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Posts Tagged ‘sexual’

por Vitor Oshiro

O Portal Londrix noticiou que a polícia investiga um possível caso de pedofilia em Londrina.

A vítima seria uma garota de dois anos e a avó materna teria percebido o abuso quando dava banho na criança. O principal suspeito é o próprio pai da criança.

Como identificar as vítimas

Apesar da atuação da polícia ser essencial no combate à pedofilia, é necessário que as pessoas próximas às crianças estejam atentas aos sinais apresentados pelas vítimas. O site Todos contra a pedofilia disponibiliza uma cartilha que mostra as principais consequências em vítimas de abusos.

Segundo a cartilha, as crianças atacadas:

– se tornam retraídas,

– perdem a confiança no adulto,

– ficam aterrorizadas, deprimidas e confusas,

– sentem medo de serem castigadas,

– às vezes até sente vontade de morrer,

– perdem o amor próprio,

– têm queda no rendimento escolar,

– apresentam sexualidade não correspondente
à sua idade.

Para baixar a cartilha, clique AQUI.

Para ver a matéria sobre como identificar pedófilos na internete, clique AQUI.

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por Vitor Oshiro

A mãe de um adolescente de 14 anos ajudou a polícia a prender um pedófilo. Segundo a mulher, ela percebeu mudanças no comportamento do filho e resolveu investigar.

Então, passou a monitorar as conversas do filho buscando a verdadeira identidade do suspeito. Finalmente chegou a um auxiliar de escritório de 26 anos. A polícia interviu e o homem foi preso por estupro.

Mesmo conseguindo auxiliar na prisão, a mãe chegou tarde. Após algumas conversas com o garoto, ela descobriu que ele se já havia mantido relações sexuais com o suspeito.

Sabendo que este é um crime amplamente cometido, repetimos aqui uma reportagem do Jornal Hoje (23/11/09) com dicas de como identificar um pedófilo na rede. Confira:

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por Leonardo Caruso

Atingir o famoso ponto G pode ser mais difícil do que pensávamos.  Um estudo do King’s College, de Londres, conclui que o tal ponto, responsável por elevados níveis de excitação sexual e orgasmos, pode não existir. Um estudo com 1.804 mulheres não encontrou provas da existência dessa zona, supostamente erógena. Os pesquisadores esperavam que aquelas mulheres que afirmaram ter o ponto G também tivessem irmãs com tal característica, mas não foi encontrado nenhum padrão que confirmasse essa teoria.

Porém, a sexóloga Beverley Whipple, detentora de uma pesquisa pioneira no assunto, além de vários livros publicados, contesta a conclusão alcançada pelo grupo. Para ela, alguns fatores foram deixados de lado na pesquisa, como parceiros diferentes entre as irmãs e a não consideração da opinião de lésbicas e bissexuais.

Leia a matéria na íntegra.

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