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Posts Tagged ‘revista’

por Lígia Zampar

Divulgação

O site da revista britânica Empire divulgou esta semana sua lista com os 100 melhores filmes do cinema mundial. Em primeiro lugar, o japonês “Os Sete Samurais” (1954), dirigido por Akira Kurosawa. Em sétimo, o brasileiro “Cidade de Deus” (2002), de Fernando Meirelles. Não participam do ranking produções da Grã-Bretanha nem dos EUA.

Sobre por que “Cidade de Deus” merece estar entre os dez mais, o site afirma: “O retrato corajoso do lado sombrio da vida nas favelas do Rio de Janeiro chamou a atenção de todos, mas é a incrível naturalidade das atuações do grande e inexperiente elenco jovem que fez o filme ir além e deixou claro que este não é mais um festival de miséria.”

A única outra obra brasileira que figura na lista é “Central do Brasil” (1998), dirigida por Walter Salles — coproduzida em parceria com a França. Ficou em 57º.

Em 2008, “Cidade de Deus” havia aparecido em 177º lugar no ranking da Empire de 500 melhores filmes de todos os tempos, que inclui produções britânicas e americanas.

Será que só a falta de concorrência internacional foi responsável pela subida de 170 postos nessa nova lista? Ou o peso político que o Brasil vem ganhando no cenário global recentemente também influenciou a mudança?

Da Revista Monet

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por Lígia Zampar

Longe de ter expressa aqui, pelo menos neste momento, nossa opinião política, mostramos como políticos podem ser capas de revista. Seja Veja, Capricho…

E se você quer saber de onde ele tirou essa pose…

Do Não Salvo

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por Leonardo Caruso

O recomendamos de hoje tem Poder. E poder por Joyce Pascowitch, jornalista e empresária responsável pela Glamurama Editora, que criou uma revista para adentrar na vida dos poderosos, sejam eles da política, das artes, dos esportes ou do ramo que for. Completando dois anos agora em fevereiro, a revista tem por intuito mostrar quem são as pessoas tidas como importantes, o estilo de vida delas e o que pensam. De acordo com a diretora-geral, o que importa no novo veículo é o poder em todas as suas manifestações. Sarney e Caco Barcellos são figuras que já passaram pelo meio. Quem cobre a capa de fevereiro é o jogador do flamengo, Adriano.

A primeira vista pode parecer apenas uma revista de fofocas, mas ao virarmos as páginas, percebemos que Poder tem seu valor, não só por variar as figuras que aparecem em suas matérias, mas também ao conteúdo abrangente de cada entrevista. Claro que voltado para cada indivíduo lá entrevistado, mas um pouco mais completo que simples “conversa de cumadres”.

Porém, o item mais interessante e que mais me aproximou da revista é o fato de ela ser disponibilizada online. Ao acessarmos o site, podemos escolher a edição que desejamos ler, a forma como o conteúdo deve ser apresentado na tela e a forma de controlar a mudança das páginas. Podemos dar zoom e manusear as “folhas” como se fossem de uma revista impressa. A parte gráfica também me chamou atenção.

Aqueles interessados em conhecer a versão online da Poder podem acessar o site http://revistapoder.uol.com.br/. Já os interessados na versão impressa e formas de assinatura, podem entrar em contato pelo telefone (11)3061-9548ou pelo email assinaturas@glamurama.com.br

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por Vitor Oshiro

No fim do ano passado, o também integrante deste humilde blog, Leonardo Caruso, emprestou-me uma revista. Diferente de todas as outras que eu costumava ler, esta publicação logo me chamou a atenção. E o que era interessante? Tudo.

Estou falando da curiosa e divertida Mundo Estranho (ME). A revista, publicada pela editora Abril desde 2001, chama a atenção exatamente por trazer conteúdos únicos. É uma variedade de curiosidades científicas, culturais, históricas e até mesmo de banalidades.

A revista traz ciência, história e... futilidades

Em uma leitura descompromissada – pois, a revista propícia uma leitura leve e totalmente sem compromissos, a chamada “leitura de banheiro” -, você encontra desde uma coletânea sobre as piores maldições do mundo até o modo como é feita uma prancha de surf. A impressão é de que as reuniões de pauta da equipe responsável pela ME pensam naquilo que é incoerente de publicar em uma revista e tentam fazê-lo. E realmente acaba fazendo de modo bastante competente.

A parte visual merece um parágrafo à parte. A publicação usa e abusa dos infográficos. Apesar de, em um primeiro momento, as páginas parecerem “poluídas”, com um olhar mais atento, você percebe que as ilustrações são bem feitas, cômicas e até mesmo completam a informação dada na matéria. E tudo é sempre colorido e coerente.

Não que eu não soubesse da existência da ME, mas, o fato é que nunca tive a curiosidade de abrir sequer para folhear. Acho que por puro preconceito bobo de achar que somente havia futilidades na publicação. Porém, hoje, virei fã da revista, mais que recomendo por ver nela um “novo” (entenda aqui “novo” por “pouco usual”) modelo informativo e, se você quiser saber como um encantador de serpentes faz seu truque, é só ler a ME ou dar uma perguntadinha para mim! 😉

Serviço

Revista Mundo Estranho

Editora Abril

Preço: R$ 8,95

http://mundoestranho.abril.com.br/

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por Leonardo Caruso

Meus hábitos de leitura estavam muito ruins, tanto para livros quanto para material didático. Eu, que sempre gostei de ler, que devorei 4 livros do Harry Potter em 5 dias, que adoro romances enormes e extremamente detalhados (como Senhor dos Anéis). Pra ser sincero, eu gosto de um cara chamado Guimarães Rosa, tido como um cara difícil de ler por causa de seus neologismos. E toda essa introdução é só pra dar uma base para o que realmente essa crônica quer: discutir como e quando lemos.

Como eu disse, estava meio distante dos livros e revistas, mas nunca deixei completamente. Não por um único motivo, um único cômodo na casa que não nos permite que entremos sem levar uma revista ou um livro. O banheiro. Lá vem o Leo com esses assuntos estranhos dele. Mas na verdade não é tããão estranho assim. É que desse retorno à literatura, um hábito nunca esteve ausente, a boa e velha leitura de banheiro.

Seja uma revista, seja um capitulo de livro, mas, raramente, a gente consegue se sentir a vontade sem ter algo pra ler. E acredito que isso deva acontecer a todas as pessoas “normais”. Pelo menos as que conheço confessam que possuem esse mesmo hábito. É no instante em que estamos no trono, lendo as páginas amarelas ou aquela coluna do jornal que gostamos que a imaginação flui, viramos leitores profissionais.

É tão estranho quando não tem um revisteiro a nos dar escolhas: Folha, JL, Istoé, Veja, Caras. Tá, Caras é mais de consultório, mas, em famílias que assinam revistas assim, elas sempre vão parar no revisteiro do banheiro. Talvez, quem sabe um dia, os cientistas descubram porque ler no banheiro é tão… único! E foi durante uma dessas minhas leituras, em um desses meus momentos intelectuais, que surgiu a idéia dessa crônica. Eu me pergunto, “será que tem alguém que é diferente”? Bom, eu tenho um revisteiro cheio aqui para quem precisar!

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