caçando para o seu bando. E é nesse instante que acredito que mais nos encaixamos no mundo animal.

Nessas horas, o melhor é não deixar que nenhum homem nos veja. Saber esconder essas situações e as contas do cartão é fundamental para qualquer relacionamento. É também sempre bom deixar o homem pensar que ele é o caçador, o “macho alfa”, das nossas vidas.

Read Full Post »