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Posts Tagged ‘policia’

Um homem foi baleado ontem, depois de ser assaltado, logo após descer de um coletivo na zona norte de Londrina, no Jardim Paulista. Adriano Barbosa Alves (32) foi obrigado a entregar todo o dinheiro e vários cartões de passes, que vendia no Terminal.

Durante o assalto, o ladrão disparou um tiro na cabeça da vítima. Apesar da fratura no crânio, a Adriano Alves sofreu apenas lesões leves e passa bem após ser socorrido pela equipe da Siate e ser encaminhado para a Santa Casa de Londrina.

Ontem também, na zona lesta da cidade, em um bar do Jardim Interlagos, um morador de rua foi espancado por quatro homens com tacos de sinuca. Moisés Souza de Bueno (47) conseguiu escapar da briga e procurar a viatura da Polícia Militar que rondava pelo bairro. Bueno sofreu diversas fraturas nas costelas e nos braços e foi encaminhado ao Hospital da Zona Sul de Londrina.

Nas duas ocorrências, a PM realizou patrulhamento nas ruas do bairro, mas não encontrou os responsáveis pelos crimes. Já na zona norte da cidade, a P2 (serviço de inteligência da PM) prisão de três homens acusados por tráfico de drogas na rua Barão do Jaraguá.

Foram presos Magani Alves Belima (33), Paulo Salomão Lopes (22), Gilberto Rado Júnior (32), com um quilo de crack, 23 gramas de cocaína e 30 gramas de maconha. Além de vários celulares, R$ 1,5 mil reais em notas e um carro que a polícia acredita ser roubado. Os acusados foram presos em flagrante por tráfico de drogas e encaminhados para a 10ª Subdivisão Policial de Londrina. (com informações do Bondenews)

 

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Imagine o que é uma mãe ver o filho sair e não voltar? Isso abala qualquer um. Não tem como não se comover com as famílias”

 Luis Carlos de Miranda, juiz da Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Território,  sobre a sua decisão de libertar o pedreiro Adimar Jesus, preso pelo estupro de duas crianças em 2005, que após ganhar liberdade confessou à polícia ter assassinado outros seis jovens de Luziânia (GO).

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Por Fernanda Cavassana

”Não afastamos a hipótese de que os responsáveis sejam moradores do próprio bairro”

(Tenente Ricardo Eguedis,  porta-voz da Polícia Militar em Londrina sobre o ônibus incendiado na madrugada de ontem no Jardim União da Vitória)

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por Vitor Oshiro

O homem suspeito é um animal. Tudo indica que matou o garoto sem demonstrar alguma piedade. A família inteira daquele que foi tirado chora, sofre, sofre e chora. Logo, o sofrimento toma conta daqueles que estão próximos. E tudo se transforma em um sentimento de vingança. Bom, vingança não. Vamos chamar de justiça, pois, parece mais politicamente correto.

Eles se dirigem para a delegacia onde o suspeito está sendo interrogado. Conforme o grupo anda, mais e mais pessoas padecem daquele inconformismo e vão implorar pela aclamada e camuflada “justiça”. O grupo se transforma em bando.

Protesto e mais protestos. Tudo começa com pedidos de punição. Um garoto mais exaltado solta a ideia de que o suspeito deveria encarar a população de frente. Logo, sua ideia parece ser o mais verdadeiro e incontestável dogma do cristianismo. Todos pensam assim também.

A polícia acaba ficando com mais medo daqueles que estão lá fora do que daquele que está lá dentro. Juras de punição caso o suspeito fosse condenado são mencionadas. Mas, ninguém mais pode ouvir. A justiça pela lei já não é o que eles querem.

Ao contrário da lógica, querem que ele seja solto. Não por acreditar em sua inocência, mas, por assumirem o posto de juízes e darem a sentença que acham ser a mais correta. Violência. Confusão. “Vamos linchar este monstro”.

A polícia que, inicialmente, deveria estar interrogando o homem, juntando as pistas e descobrindo a verdade, agora passa a proteger o suspeito. Proteger um culpado? Mas, quem afirmou que realmente ele é culpado? O povo. Julgando-se juízes de suas próprias consciências eles querem agora exercer o cargo de executor.

A justiça deixa cair sua máscara. Quer vingança. Pedras de um lado; bombas de fumaça de outro. Cadeiras de um lado; balas de borracha de outro. Carros queimados de um lado; spray de pimenta de outro. Estilhaços, sangue e gente ferida em ambos os lados.

O homem suspeito é um animal. Mas, afinal, todos somos animais.

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por Vitor Oshiro

O Portal Londrix noticiou que a polícia investiga um possível caso de pedofilia em Londrina.

A vítima seria uma garota de dois anos e a avó materna teria percebido o abuso quando dava banho na criança. O principal suspeito é o próprio pai da criança.

Como identificar as vítimas

Apesar da atuação da polícia ser essencial no combate à pedofilia, é necessário que as pessoas próximas às crianças estejam atentas aos sinais apresentados pelas vítimas. O site Todos contra a pedofilia disponibiliza uma cartilha que mostra as principais consequências em vítimas de abusos.

Segundo a cartilha, as crianças atacadas:

– se tornam retraídas,

– perdem a confiança no adulto,

– ficam aterrorizadas, deprimidas e confusas,

– sentem medo de serem castigadas,

– às vezes até sente vontade de morrer,

– perdem o amor próprio,

– têm queda no rendimento escolar,

– apresentam sexualidade não correspondente
à sua idade.

Para baixar a cartilha, clique AQUI.

Para ver a matéria sobre como identificar pedófilos na internete, clique AQUI.

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Passaram-se alguns minutos até Rogério se recuperar do susto. Sua cabeça estava à mil, sua ressaca moral também. Sabia que não poderia ter exagerado na vodka, a memória sempre some depois de algumas doses. Agora, forçava sua mente na tentativa de descobrir como a antiga cadeira de rodas da diretora Fabiane fora trazida até sua despensa.

Fabiane perdeu os movimentos das pernas em um acidente de carro há 10 anos. Mesmo com as dificuldades, não abandonou a carreira escolar, conseguindo até a promoção como diretora da escola em que dava aulas. No último semestre, com a troca para uma cadeira mais moderna, a diretora doou seu antigo aparelho para que Rogério o utilizasse em suas aulas de física. A gratidão de Rogério pela doação transformou-se em raiva quando, no outro mês, o valor da cadeira de rodas foi descontado de seu salário. Fabiane não era nada bondosa, e isso combinava mais com sua personalidade.

Apesar do esforço, a lembrança de como a cadeira viera parar ali não voltava à mente. Rogério decidiu ir à reunião, xingando a vodka no caminho, e criando suposições de como o aparelho foi retirado da escola durante a última noite.

Se havia uma coisa que o professor odiava mais que as músicas que seu vizinho ouvia, ela era a reunião bimestral com os pais de seus alunos. Sempre as mesmas perguntas, sempre as mesmas reclamações, e sempre a mesma tática de Rogério: concordar com os pais em tudo para que tomassem o mínimo de seu tempo. Ele nem prestava muita atenção no que lhe diziam. Naquela manhã, o esforço maior era em controlar a vontade de se jogar em cima da mesa e voltar a dormir. A ressaca parecia não querer ir embora.

Rogério estava quase cochilando enquanto a mãe de Jorge reclamava das más companhias do filho, quando uma pontada maior de dor de cabeça veio, e ao apoiar o rosto nas mãos, ele viu uma cena que se assemelhava com o último filme que assistira. Havia um monstro grande, que mastigava ferozmente espigas de milho enquanto cheirava fotos de um álbum sobre uma cadeira. No chão, havia sangue e algo se mexia e gemia próximo dali. Quando outra pontada de dor fez com que abrisse os olhos, Rogério pediu licença para a mãe e se retirou. A caminho do bebedouro reclamou novamente da vodca, que no momento parecia ser a responsável por lhe fornecer até alucinações.

Enquanto enrolava com quinto copo de água, o professor reparou que a diretora passeava pelo corredor. Para ele, Fabiane se assemelhava cada vez mais com um ET. Talvez no futuro, quando cansasse de pegar no pé de seus professores, a mulher tivesse sucesso em um circo ou um zoológico. Ao ver que ela se aproximava do canto em que estava, Rogério suspirou e decidiu voltar à sala de reuniões. Apesar da chatice de sempre com os pais, aquilo era facilmente suportável – e até agradável – quando comparado a qualquer segundo em companhia da diretora.

A reunião com os pais acabou mais cedo do que o costume. Alguns não compareceram por conhecerem a família de Marcelo e terem ido ao velório. Parecia que, finalmente, Rogério poderia dormir pelo resto do final de semana. No caminho de volta pra casa, procurou na sua mente algum aluno que poderia ter pregado uma peça levando a cadeira até sua casa na última noite. Mas logo seus pensamentos se dispersaram. Rogério viu, da esquina do quarteirão de cima, que havia duas viaturas de polícia paradas em frente a sua casa.

Continua…

Para ler a Introdução, clique aqui.

Este episódio foi escrito por Fernanda Cavassana e é o segundo de uma série que será publicada toda segunda-feira. Entenda aqui.

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por Vitor Oshiro

Está rolando na net um vídeo de pancadaria gravado de madrugada no Terminal de Londrina. Queria ver o Rocky Balboa no ringue contra a garota. Seria a surra do século no Garanhão Italiano.

A pergunta que os internautas fizeram e que repito aqui é “Cadê as autoridades??”

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