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Posts Tagged ‘ruim’

Quase todo mundo tem os pais como exemplos.  Família, grandes amigos… pessoas com uma história de superação bonita. Tenho exemplos para tudo que faço. Bons e maus.

O que é exemplo pra mim, pode não ser para você. Isso vai da cultura, criação, personalidade e preferência de cada um.

Temos exemplos de viva. Exemplos de pessoas boas, e de más. Além daquelas que só se fingem boas.

Como o Ronaldo pode ser exemplo de superação, ele também pode servexemplo de alguém que está velho e gordo demais para se consider craque.

O Londripost pode ser exemplo de um blog formado por estudantes de jornalismo;  um exemplo do TCC do Vitor; ou um exemplo de páginas que acabamos por visitar porque clicamos no link divulgado por aí.

O Brasil é exemplo! Exemplo de um país em desenvolvimento, exemplo de uma nação democrática. E é exemplo como referência para o futebol e outros fatores culturais. ..  O Brasil é exemplo político também, vai. Em vários sentidos , por sinal.

A aprovação do “Ficha Limpa” é exemplo de esperança para nós. É como um exemplo de que ainda dá para acreditar na política correta, realmente LIMPA. A proposta de recesso do senado durante a copa é exemplo de vergonha. O Ficha Limpa pode até selecionar, futuramente, melhor os nossos governantes. Mas,  são propostas como o exemplo da copa que podem mudar os exemplos dados.   E o país, nessa área, possui muitos exemplos – para mim, ruins. Vai do gosto de cada um, daí.

Esse texto é exemplo de como eu sempre deixo tudo pra última hora. Ou até mesmo um exemplo dentro dele próprio. Mas também pode ser exemplo de um post, uma crônica ou exemplo de como escrevo.  Melhor, exemplo de como não sirvo de exemplo.

Exemplos: cada um escolhe e segue o que melhor lhe convém.

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  Por Fernanda Cavassana

Não que alguém vá passar fome se só puder comer o que ela cozinhar, isso também já seria exagero. Mas é que minha avó é prendada demais, tem aqueles vários cadernos e livros de receitas, tem segredos próprios, tem a manha. Assim, não dá pra comparar.

Acho que o fato de minha mãe não ter tanta intimidade com o fogão é conseqüência. Ela nunca foi obrigada a cozinhar, sabe o básico. Já minha avó, não. Com dez anos de idade, já estava à beira do fogão mexendo as panelas, cuidando da irmã mais nova enquanto sua mãe ajudava o pai na roça. Desde novinha, sempre ali, fazendo o almoço e/ou janta da casa. E ainda continua assim. É a cozinheira da casa, e mora com minha mãe.

 Há aqueles que tem talento, há sim as escolas e cursos de gastronomia, o que não podemos afirmar é que o “dom” para cozinhar é fator genético. As técnicas culinárias fabulosas de minha avó não chegaram a minha mãe, nem a mim, por meio do sangue. O que eu sei, é que só uma coisa é certa: para se tornar bom de fogão, a prática é necessária. Prática: o que minha avó tem de sobra, e o que mais falta à minha mãe.

Eu, iniciando meu terceiro ano longe da casa dos meus pais, já tenho mais tempo de independência culinária no fogão que dona Regina, minha mãe. Mas graças ao Restaurante Universitário – RU (para aqueles que fizeram careta ao ler isso: sim, gosto de lá e como no local diariamente), a comodidade me afasta da ação de cozinhar. Portanto, se não sou boa de cozinha – como mamãe, é porque tenho melhores opções. 

Frito ovos, faço macarrão, bifes e alguns pedaços de frango. Bolos, eu acerto os bolos! E, de vez em quando, acerto – ou quase isso – o arroz. Não passo fome sozinha, e ainda há os (meus amados) miojos! Tudo que fui aprendendo sozinha (me deixa ter orgulho disso?).

 Agora, estou aqui, no meu apartamento universitário sozinha, um mês antes das aulas começarem na UEL. Tendo que comer meus ‘variados’ pratos, e até que estou indo bem. Tirando lógico, o arroz abandonado no prato ao lado, que me encara. Ele é feio, seco, meio queimado, não me saiu um bom resultado no almoço de hoje. Vai, admito, estou com muitas saudades do RU! Aliás, estou morrendo de saudades até da comidinha da minha mamãe.

 Obs: como eu sei que a senhora Regina lê o blog, já peço que não fique chateada por te expor assim!
 Obs 2: A lasanha da minha mãe é uma exceção. Se forem convidados algum dia a prová-la, não levem esse texto tão a sério. É maravilhosa!

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