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Por Beto Carlomagno

Um Sonho Possível (The Blind Side)

Está em cartaz nos cinemas em Londrina o filme que deu o primeiro Oscar à Sandra Bullock. Antes de qualquer coisa, vale a pena comentar sobre a volta da atriz ao sucesso. Depois de um período de filmes ruins e de escolhas que não a levaram ao topo das bilheterias, Sandra retomou o sucesso no ano passado, fazendo mais de 440 milhões de dólares apenas em solo norte americano (com A Proposta, Maluca Paixão – que fracassou, mas não abalou sua subida – e este Um Sonho Possível, a maior bilheteria de sua carreira).  Voltando ao filme, baseado em fatos reais, Um Sonho Possível conta a história de um adolescente negro, obeso e que vem de uma família problemática, Michael Oher, que tem a sua chance de sucesso ao ser adotado pela família da socialite Leigh Anne Tuohy (Sandra Bullock) e acaba se tornando um grande astro do futebol americano.
Não há muito que falar sobre o filme. Ele é mais uma das muitas histórias edificantes que tomam os cinemas de tempos em tempos e que ganham o público com seus personagens. Para mim, eles são a explicação para o sucesso comercial do filme que se tornou uma surpresa nas bilheterias do fim do ano passado nos EUA. Isso levou o filme a uma carreira de sucesso nas premiações de melhor atriz principal, com Sandra Bullock abocanhando a maioria dos prêmios nessa categoria. Sim, ela realmente apresenta uma interpretação consistente. Capricha no sotaque sulista, se mostra uma mulher forte, até meio durona, e mescla tudo isso com uma vulnerabilidade e compaixão que leva o espectador até a crer que ainda se pode acreditar no ser humano, que o altruísmo ainda existe.
Outra interpretação de destaque é a de Quinton Aaron que se encaixa perfeitamente no papel principal do grande homem com um coração maior ainda. Além disso, está sempre clara sua vida difícil por sua maneira fechada que demonstra um grande trauma da vida violenta pela qual ele sempre passou, mudando de lar em lar, com uma mãe drogada e sem mesmo se lembrar quem é seu pai. Não tem como não torcer por ele e para que no final tudo de certo.
Um dos problemas do filme para grande parte do público de fora dos EUA são os momentos ligados ao esporte. Durante as longas cenas de superação e de preparação para o esporte o filme se torna um pouco cansativo e chato. Para quem conhece o esporte e gosta, não será um problema.

*Beto Carlomagno é estudante do terceiro ano de Jornalismo da UEL e assina o blog Behind The Scenes.

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Por Fernanda Cavassana


Os filmes ‘Avatar’ e ‘Guerra ao terror’ lideram as indicações ao Oscar desse ano, com nove cada um. “Bastardos inglórios”, vem em segundo lugar, com oito.
Os indicados para a categoria melhor filme foram:

Avatar“, de James Cameron
Um sonho possível“, de John Lee Hancock
Distrito 9“, de Neill Blomkamp
Educação“, de Lone Scherfig
Guerra ao terror“, de Kathryn Bigleow
Bastardos inglórios“, de Quentin Tarantino
Preciosa“, de Lee Daniels
Um homem sério“, de Ethan e Joel Coen
Up – Altas aventuras“, de Pete Docter e Bob Peterson
Amor sem escalas“, de Jason Reitman

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por Vitor Oshiro

O filme Avatar vem fazendo um enorme sucesso. Recordes de bilheteria, prêmios, fãs desesperados, garotos que, inspirados no protagonista, desistem de fazer aquela operação para corrigir a “orelha de abano”, entre outros. Porém será que o filme é tão original quanto parece?

O blog Chongas apurou que não. Segundo o blog, Avatar não passa da versão azul de Pocahontas.

Pensem só, índios, chegam os americanos e tentam destruir tudo, tem um manda-chuva que é do mal. Os americanos constroem uma base para explorar a área com um material precioso para extração, porém, o mocinho se apaixona por uma índia. Ele vive com os índios, aprende os costumes e casa com ela contra a vontade do pai da garota. Os índios são atacados pelos americanos e ele ajuda os índios a ganharem a batalha.

Agora pintem os índios de azul, e pimba, temos Avatar.

Sem desmerecer o filme que é um marco da história do cinema, até que o Chongas tem certa razão. Reflita!

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