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por Lígia Zampar

 Saindo do Recomendamos de Gastronomia e continuando com o de Televisão, hoje recomendo o seriado Leverage, uma série da TNT que começou em dezembro de 2008.

Leverage

Leverage conta com um time de cinco ladrões que usam todo o conhecimento que têm em grandes roubos individuais para corrigir injustiças sofridas por cidadãos que não conseguem se defender sozinhos.

Encabeçando o grupo de trapaceiros que aplica golpes em grandes corporações está Nathan Ford. Após ter perdido seu filho, ele é convencido a participar do grande golpe, com a promessa de se vingar de sua antiga companhia de seguros. Juntam-se a ele Sophie Devereaux, uma trapaceira que usa seus dotes artísticos para conseguir o que quer; Eliot Spencer, um “especialista em recuperações” com incríveis habilidades de luta; Alec Hardison, um mago da tecnologia e equipamentos que mantém a equipe conectada; e Parker, uma ladra excêntrica que adora saltar de prédios ou se meter em lugares apertados.

Juntos, estes golpistas aplicam sua energia, seu raciocínio rápido e mente afiada em episódios com suspense, ação, trama inteligente e comédia.

A atuação da atriz Beth Riesgraf é um show a parte. A sua personagem Parker tem uma personalidade, no mínimo, excêntrica e é para mim, a melhor do grupo.

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por Lígia Zampar

Quem é fã dos livros de Sherlock Holmes, de Sir Arthur Conan Doyle, e assistiu ao filme lançado em 2009 com certeza se decepcionou. Longe daquele homem que consegue resolver mistérios sem sair da sua casa, o longa-metragem coloca ação em todo movimento de Holmes, deixando o seu raciocínio em segundo plano.

Uma nova série da BBC, Sherlock, vem pra mostrar porque Holmes é amado e odiado ao mesmo tempo por seus leitores e agora, telespectadores. Famoso por utilizar métodos científicos e lógica dedutiva, muitas vezes ele se entusiasma com o mistério e esquece que existem vidas em jogo, e por isso parece não ter emoções.

Até agora foi lançada a primeira temporada com três episódios, de 90 minutos cada. O tempo é suficiente para desenrolar um bom enigma e chegar a um desfecho. Os primeiros programas registraram média de 7,3 milhões de espectadores na Grã Bretanha, o que confirmou a realização da segunda temporada, ainda sem número certo de episódios.

A série conta com o ator Benedict Cumberbatch no papel de Sherlock Holmes, além de Martin Freeman, que dá vida ao fiel escudeiro Watson.

Ao contrário da obra literária, onde Holmes vivia na era vitoriana, o seriado mostra o detetive no século XXI: um homem conectado à internet e viciado em SMS. O que torna a adaptação ainda mais irrestível é a capacidade de trazer um personagem de 1887 para o dia de hoje sem perder seu charme, inteligência e, às vezes, arrogância.

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Por Beto Carlomagno

True Blood

A Sessão de Domingo desse fim de semana vai sair um pouco das salas de cinema e levar você leitor para a sala da sua casa. Hoje vamos falar de True Blood, uma série americana, produzida pela HBO, que está entrando em sua terceira temporada. Quem acompanha o meu blog sabe o quanto eu falo dessa série e o quanto eu gosto dela.

True Blood se passa em um EUA ficcional, um pouco no futuro, em que vampiros existem e a sociedade sabe disso. Graças à criação de um sangue sintético feito por japoneses, o Tru Blood (sem o “e” no final mesmo), os vampiros puderam se “assumir” diante de toda a sociedade e tentam uma coexistência pacífica. A série acompanha a personagem Sookie Stackhouse (Anna Paquin, a vampira dos filmes X-Men), uma garçonete de um pequeno bar na cidade de Bon Temps, no estado da Louisiana, que acaba se apaixonando por um vampiro, Bill Compton (Stephen Moyer), o que causa a revolta de algumas pessoas, e no mínimo comentários, algo típico de cidades pequenas.

Além de ser uma garçonete, Sookie ainda tem poderes. Ela pode ouvir os pensamentos das pessoas, mas não de vampiros, mais um motivo pelo qual ela acaba se apaixonando por Bill, com ele, ela pode se sentir mais humana. A série ainda conta com excelentes personagens secundários. Temos Sam Merlotte (Sam Trammell), dono do bar em que Sookie trabalha, que esconde o fato de ser um transmorfo – ele pode se transformar em vários animais; Tara Thornton (Rutina Wesley), uma outra garçonete que começou como uma metralhadora de grandes frases e acabou se tornando uma personagem um pouco chata por volta da segunda temporada – mas nada que estrague a série; Lafayette Reynolds (Nelsan Ellis), cozinheiro do mesmo bar, gay, traficante de drogas, produtor de vídeos “sensuais” para a internet e divertidíssimo, responsável por comentários ácidos e cenas antológicas; e Jason Stackhouse (Ryan Kwanten), o irmão mais novo de Sookie e uma das pessoas mais burras que existem – suas cenas sempre são divertidas, sua burrice atinge níveis assustadores e é utilizada como crítica –, além de ser um dos maiores pegadores da série. Esses são alguns dos personagens que estão desde o início da série, que foi recebendo com o passar dos episódios novos personagens tão interessantes quanto, ou até mais. Um dos destaques é Eric Northman (Alexander Skarsgård), o xerife da Área 5 – cada área tem um vampiro xerife na série, responsável pelos vampiros de sua área – que é apaixonado por Sookie e é capaz de qualquer coisa para se aproximar dela.

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Por Vitor Oshiro


Quem é fã de literatura ou já prestou vestibular conhece a excelente obra “O Cortiço”, de Aluísio Azevedo. E, assim como a fama da obra, há uma peculiaridade na narrativa que é de senso comum: o protagonista não é um homem ou uma mulher, ele se configura como o próprio cortiço.

Para mim, a série Lost pode ser entendida como uma evolução da obra de Azevedo. Digo isso pois a série também traz um lugar como personagem principal – a ilha -, porém, consegue que os personagens secundários nos encante. É impossível pensar em alguém que acompanhou os seis anos misteriosos da narrativa criada por Carlton Cuse e Damon Lindelof e vai esquecer esses personagens secundários. Ao contrário de “O Cortiço”, que nos deixa apenas com algumas histórias inusitadas na lembrança.

Mas, as comparações entre as duas obras param por aqui. Aliás, essa comparação é sem sentido por se tratarem de épocas e, principalmente, propostas diferentes. Lost não parecia ter a pretensão de se tornar o que se tornou. O objetivo era ser uma das mais famosas e assistidas séries de televisão. Conseguiu isso e muito mais além. Ela se tornou um marco pela interatividade e pelo grau de paixão que criou com os fãs.

E, assim como a série cresceu, as personagens também mudavam. Todas passaram por períodos de rejeição, amor, idolatria, indiferença pelo público. Mas, afinal, o que é ser humano? Não é passar por rejeição, amor, idolatria, indiferença e todos os outros sentimentos? Sim, Lost explorou isso e nos fez sentir que aqueles personagens eram humanos de um modo muito maior do que as “histórias baseadas em fatos reais” espalhadas por aí. Parece ridículo dizer que uma histórica tão fictícia possa ser tão real, porém, Lost atingiu este paradoxo de uma forma quase que perfeita.

E seu último episódio, exibido nos EUA domingo (23/05), veio a coroar tudo isso. Se sua vontade era ter todas as respostas mastigadas, fique com as novelas da Rede Globo. O fim de Lost trouxe uma carga emotiva impactante e nos deixou com uma sensação estranha de dar mais valor às perguntas do que às respostas. Um desfecho enigmático e coerente com o que foi toda a história.

Porém, o fato de algumas explicações terem ficado pendentes é o que torna a série imortal. O último episódio foi ontem, entretanto a série continua nos fóruns espalhados pela internet e, principalmente, na cabeça de cada fã, que bola hipóteses e teorias que vão das mais científicas às mais espirituais possíveis.

Científico e Espiritual. Esse foi apenas um dos dualismos que a série apresentou. Um balaio de sociologia, filosofia, lendas, física, matemática, entre outras. Lost não pode ser vista como uma série famosa, mas como uma revolução no modo de contar uma história. E, mais uma vez ressalto: uma revolução com rostos marcantes, afinal, que irá esquecer o jeito coerente de Jack, a fé de Locke, a redenção de Sayd, a simpatia de Desmond, as “sardinhas” de Kate, o ar de “anti-herói” de Sawyer, a generosidade de Hugo, a complexidade de Ben e muitas outras personagens que, mesmo entrando em nossas vidas por 50 minutos de semana a semana, se portavam como se fossem da nossa família.

Com isso, termino agradecendo aos produtores por ousarem e nos brindarem com este banquete, ou melhor, com essa obra-prima. Pronto, encontrei a palavra perfeita. Lost é isso: uma obra-prima, daquelas que muitos olham e acham apenas borrões ridículos sobre uma tela, porém, que outros – e espero que seja a grande maioria – reconheça o valor de algo único e especial.

Vitor Oshiro se desligou do Londripost recentemente e escreveu este “Recomendamos” especial sobre o fim da série Lost.

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por Vitor Oshiro

Pessoas caem de avião em uma misteriosa ilha. Enigmas e mais enigmas começam a aparecer. Tudo parece interligado, mas, ninguém sabe como. Bom, este é um resumo da série Lost, que promete desvendar tudo na próxima semana em sua temporada final.

O canal brasileiro AXN exibirá a tão aguardada temporada a partir do dia 9 de fevereiro – somente uma semana depois da estreia nos EUA. Já visando a grande audiência que terá, a emissora criou um interessante cartaz publicitário com uma vista aérea da famosa ilha. Confira (Clique na imagem para ampliar).

Crédito: Omelete

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