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Posts Tagged ‘quimio’

por Vitor Oshiro

Como diria minha vó, o caso do vídeo que anda circulando pela net com a denúncia de que a Unimed teria negado quimioterapia tem “dado pano pra manga”. Hoje, a autora do vídeo e da denúncia comentou neste blog e explicou melhor o que ocorreu. Confira abaixo.

“Hoje 01/12/09, tivemos uma primeira audiencia com o promotor. Unimed Londrina nao se dignou a mandar um representante, mandou um comunicado de que nao poderiam comparecer. Uma segunda audiencia foi marcada para a próxima semana.

Quanto ao meu caso, vamos esclarecer. Retirei um cancer de mama em maio, qdo tb foram retirados 7 linfonodos. O resultado da análise dos linfonodos foi negativa, o q significa que aparentemente nao há sinal de metástase, graças a Deus. Fiz 4 sessoes de quimio com um medicamento (AC) e qdo fomos iniciar as últimas 4 sessóes com o medicamento Taxane, a continuaçao do tratamento foi negada. De acordo com a bula do remédio, é indicado para casos de linfonodo positivo (cancer com metástase). Mas nao mencionam que nao poderia ser utilizado por pacientes com linfonodos negativos, para evitar reincidencia do cancer.

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Por Fernanda Cavassana

O Londripost entrou em contato com a Unimed Londrina para obter informações sobre o caso de Ana Maria Menezesque divulgou um vídeo no Youtube relatando a interrupção do seu tratamento.

Para privacidade da própria paciente, a assessoria de imprensa da Unimed Londrina preferiu não divulgar detalhes do diagnóstico. Mas afirmou que a paciente tem uma resposta formal da empresa que justifica a decisão de cancelar o pagamento da continuação do tratamento dela.

Segundo a comunicação da Unimed, a quimioterapia estava sim em continuidade e sua interrupção foi decidida seguindo um conjunto de regras, um plano baseado nas normas da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) que a empresa tem que seguir.

De acordo com empresa, no meio do tratamento de Ana Menezes, foi solicitado, por sua oncologista, um medicamento cuja bula teria a informação de que ele não é indicado para o caso da paciente. Sendo assim, continuar cobrindo a quimioterapia com esse remédio significa, para a Unimed, assumir a responsabilidade do tratamento fora das normas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitára) e da ANS.

A empresa ainda afirmou que a decisão foi tomada após um parecer técnico de oncologia.

Ao Londripost, a Unimed Londrina ainda disse que, pelo quadro que apresenta, entende que é um momento difícil, e de superação para a paciente. E que toda a pessoa tem o direito de tentar qualquer tratamento e medicamento, mas que a empresa não pode se responsabilizar por essa decisão. Portanto, o que foi determinado não tem relação ao valor do tratamento, mas sim ao plano de regras que a empresa segue.

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