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Posts Tagged ‘Opinião’

Por Daniela Brisola

Bolsa Desejo

Bolsa é aquele acessório que a mulher carrega a sua vida dentro, é o desejo e a compulsão de muitas por aí, essencial para compor um look e a cada temporada surge um tipo para ser desejo mundial.
Essas bolsas desejos são aquelas que todo mundo quer ter, lojas saem imitando o modelo e em qualquer site de moda que você visite sempre tem algo falando sobre elas. Já tivemos a época da Chanel 2.55 que virou febre no mundo todo. Depois foi a vez das Balenciagas e das Goyards serem desejadas por todos.
Pois bem, a bolsa da vez atende pelo nome de uma apresentadora da MTV londrina, Alexa Chung, e é fabricada pela marca Mulberry. A ideia da bolsa surgiu depois que Alexa saiu por aí com uma bolsa carteiro masculina da marca. Vendo a influência que a apresentadora tem no mundo da moda (Alexa é considera um ícone para os fashionistas), a Mulberry resolveu fazer uma bolsa feminina no estilo da masculina e dar o nome de Alexa.

A bolsa não só virou desejo, como também fez a cor caramelo virar tendência forte entre os acessórios.
O único porém fica por conta do preço (695 libras, no Net-a-porter).
Mas, como toda bolsa desejo, marcas nacionais já começam a fazer as suas réplicas. A Arezzo promete trazer em sua próxima coleção essa bolsa aí de baixo:

Foto: Blog Futilish
Não achei informações sobre o preço, mas também não deve ser muito barata.
Com certeza outras marcas farão como a Arezzo e outras imitações virão.

*Daniela Brisola é estudante do terceiro ano de Jornalismo da UEL. Além da coluna “sou chique, benhê” ela assina o blog de moda Fútil&Útil

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Por Daniela Brisola

Pode ser florida, geográfica, de oncinha, qualquer jeito está valendo. As saias estampandas estão com tudo já faz um bom tempinho.
Começou com a onda das saias floridas lá no comecinho do ano, depois as estampas foram se diversificando e ganhando adeptas.
Confira abaixo uma seleção de saias estampadas:

O desfile de Marc by Marc Jacobs – Primavera 2010 veio cheio de saias estampadinhas.

Quer saber como usar?!

As famosas que já aderiram:

Seja misturando estampas, com blusinha lisa, no verão, no inverno, escolha a sua e use já.

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Por Beto Carlomagno

Kill Bill

Nesses últimos dias a nostalgia de alguns anos atrás tem tomado meu corpo, tenho tido vontade de rever alguns filmes que gosto muito e tenho ouvido músicas que marcaram alguns anos da minha adolescência e início da vida adulta. Por isso, na Sessão de Domingo dessa semana vou indicar um clássico recente na minha humilde opinião, o favorito desse que vos escreve, Kill Bill, do excelente Quentin Tarantino, meu diretor favorito.

Para começar, tenho que deixar claro, o filme na verdade são dois. Explico: ao início das filmagens os produtores notaram que o roteiro era maior que o esperado por eles e como nada poderia ficar de fora do filme resolveram dividi-lo em duas partes: Kill Bill Vol. 1 estreou em outubro de 2003 nos EUA e sua segunda parte – Kill Bill Vol. 2 – chegou aos cinemas norte americanos em abril de 2004, exatamente seis meses depois. Como Tarantino é sempre maltratado pelos cinemas brasileiros, só vimos a primeira parte por aqui em abril de 2004, com a segunda estreando em outubro do mesmo ano, mantendo os seis meses de intervalo entre um filme e outro.

A história de Kill Bill segue a vingança de uma mulher, conhecida no primeiro filme como A Noiva (Uma Thurman), machucada física e emocionalmente. Ela, uma assassina profissional, é traída pelos seus parceiros de crime, o grupo DiVAs (Deadly Viper Assassination Squad, ou em português, Esquadrão da Morte Víboras Mortais) e por seu chefe, mentor e grande paixão, Bill (David Carradine, ator que foi encontrado morto no ano passado em um quarto de hotel). No dia de seu casamento ela presencia a chacina de todos os seus convidados, de seu futuro marido, do pastor e até do músico, antes de ser espancada por seus ex-parceiros, tudo isso grávida claro, para em seguida levar uma bala na cabeça disparada pelo próprio Bill, enquanto ele diz um dos clássicos diálogos que só poderiam sair da cabeça de Tarantino, algo do tipo: “Você deve achar que sou sádico agora, mas te garanto que estou sendo masoquista”. Incrivelmente ela sobrevive e depois de quatro anos em coma ela acorda sedenta por vingança e decidi ir atrás de cada um dos participantes do ocorrido naquela capela no Texas.

Os eventos do filme são contados por meio de capítulos que não respeitam uma linearidade, mas, graças à destreza na direção de Tarantino, em nenhum momento sentimos qualquer furo na história, qualquer ponta desamarrada, ele vai e vem o tempo todo, sem estragar futuras surpresas ou revelar o que pretende. Tudo muito bem costurado com os diálogos primorosos habituais do diretor e cenas de ação incrivelmente bem realizadas, de uma veracidade e brutalidade que só Tarantino sabe fazer. Seus fãs, acostumados com suas maluquices visuais e seu apreço pela violência se sentirão em casa, mas o espectador desavisado, que pouco ou nada conhece do diretor pode sentir certa estranheza e até certo incômodo. Além do comum em sua obra, Tarantino apela para o exagero proposital como meio de criar visualmente uma homenagem aos seus estilos cinematográficos favoritos, como os filmes de artes marciais orientais, os westerns spaghettis, o trash e até os animes orientais – no meio do primeiro volume o diretor inseriu um anime que serve para explicar a origem de uma das assassinas do DiVAs, O-Ren Ishii, personagem de Lucy Liu). Some a tudo isso uma interpretação primorosa de Uma Thurman como A Noiva (The Bride), cujo nome verdadeiro só é revelado no segundo volume (se quiser descobrir, assista), David Carradine saindo do ostracismo para fazer o melhor papel de sua carreira desde a séria Kung Fu, e também seu último papel de destaque. Carradine inclusive protagoniza no segundo volume uma cena excelente em que cria toda uma metáfora envolvendo o Superman que é primorosa, cujo diálogo só poderia sair da cabeça de alguém como Tarantino.

Além disso, Tarantino cria pequenas pérolas em cenas que já entraram para a história do cinema – o enterro d’A Noiva viva, também no segundo volume, é de uma angústia antes nunca presenciada no cinema. Quem teve o privilégio de assistir ao filme no cinema como eu, entende o que digo. Nesse momento, a tela fica toda escura, o que faz com que a sala fique na penumbra, e o diretor se vale apenas do som da respiração para demonstrar o desespero daquela mulher que foi enterrada viva e deixada ali para morrer. Ainda temos a sensacional luta d’A Noiva com os 88 Crazies, os capangas de O-Ren Ishii, no volume um. Coreografada primorosamente pelo mesmo coreógrafo que cuidou das lutas de Matrix, mas aqui com uma veracidade e crueza típicas do diretor.  Quem também ressurge direto dos filmes B é Daryl Hannah. Sua personagem, Elle Driver, uma das assassinas do DiVAs, tem motivos a mais para querer acabar com A Noiva, e ela deixa isso bem claro desde sua primeira aparição na tela, tanto que o encontro das duas é um evento tão esperado no filme quanto o próprio embate entre A Noiva e Bill.

Bom, vou parar por aqui, porque se eu continuar, daqui a pouco estarei comentando cada cena, cada diálogo.  Só digo uma coisa, veja o filme, é sem dúvida uma obra-prima contemporânea e que merece ser visto e revisto.

Ah, os filmes ainda trazem uma incrível trilha sonora, marca registrada do diretor – destaque para a música “Baby Shot Me Down” de Nancy Sinatra, responsável por conduzir os créditos iniciais do filme.

*Beto Carlomagno é estudante do terceiro ano de Jornalismo da UEL. Além da coluna “Sessão de Domingo” ele assina o blog http://behindthescenes-takes.blogspot.com/

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Por Daniela Brisola

De um jeito diferente

Fuçar em blogs de moda, um passatempo que não fico um dia sem. Cada dia acho um novo que retrata a moda de um jeito diferente. Acho interessante saber como um tema pode ter tantas vertentes. Gosto mais dos nacionais, eles trazem uma moda mais pé no chão, mais acessível, mas também não deixo de me divertir com alguns internacionais. O blog Jak & Jil faz parte dos meus favoritos, mas quase nunca acesso. No entanto, toda vez que entro vejo cada coisa. O blog é voltado para o street style, o que as pessoas da alta sociedade européia e norte-americana usam pelas ruas. A criatividade dessas pessoas vai longe, viu. Dêem uma olhada:


Acreditem se quiser, esse povo sai às ruas com essas peças. Estilo. Entendo, mas qual o limite para o bom senso e o conforto?! Isso cada um responde para si mesmo.

*Daniela Brisola é estudante do terceiro ano de Jornalismo da UEL. Além da coluna “sou chique, benhê” ela assina o blog de moda Fútil&Útil

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Por Beto Carlomagno

True Blood

A Sessão de Domingo desse fim de semana vai sair um pouco das salas de cinema e levar você leitor para a sala da sua casa. Hoje vamos falar de True Blood, uma série americana, produzida pela HBO, que está entrando em sua terceira temporada. Quem acompanha o meu blog sabe o quanto eu falo dessa série e o quanto eu gosto dela.

True Blood se passa em um EUA ficcional, um pouco no futuro, em que vampiros existem e a sociedade sabe disso. Graças à criação de um sangue sintético feito por japoneses, o Tru Blood (sem o “e” no final mesmo), os vampiros puderam se “assumir” diante de toda a sociedade e tentam uma coexistência pacífica. A série acompanha a personagem Sookie Stackhouse (Anna Paquin, a vampira dos filmes X-Men), uma garçonete de um pequeno bar na cidade de Bon Temps, no estado da Louisiana, que acaba se apaixonando por um vampiro, Bill Compton (Stephen Moyer), o que causa a revolta de algumas pessoas, e no mínimo comentários, algo típico de cidades pequenas.

Além de ser uma garçonete, Sookie ainda tem poderes. Ela pode ouvir os pensamentos das pessoas, mas não de vampiros, mais um motivo pelo qual ela acaba se apaixonando por Bill, com ele, ela pode se sentir mais humana. A série ainda conta com excelentes personagens secundários. Temos Sam Merlotte (Sam Trammell), dono do bar em que Sookie trabalha, que esconde o fato de ser um transmorfo – ele pode se transformar em vários animais; Tara Thornton (Rutina Wesley), uma outra garçonete que começou como uma metralhadora de grandes frases e acabou se tornando uma personagem um pouco chata por volta da segunda temporada – mas nada que estrague a série; Lafayette Reynolds (Nelsan Ellis), cozinheiro do mesmo bar, gay, traficante de drogas, produtor de vídeos “sensuais” para a internet e divertidíssimo, responsável por comentários ácidos e cenas antológicas; e Jason Stackhouse (Ryan Kwanten), o irmão mais novo de Sookie e uma das pessoas mais burras que existem – suas cenas sempre são divertidas, sua burrice atinge níveis assustadores e é utilizada como crítica –, além de ser um dos maiores pegadores da série. Esses são alguns dos personagens que estão desde o início da série, que foi recebendo com o passar dos episódios novos personagens tão interessantes quanto, ou até mais. Um dos destaques é Eric Northman (Alexander Skarsgård), o xerife da Área 5 – cada área tem um vampiro xerife na série, responsável pelos vampiros de sua área – que é apaixonado por Sookie e é capaz de qualquer coisa para se aproximar dela.

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por Daniela Brisola

Fashion Rio

Terminou na última terça-feira (01/06) a edição RioVerão 2011 do Fashion . Repleta de desfiles lindos, a semana de moda mostrou o que será tendência na próxima estação. Confira:

  • COLORIDO NEUTRO

As grifes trouxeram para as passarelas muitas cores, mas ao contrário do verão passado agora elas não são mais neon. Destaque para os tons rosados.

  • ROMANTISMO

As cores neutras puxaram uma onda de romantismo, com muitas flores e laços.

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