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Posts Tagged ‘musica’

por Lígia Zampar

Por um momento você se perde. Não sabe mais quem você é ou o que você gosta. No seu pensamento estão coisas que parecem ser maiores ou mais importantes do que isso, como um trabalho que parece que vai definir sua vida.

Até que uma velha amiga e um novo conhecido te relembram o que você é, pensa, sente, gosta e quer.

Uma conversa no MSN consegue parar o que você estava fazendo com tanto afinco e te fazer repensar. Você se apresenta e espera que a pessoa te conte como ela veio parar entre os seus contatos. Eis que surge uma auto-análise.

“Gosto de ser independente, mas sou carente. Adoro dividir a cama com quem gosto e dormir de conchinha, mas gosto de ter meu espaço e meu colchão só pra mim. Sou tão orgulhosa que sou capaz de trocar um chuveiro sozinha só pra não pedir ajuda pra ninguém”.

Até tinha me esquecido disso tudo.

Onde entra a velha amiga na história?

Ela estava no MSN com uma música que nem lembrava como era. Mas me fez recordar velhos tempos. Só que agora, escutei a mesma música de outro jeito. Me fez abrir meus olhos para o que eu quero, o que sou e o que eu sinto.

Me senti ainda mais independente do que jamais fui. Pro bem e pro mal.

Every minute from this minute now
We can do what we like anywhere
I want so much to open your eyes
´Cause I need you to look into mine…

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por Leonardo Caruso

Sempre é tempo de recomendar música, mesmo já na madrugada de quarta.

Avenged Sevenfold nada mais é que uma mistura de Bad Relegion, Gun ‘n Roses, Metallica, Pantera e Dream Theater, feita com muita qualidade e de um jeito bem particular. A banda americana tem presença de palco e um estilo que alia hardcore, metal e pop/rock. Criada em Huntington Beach na Califórnia, o grupo lançou neste dia 27/07 seu mais recente álbum, Nightmare. É possível perceber a forte influências das bandas que citei, principalmente do Metallica na música Buried Alive, que combina solos suaves de duas guitarras, um refrão mais pesado e um final de música mais acelerado.

Infelizmente, o ex-baterista The Rev faleceu no final de 2009 por uma overdose causada por remédios para problemas cardíacos e consumo de bebida alcoólica. Para a bateria do novo álbum, foi convidado o grande ídolo de The Rev, Mike Portnoy, que acompanhará a banda na sua próxima turnê. Ao todo, a banda formada por Synyster Gates e Zacky Vegeance nas guitarras, Johnny Christ no baixo e Matt Shadows nos vocais, já lançou 5 álbuns (incluindo o Nightmare).

Vale a pena conferir o conteúdo destes caras, que conseguiram resgatar o  estilo Broadway de se fazer música e criar um videoclipe no melhor estido Tim Burton (apesar de bem mórbido). Quem quiser conhecer melhor o trabalho do Avenged Sevenfold, ou A7X como é conhecida pelos fãs, pode acessar o site oficial http://www.avengedsevenfold.com/

Curiosidade: apesar de não ser uma banda religiosa e aparentar justamente o contrário, o nome Avenged Sevenfold vem de um texto bíblico, o Gênises, no qual é contada a história de Cain e Abel. Manifestações políticas também estão presentes nas letras das músicas.

Para quem quer conhecer mais um pouco dos caras, aqui vai alguns vídeos.

Nightmare (do novo CD)

A little piece of heaven (inspirada na Broadway e Tim Burton)

Seize the day (mais calma e melodiosa)

Serviço
Artista: Avenged Sevenfold
Álbum: Nightmare
Estilo: Rock/Metal
Preço: US$ 12,99
Site:
iTunes

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Hoje recomendamos Karate para todo mundo. Mais que um esporte violento, mais que uma música do Babado Novo e Tenacious D, Karate é uma banda. O apelo musical deles é alto. Tida como uma banda americana de rock alternativo, Karate pode ter suas músicas caracterizadas como um blues que tende ao britsh rock com elementos pop. Apesar de muita gente não conhecer (inclusive eu, há pouco tempo), Karate é uma banda de 1993 que, infelizmente, já se desfez. Isso pelo fato de um dos integrantes ter desenvolvido problemas auditivos.

De acordo com a biografia da banda no site Last.fm, a biografia da banda é a seguinte:

• Karate (1996, Southern Records)
• In Place Of Real Insight (1997, Southern Records)
• The Bed is in the Ocean (1998, Southern Records)
• Unsolved (October 2000/March 2001, Southern Records)
• Some Boots (October 2002, Southern Records)
• Pockets (August 2004, Southern Records)
• 595 (October 2007, Southern Records)

Quem quiser curtir as influências do Jazz e pós-rock nessa banda de Boston, pode clicar no áudio abaixo. Como todas minhas últimas recomendações, Karate pode ter um conteúdo muito profundo e que nós leva a uma viagem dentro de nossos pensamentos.

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por Leonardo Caruso

Por motivos excepcionais, o recomendamos de hoje fica para amanhã.
Mas, como não somos de deixar você, leitor assíduo do blog, esperando (muito), decidi recomendar mais uma rede.
Agora vocês se perguntam, “qual a bendita rede da vez”?
Bom, é simples. É uma rede dedicada a músicos, DJs e artistas (ou fãs) do meio musical. Chama-se SoundCloud.

O grande diferencial do Soundcloud para outros sites que armazenam e distribuem músicas é que este permite que se acompanhe o desenrolar da música e anotações na parte do áudio que o ouvinte achar que convier, ou uma passagem muito boa ou um erro terrível do músico. Outro ponto positivo é a facilidade de se usar o sistema, juntamente com a rapidez de resposta e carregamento da página. Com uma internet de 1megabyte, é praticamente instantânea.

Além disso, essa rede permite “seguir” artistas, participar de grupos, favoritar músicas e pesquisar em todo o site por palavras-chave. Perfil público para dados e características do usuário também estão presentes. A interface simples e limpa é um fator positivo. Existem dois tipos de contas: as gratuitas e as “premium”, que são pagas e fornecem mais espaço e recursos.

Aqueles que se interessaram podem criar um login e senha no site http://soundcloud.com/ e desfrutar do som de artistas alternativos, mas com grande qualidade. Ou você pode divulgar suas próprias produções. Vale lembrar que o Soundcloud aceita arquivos AIFF, WAV, OGG, AAC, FLAC e MP3.

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Por Pedro Rosa

Vou cantar até você ouvir / Aquele verso que eu fiz para te ver sorrir / E dizer, talvez seja você, / Que me completa e me faz querer viver.

Começo meu post com esses singelos versos.

Gente, não entendo o que está acontecendo com essa criançada de hoje. Juro, alguma doença no ouvido (ou mental mesmo) está se espalhando entre os jovens de 12 a 16 (com casos retardatários, levando esse problema até os 21) para que eles consigam ouvir as músicas de hoje em dia. Quando eu era menor, não nego que as músicas eram ruins, por que o repertório dos anos 90 foi um POP fraco, com boy bands, girl bands (gay bands). Mas pelo menos era melhor que esse tal de Cine, NX Zero, e esse tal de Restart (que compuseram os versos logo acima).

Mas uma coisa eu me pergunto, o que é pior: a banda Restart, ou os fãs de Restart? Os caras estão fazendo o trabalho (muito mal feito  por sinal) de botar suas músicas nas paradas de sucesso. O pior são os fãs que ouvem isso e depois ficam bravos se tiram sarro deles.

Dêem uma olhada nesse vídeo e vocês entenderão. Só digo uma coisa: pura falta de sacanagem!

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por Lígia Zampar

Da Galileu

Quem assistia ao Ratimbum, e mais tarde ao Castelo Ratimbum, se lembra do quadro do tipo “Viu, como se faz!”. Perdida na internet, achei uma matéria interessante que explica como é feito o vinil. E tem até um pouco da história dele.

A seguir, uma versõa resumida.

Para ver a versão completa, aqui!

Primeiro, o áudio entregue pelo cliente é analisado pelo operador do corte de acetato, que verifica se atende aos princípios básicos para um corte sem distorções ou “pulos”. Alguns defeitos podem ser corrigidas por ele mesmo no momento do corte, outros não.

Depois, o operador do corte transfere o som de cada lado do disco, para um acetato de 14 polegadas. Após o corte, ainda verifica no microscópio – tão importante quanto a verificação auditiva – se os sulcos do disco estão preservados. Aprovado o corte, o acetato é imediatamente conduzido ao setor de galvanoplastia, para transformá-lo em matrizes de níquel para serem colocadas nas prensas.

Na galvanoplastia, os acetatos passam por vários processos até a superfície gravada ser coberta por um banho de prata – “um dos momentos mais bonitos em uma fábrica de discos”, acrescenta João Augusto. Em seguida, são colocados em um primeiro banho de sulfamato de níquel, que é chamado de “banho flash”.

(mais…)

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por Vitor Oshiro

Ontem, o LEC perdeu por 2 a 0 em casa (mais ou menos em casa, pois, o jogo foi em Paranavaí) para o Uberaba e foi desclassificado da Copa do Brasil.

Porém, os torcedores não precisam ficar tão tristes por dois motivos. O primeiro é que, caso o Tubarão se classificasse, iria pegar o Fluminense e poderia tomar de 10 igual o Naviraiense. O segundo motivo é a música de Ronaldo Sérgio da Costa em homenagem ao Tubarão que vi enquanto fuçava no orkut do torcedor fanático Auber Pereira. Como diria o grande poeta Pedro Bial, dá só uma espiadinha:

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